Novembro 20, 2025

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A noite no terraço dos nossos vizinhus

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O calor daquela noite era diferente. Não era só o clima abafado, era uma energia carregada, um convite para o pecado que pairava no ar. Meu marido e eu fomos chamados para tomar uma cerveja no terraço do casal de vizinhos. Eles eram mais novos, com aquele fogo nos olhos que a gente reconhece. A atração entre os quatro era um segredo de polichinelo, só esperando o momento certo para explodir.

Eu, sabendo das intenções, vesti apenas um shortsinho branco, daqueles bem curtos, e um top. Sabia que o branco, com o suor, ficaria transparente. E era exatamente isso que eu queria.

Mal sentamos nas cadeiras de lona do terraço, a conversa fiada já parecia um mero protocolo. Os olhares é que faziam a verdadeira comunicação. Ele, o vizinho, não tirava os olhos dos meus seios, enquanto a esposa dele, uma morena gostosa, olhava para o meu marido com uma fome descarada.

Foi meu marido quem quebrou a tensão. Puxou a minha cadeira para perto da dele, e o vizinho, entendendo o jogo, arrastou a sua para ficar de frente para nós, completando o círculo íntimo. Estávamos tão juntos que os joelhos se tocavam, e cada toque era um choque elétrico.

Foi então que as mãos começaram a viajar. A princípio, eram toques disfarçados. A mão do meu marido na minha coxa. A mão do vizinho escorregando pelo meu braço. Mas a bebida e a noite escura foram nos dando coragem.

Deixei minhas mãos, essas minhas aliadas safadas, começarem a trabalhar. Uma foi para a nuca do meu marido, puxando seu rosto para um beijo molhado e profundo. A outra, mais ousada, desceu pelo peito do vizinho, até encontrar o volume crescente na bermuda dele. Comecei a apalpar ele por cima do tecido, sentindo o pau endurecer sob a minha palma. Era grande, grosso, uma promessa de prazer.

Enquanto isso, era um festival de sensações para mim. O vizinho, destemido, desabotoou a minha bermuda e meteu a mão lá dentro, seus dedos encontrando meu volume logo de cara, meus lábios já inchados e molhados de tesão. Ao mesmo tempo, a esposa dele se inclinou e começou a esfregar os seios em mim, por cima do top. Ela mordiscava meus mamilos através do tecido, fazendo com que eles endurecessem como pedrinhas, doloridos de tanto prazer.

Eu estava no paraíso. Três pares de mãos e uma boca me explorando. Meus dedos percorriam cada centímetro do pau do vizinho, que agora estava totalmente para fora da bermuda, latejando e com uma veia saltada que eu seguia com a ponta do dedo. Ele gemeu baixo quando eu esfreguei a cabeça já melada de lube natural dele.

“Do jeito que você está me apertando, amor,” sussurrei no ouvido do meu marido, entre um beijo e outro, “vou gozar só com as mãos dos outros em mim.”

Foi a deixa que ele precisou. Meu marido puxou meu rosto para o colo dele. “Então vai engolir outro primeiro,” ele ordenou, com aquela voz grossa de tesão que me derrete por dentro.

Não pensei duas vezes. Desci do meu lugar e me ajoelhei entre as pernas dele, afastando a bermuda. O pau dele saltou para fora, imponente e vermelho. Enquanto isso, senti a esposa do vizinho se ajoelhar atrás de mim, puxando meu shorts e a calcinha para baixo, expondo minha bunda ao ar da noite. Em segundos, senti sua língua quente e hábil me penetrando por trás.

Eu estava sendo comida dos dois lados, e era a coisa mais gostosa do mundo.

Abaixei a cabeça e abri a boca, engolindo o pau do meu marido. Era uma tarefa e tanto, ele é bem dotado. Deixei a saliva escorrer copiosamente, lubrificando cada centímetro, enquanto minha garganta se abria para recebê-lo. Eu me afundava nele, fazendo ângulos, até sentir a cabeça batendo no fundo, me engasgando de propósito. O som era obsceno, um gemido abafado, um ronco gutural de prazer e sufoco.

“Essa é a minha vadia,” meu marido rosnou, segurando minha nuca e metendo com mais força. “Engole tudo, sua puta. Toma toda a minha porra na sua garganta de cadela.”

Eu olhei para cima, para os olhos dele, enquanto ele usava minha boca. E eu adorava. Adorava me sentir usada, seu brinquedo pessoal. A língua da mulher na minha buceta era o combustível extra. Ela chupava, lambia meu clitóris com uma pressão perfeita, e eu sabia que não ia durar muito.

“Vou gozar, amor!” gemeu a vizinha, com a boca colada na minha buceta.

E eu também. Sentia o orgasmo subindo, um furacão na minha barriga. Meu corpo todo tremia, e eu me concentrei em chupar meu marido com ainda mais voracidade, sabendo que ele também estava no limite.

Foi quando ele gritou. “Toma! Toma todo o meu leite, sua vagabunda!”

Ele explodiu na minha boca. Jatos quentes, grossos e salgados inundaram minha garganta. Era tanto que eu me engasguei de verdade, um pouco escorrendo pelos cantos da minha boca enquanto eu lutava para engolir tudo. Foi intenso, bruto, e absolutamente delicioso. Eu continuei chupando, devagar, até sentir o pau dele ficar sensível e ele puxar minha cabeça para trás.

Ofegante, com o rosto melado de porra e saliva, olhei para eles. Meu marido tinha uma expressão de pura satisfação animal. A vizinha olhava para a cena com uma inveja e um tesão visíveis no rosto.

Foi quando soltei a frase, com um ar de deboche safado, enquanto limpava o queijo da minha boca com o dorso da mão: “Hehehe… para fazer ‘embarrazon’.”

O marido dela ficou visivelmente incomodado. “Que porra é essa?” ele resmungou, olhando para a própria esposa. “Você nunca engole o meu. Vive cuspindo.”

A esposa dele corou, sem graça. O clima ficou pesado por um segundo, até que meu marido, sempre o pacificador, interveio.

“Talvez ela só precise de um exemplo melhor,” ele disse, puxando a vizinha para um beijo. “E talvez você,” ele disse, olhando para o vizinho, “precise aprender a dar ordens como um homem de verdade.”

O tesão voltou a subir, ainda mais forte. O ciúme, a rivalidade, tudo se transformou em combustível para uma noite que mal havia começou. E eu, ali no meio, só conseguia pensar em quanta porra ainda ia rolar antes do amanhecer.

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