Título: O Boquete que Virou um Banho de Porra
Na faculdade eu tinha uma amiga muito próxima chamada Thais, ela era o tipo de garota que tinha mais amigos homens que amigas, então ela estava sempre junto com meu ciclo de amigos.
A Thais tinha cerca de 1,60, pele parda, cabelo preto liso não muito grande. Era ela tinha uma bunda daquelas não muito grandes, mas que pareciam esculpidas de tão redondinha e firme que paceria enquanto usava Jeans. Seus peitos eram de um tamanho médio tbm, não chamavam tanta atenção enquanto ela estava vestida, mas pareciam ser tão perfeitos quanto a bunda. Era uma daquelas gostosas mas que não eram cavalas ou que chamavam uma atenção descomunal.
Ficávamos juntos com muita frequência, conversávamos muito, até durante algumas aulas mais chatas. Era muito comum abraçar ela ou ela encostar a cabeça no meu ombro. Por causa desse tipo de coisa, rolava entre meus amigos que a gente se pegava escondido, mas eu negava. E isso realmente não acontecia, já que ela namorava.
Eu tinha atração por ela, mas pelo motivo acima nunca investi. Mas sempre tive a impressão que existia uma certa tensão entre a gente. Era comum a gente ficar próximo até de mais e eu precisar disfarçar o meu pau quase rasgando a calça de tão duro.
Um dia estávamos bebendo num bar com a galera e nós dois passamos um pouco do ponto. Ela estava sentada do meu lado e como sempre, ficava muito perto. Em um momento com o álcool mais alto, passei a mão na coxa dela e ela não falou nada, então continuei passando a mão e até apertando e subindo cada vez mais a mão.
Depois chamei ela pra ir comigo comprar um maço de cigarro, a gente levantou da mesa e foi atrás de comprar. Compramos o cigarro e fomos dar uma volta pela praça perto enquanto fumávamos e conversávamos. Eu não gostava de fumar perto dos meus colegas. Sentamos na grama perto de uma árvore, estavamos mais afastados.
Nosso assunto foi ficando mais quente, falando sobre outros parceiros que tivemos e a situação começou a desenrolar mais. Comecei a passar mais a mão “sem querer” nela enquanto estávamos conversando e fumando, nas coxas e colocando o braço ao redor do pescoço dela, deixando a mão ora ou outra passar no seio dela. Já sentia meu rosto arder, o coração disparar e o pau latejar na calça.
Falei sobre como muita mulher não sabe fazer boquete direito e ela fala — Acho que disso ninguém pode reclamar de mim.
— Não sei, quem me garante? Se duvidar vc só acha que faz bem — falei provocando. — O quê? eu sou ótima. — Só vou saber com certeza quando você me pagar um boquete
Ela riu sem graça — Tá doido? Vai sonhando kkkkk
Nós dois ficamos rindo, ela chegou o rosto muito próximo do meu e acabamos nos beijando. Ela não me beijou, eu não beijei ela, aconteceu ao mesmo tempo. Mútuo.
Foi um beijo com vontade, como se fosse a primeira e última oportunidade das nossas vidas. Com intensidade, molhado e com minhas mãos passeando por várias partes daque corpo.
Escorreguei minha mão pra dentro da blusa dela, e apertei seus peitos com firmeza. Ela fez o mesmo, escorregando as mãos pra dentro da minha calça e agarrando meu pau que explodia em tesão. Duro e melado de pré gozo.
A mão dela tava toda melada e ela usava isso pra esfregar pelo meu pau e me masturbar devagar enquanto me beijava.
De repente ela parou de beijar e falou no meu ouvido — Tá bom. Vou te mostrar na prática que sei pagar um bom boquete. Fica olhando se não vem ninguém, aqui é sem movimento mas sei lá.
Me ajeitei na grama, ela desabotoou meu jeans e colocou meu pau pra fora. Ficou olhando pra mim e me punhetando. — Deixa eu ver se esse pauzão gostoso cabe todo na minha boca.
Sem cerimônia, ela começou a engolir meu pau inteiro, até eu sentir o nariz dela contra minha pele. Foi tirando o pau da boca devagar e babando muito enquanto voltava. Quando tirou meu pau completamente ela cuspiu nele e fez tudo de novo. Eu suspirava em êxtase. Ela não tinha mentido.
Ela começou a punhetar meu pau em parafuso enquanto subia e descia com a cabeça.
Ela não simplesmente engolia meu pau, toda vez que ela colocava ele novamente na boca a sua lingua tocava a cabeça primeiro e ia deslizando até a base, sempre com a lingua,e na hora de voltar a língua dela ia passeando de um lado pro outro pelo corpo do meu pau até ela começar a lamber o freio da glande e a cabeça. Meu pau latejava. Senti a saliva escorrendo pelo meu pau, deslizando pela minha virilha.
Ela fazia isso e soltava uns suspiros e gemidos abafados, bem baixinho. Ela sabia mamar e mostrava que amava o que estava fazendo.
— Ain que pau gostoso, tá tão duro, tão quentinho e pulsando na minha boca. Tá gostoso amor? — Caralho Thais… vc não tava brincando quando falou que era boa. — Ain bebê, to sendo uma boa putinha? Vou fazer vc gozar gostoso — Uma ótima putinha, que boquete delicioso
Fui segurar no cabelo dela pra guiar o ritmo boquete mas ela não deixou haha mandou eu ficar quieto só aproveitar o boquete dela.
Eu já estava quase gozando, ela lambia meu pau inteiro, apertava e soltava batia ele com força na língua e ficava falando coisas como “que pau gostoso amor”, “Assim sua putinha vai viciar em mamar essa rola”
Avisei que ia gozar pq ela já tinha me falado que não curtia levar gozada na boca nos nossos papos.
Ela tirou o pau da boca e começou a me punhetar rápido mas com a boca muito perto ainda. — Vai amor, goza pra sua putinha vai.
Quando falei que ia gozar ela parou de punhetar e só segurou meu pau firme na base, primeiro foram duas jatadas fortes no labio e na bochecha e, pra minha supresa, ela colocou a língua pra fora e abriu a boca, foram mais umas 3 jatadas de porra na língua dela, em seguida ela começou a engolir meu pau novamente até o fim enquanto eu terminava de gozar dentro daquela boquinha macia e quentinha.
Quando pensei que tinha acabado, ela cuspiu a porra que estava na boca de volta no meu pau, me deixando todo melado e continuou lambendo e chupando kkkk
Quase morri. Ao mesmo tempo que estava muito sensível, tava muito gostoso, e meu pau não amoleceu de jeito nenhum.
Ela continuou mamando, agora ela pressionava o rosto com vontade lambendo minha virilha, minhas bolas e pau, deixando tudo limpo e o rosto dela todo gozado kkkkkkk
Por fim ela voltou a mamar e punhetar ao mesmo tempo até eu gozar pela segunda vez, dessa vez eu nem avisei, e ela engoliu toda minha porra sem deramar nada.
— Caralho Thais, que boquete gostoso, vc fez seu nome. É sempre caprichado assim? Ela riu — é a primeira vez que deixo gozar na minha boca e fico lambendo assim amor, então desse jeito é só pra vc
Nem voltamos para o bar, demoramos tanto que ia ser complicado explicar. Depois eu inventei uma desculpa e fomos embora dalí mesmo.


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