Janeiro 30, 2026

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Perdi Minha Virgindade Com uma Femboy

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Meu nome é Lucas, tenho 18 anos fresquinhos, e vivo em Linhares, no Espírito Santo, uma cidadezinha quente e úmida onde o rio Doce corta tudo e o povo é daqueles que se conhece de vista na praça. Sou o cara típico do interior: magrinho, cabelo bagunçado, mais tempo no celular do que na rua, jogando Free Fire ou assistindo animes. Namorei uma mina na escola, mas foi só pegação – nada de transa de verdade. Eu era virgem pra caralho, e isso me comia por dentro. Todo dia, no banheiro ou na cama, eu batia uma punheta imaginando cenários loucos, mas na hora H? Medo puro. O tesão acumulado era como uma bomba-relógio, e numa noite abafada de verão, com o ventilador zumbindo, eu explodi.

Estava sozinho em casa, pais no sítio da família, e o pau já duro só de pensar em pornô. Abri o notebook e entrei no Fatal Model, aquele site de garotas de programa que todo mundo sabe mas ninguém assume. Fotos de bundas, peitos, bocas – tudo me deixando louco. Aí vi o perfil dela: “Bella, 22 anos, trans femboy carinhosa e fogosa, pronta pra te levar ao céu”. As imagens… puta que pariu, ela era um sonho. Cabelos cacheados pretos caindo nos ombros, olhos castanhos doces como mel, corpo esguio com curvas suaves, peitinhos firmes e uma bundinha empinada que parecia chamar por tapas. Ela se vendia como “delicada no papo, vadia na foda”. Meu coração acelerou, o suor escorrendo pelas costas. “Foda-se o medo”, pensei, e mandei Whats: “Oi, Bella. Vi você no Fatal Model. Sou virgem, 18 anos, quero tentar com você.” Ela respondeu na hora: “Oi, fofo! Virgem? Que delícia, vou te iniciar direitinho. Moro perto, em Linhares mesmo. Vamos marcar?” Combinamos pro dia seguinte, paguei via Pix, e passei a noite rolando na cama, nervoso e excitado.

No outro dia, tomei banho duas vezes, arrumei o quarto simples com lençóis limpos, comprei camisinhas e KY na farmácia do centro – o atendente deu um sorrisinho cúmplice que me deixou vermelho. Quando a campainha tocou, meu estômago virou do avesso. Abri a porta e lá estava Bella, mais real e gostosa que nas fotos. Vestidinho florido curto, destacando as pernas depiladas e bronzeadas pelo sol capixaba, perfume de flores misturado com o ar úmido de Linhares. “Oi, Lucas! Você é um gato tímido, hein?”, ela disse com uma voz macia, feminina, dando um beijo no rosto que me arrepiou inteiro. Sentamos no sofá da sala, com o som distante de carros na avenida principal, e batemos papo. Ela perguntou sobre minha vida, eu falei da escola técnica, dos rolês no calçadão à beira-rio, e ela riu, contando que amava o carnaval local e dançar forró. Foi humano, sabe? Como um encontro de verdade, não só negócio. “Você tá tremendo, amor. Relaxa, sou gentil… no começo”, ela piscou, pegando minha mão suada.

O ar ficou carregado de tesão. Ela se inclinou e me beijou, língua quente e molhada dançando na minha, sabor de chiclete de morango. Minhas mãos subiram pelo vestido, sentindo a pele quente e úmida do calor de Linhares. “Me leva pro quarto, vai. Quero te mostrar como uma femboy como eu pode te fazer feliz”, ela sussurrou, os olhos brilhando de desejo. No quarto, luz baixa do abajur, ela tirou a roupa devagar, como um strip-tease particular. Peitinhos rosados, durinhos, barriga lisa, e quando baixou a calcinha… seu pauzinho pequeno, lisinho, semi-ereto, mas o que me hipnotizou foi a bundinha. Redonda, macia, com uma marquinha de biquíni do sol capixaba, e o cuzinho… caralho, era perfeito. Rosadinho, apertado, depilado impecável, piscando levemente como se me chamasse. “Gosta do que vê? Meu cuzinho é sensível pra caralho, amor. Ele ama ser tocado, lambido, fodido… me dá um prazer que vai do cu pro corpo todo, como ondas elétricas”, ela explicou, virando de costas e empinando, abrindo as nádegas com as mãos para me mostrar melhor. Era sujo e real: um leve cheiro almiscarado de suor do dia, misturado com creme hidratante, e as pregas franzidas, convidativas, como se implorassem por atenção.

Eu tava nervoso, pau latejando na cueca, mas ela me guiou. “Vem, me lambe primeiro. Quero te sentir abrindo meu cuzinho com a boca.” Deitei ela na cama, abri as pernas, e mergulhei. Beijei as coxas internas, sentindo o tremor dela, depois cheirei perto – cheiro de excitação real, humano, não perfumado demais. Lambi devagar o períneo, subindo pro cuzinho. O gosto era salgado, adocicado, com um toque de suor que me deixou viciado. “Ah, Lucas… assim, lambe as preguinhas, sente como ele se contrai pra você”, ela gemeu, a voz tremendo de prazer. Enfiei a língua, circulando, abrindo devagar, sentindo as paredes quentes e macias se rendendo. Ela explicava, humanizando tudo: “Meu cuzinho é como uma bucetinha, amor. Quando você lambe assim, sinto formigamentos que sobem pela espinha, me fazem molhar por dentro. É prazeroso pra cacete, mais que no pau – é profundo, como se meu corpo todo gozasse.” Eu chupei mais forte, sugando as bordas, enfiando um dedo lubrificado, sentindo o anel apertado me sugando, quente e úmido como uma boca faminta. O som molhado, obsceno, ecoava no quarto abafado, e ela se contorcia, gemendo alto: “Porra, isso… me abre mais, me faz sentir puta e amada ao mesmo tempo. Meu cu pulsa de tesão, vai me fazer gozar só com isso!”

O tesão escalou. Ela pegou o KY, passou no meu pau duro, latejante, veias saltadas, e na camisinha. “Agora me fode, devagar no começo. Meu cuzinho ama ser preenchido, sente cada veia, cada pulsação – é como um orgasmo contínuo.” Entrei devagar, sentindo o cuzinho dela se abrindo, as pregas esticando ao redor da cabeça do meu pau, quente e apertado como um punho. “Ah, fode… você é grosso, me arromba gostoso”, ela sussurrou, olhos marejados de prazer e dor misturados, humano pra caralho. Meti mais fundo, sentindo as paredes internas massageando, quentes e viscosas, e ela gemia: “Sinto tudo, amor… o prazer irradia do cu pro pauzinho, pros peitos, pro corpo inteiro. Me fode forte agora, me faz gritar!” Acelerei, socando com força, o som de bolas batendo na bunda dela, suor escorrendo, o quarto cheirando a sexo cru. Ela cravava as unhas em mim, “Me enche, sua porra! Meu cuzinho tá gozando, apertando você!” Gozou sem tocar no pau, leitinho jorrando na barriga, o cu contraindo ritmicamente, me levando junto – enchi a camisinha, ofegante, suado.

Caímos abraçados, rindo do meu nervosismo inicial, cheirando a gozo e suor. “Foi perfeito, Lucas. Meu cuzinho ainda pulsa por você”, ela disse, beijando minha testa. Deu seu número: “Me chama pra mais… tenho ideias safadas pra nós.” Mas na semana seguinte, uma mensagem dela: “Quero te mostrar como eu posso ser ativa também, amor. Preparado pro próximo nível?”

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