Minha Primeira Vez Tentando Engolir Porra
Tinha 19 anos na época e era bem novinha, mas já com uma curiosidade que me consumia por dentro. Meus amigas todas falavam de como era chupar um pau, de como era engolir porra, e eu ficava só ouvindo, com vergonha de admitir que nunca tinha feito nada daquilo. Até que conheci o Ricardo.
Ricardo tinha 28 anos, era amigo do irmão mais velho da minha melhor amiga, e tinha uma fama de garanhão que percorria a cidade. Alto, moreno, com um corpo que denunciava horas na academia, ele era exatamente o tipo de homem que me deixava com as pernas moles. Quando ele começou a me dar atenção, eu fiquei entre o medo e a excitação.
A gente saiu algumas vezes, só beijos e uns amassos, até que uma sexta-feira ele me convidou para ir ao apartamento dele. “Vamos tomar um vinho e ver um filme”, ele disse, mas nós dois sabíamos que não era exatamente um filme que a gente ia assistir.
Cheguei lá toda nervosa, com um vestido que minha amiga tinha me emprestado – justo, decotado, muito diferente do meu estilo normal. Ele abriu a porta já com um copo de vinho na mão, me olhou de cima a baixo e sorriu. “Caralho, Nicole, você tá uma gostosa”.
O apartamento era moderno, com uma vista linda da cidade, mas eu mal conseguia prestar atenção. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele conseguia ouvir. A gente sentou no sofá, ele colocou um filme qualquer – nem lembro qual era – e em menos de dez minutos já estávamos nos beijando.
O beijo dele era diferente, mais experiente, mais dominador. Sua língua invadia minha boca enquanto suas mãos subiam e desciam pelo meu corpo. Quando ele puxou o vestido pelos ombros e ele caiu na minha cintura, eu pensei em protestar, mas aí seus lábios encontraram meus mamilos e eu perdi o pouco juízo que ainda me restava.
Foi quando ele pegou minha mão e colocou sobre a virilha dele. Através da calça, eu senti o volume – grande, muito maior do que eu imaginava. Meus olhos devem ter ficado do tamanho de pratos, porque ele riu baixinho.
“Quer ver, gatinha?”, ele perguntou, e antes que eu respondesse, já estava abrindo o zíper da calça.
Quando ele tirou o pau para fora, eu literalmente perdi o fôlego. Era enorme. Não só comprido, mas grosso, com veias salientes que pulsavam, a cabeça roxa e já brilhando de excitação. Meu Deus, aquilo nunca ia caber na minha boca.
“Vem cá”, ele ordenou suavemente, puxando-me pelo cabelo.
Eu me ajoelhei no chão, entre suas pernas, olhando para aquele monstro como se fosse uma cobra prestes a atacar. Ele pegou minha mão e colocou em volta do pau. “Envolve, assim”, instruiu, e eu obedeci, meus dedos mal conseguindo fechar em volta da circunferência.
“Agora lambe”, ele disse, e eu, tremendo, levei a língua até a cabeça.
O sabor era salgado, masculino, diferente de tudo que eu já tinha experimentado. Ele gemeu quando minha língua circulou a ponta, e aquele som me deu uma coragem que não sabia que tinha. Abri a boca e tentei engolir a cabeça.
“Mais”, ele incentivou, sua mão na minha nuca.
Fui tentando, aos poucos, ir mais fundo. Era um esforço, minha mandíbula doía, e eu sentia vontade de engasgar a cada centímetro que conseguia. Mas ao mesmo tempo, era excitante – o poder que eu tinha sobre ele, os gemidos que saíam da sua boca, a sensação de estar fazendo algo tão proibido.
Ele começou a mover os quadris, empurrando para dentro da minha boca. Eu tentei relaxar a garganta, como tinha lido em algum lugar na internet, mas quando ele foi mais fundo, senti o reflexo de vômito ativar.
“Relaxa, putinha”, ele rosnou, seus dedos se apertando no meu cabelo.
Continuei, indo e voltando, tentando encontrar um ritmo. A saliva escorria pelo meu queixo, misturando-se com o precum dele. Eu estava uma bagunça, mas também estava excitada como nunca. Minha própria buceta estava encharcada, latejando com cada gemido que ele soltava.
Foi quando ele disse as palavras que eu tanto temia: “Vou gozar. Engole tudo.”
Acelerei o ritmo, tentando preparar-me mentalmente. Eu queria fazer isso direito, queria provar para ele – e para mim mesma – que eu conseguia. Quando senti seu pau pulsar, eu mantive minha boca lá, determinada a engolir cada gota.
O primeiro jato foi tão forte que acertou direto na minha garganta. O sabor era amargo, salgado, mais intenso do que eu esperava. Eu engoli, mas o segundo jato veio logo em seguida, e depois o terceiro. Minha boca estava cheia, e quando o quarto jato veio, meu estômago revirou.
Tentei engolir, realmente tentei, mas meu corpo traiu-me. Virei a cabeça para o lado e vomitei no carpete, uma mistura de sêmen e vinho que deixou uma mancha horrorosa.
Por um momento, houve silêncio. Eu fiquei ajoelhada ali, envergonhada, com lágrimas nos olhos, esperando que ele ficasse com raiva, que me expulsasse de casa.
Em vez disso, ele começou a rir. Não uma risada de zombaria, mas uma risada genuína, cheia de surpresa. “Caralho, Nicole”, ele disse, ainda rindo. “Achei que você ia conseguir.”
“Desculpa”, eu gaguejei, minhas bochechas queimando de vergonha.
Ele se levantou e me puxou para cima. “Não precisa pedir desculpas. Foi honesto, pelo menos.”
Me levou até o banheiro, onde me fez lavar a boca e o rosto. Enquanto eu me limpava, ele ficou na porta me observando, e eu podia ver que ele ainda estava excitado.
“Vem cá”, ele disse, sua voz mais grave agora.
Voltamos para a sala, e ele me levou até o sofá. “Deita”, ordenou, e eu obedeci.
Em vez de ficar bravo, ele começou a me beijar novamente, seus lábios encontrando os meus com uma mistura de doçura e possessividade. Suas mãos abriram minhas pernas, e seus dedos encontraram minha buceta encharcada.
“Você ficou toda molhada tentando me chupar, não ficou?”, ele sussurrou, seus dedos circulando meu clitóris.
Eu apenas gemi em resposta, arqueando as costas no sofá. A vergonha estava começando a se transformar em algo mais – uma necessidade, uma fome.
Ele posicionou-se entre minhas pernas, sua ponta pressionando minha entrada. “Agora é minha vez de cuidar de você”, disse, e então entrou em mim.
Era grande, realmente grande, e eu senti cada centímetro enquanto ele preenchia-me completamente. Mas desta vez, não havia medo – apenas prazer, puro e simples. Ele começou a se mover, um ritmo lento no início, dando tempo para meu corpo se ajustar.
“Você é apertadinha, gostosa”, ele gemeu, suas mãos agarrando meus quadris.
Conforme fui relaxando, ele foi acelerando. Cada investida era mais profunda, mais forte, e eu gemia, perdendo-me completamente na sensação. Minhas mãos agarravam suas costas, minhas pernas envolviam sua cintura, e eu me entregava completamente.
Ele mudou nossa posição, colocando-me de quatro no sofá. “Assim eu consigo ir mais fundo”, explicou, e quando ele entrou novamente, eu gritei de prazer.
A vergonha do vômito tinha desaparecido completamente, substituída por uma onda de puro êxtase. Ele me fodia com uma intensidade que me fazia ver estrelas, suas mãos em meus quadris me puxando para encontrar cada investida.
“Vou gozar de novo”, ele anunciou, seu ritmo ficando descontrolado. “Dentro de você.”
Desta vez, não houve medo, apenas antecipação. Quando ele atingiu o clímax, eu senti suas contrações dentro de mim, seu grito abafado no meu ouvido. E então meu próprio orgasmo veio, uma explosão que fez meu corpo tremer incontrolavelmente.
Desabamos no sofá, ofegantes, nossos corpos suados e satisfeitos. Ele me puxou para perto, seus lábios encontrando minha testa em um beijo suave.
“Para uma primeira vez, você foi incrível”, ele murmurou.
Sorri, me aconchegando contra seu peito. A mancha de vômito ainda estava lá no carpete, um lembrete constrangedor do meu fracasso inicial, mas naquele momento, eu não me importava. Porque apesar de tudo – ou talvez por causa de tudo – aquela tinha sido uma das melhores noites da minha vida.


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