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Novembro 20, 2025

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Quando ela conhece o macho alfa negro (4)

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TOC TOC TOC, ouviu-se à porta:
– SERVIÇO DE QUARTO.

Estávamos completamente adormecidos, não tínhamos posto o despertador e eram já 12:30 quando acordámos na cama.

Disse-lhes para voltarem mais tarde. Levantámo-nos, outro duche rápido.

A Mirian estava completamente recuperada e já estávamos com vontade de ver como decorreria o novo dia com aquele pedaço de macho.

Ela de tanga branca e pareo, eu de boxer, duas toalhas, uma toalhão enorme, um chapéu-de-sol, o creme e descemos para o pequeno-almoço.

Comemos como bestas, começámos a percorrer a praia a pé em direção à zona nudista.

Quando já estávamos numa zona com pouca gente, estendemos o toalhão e coloquei o chapéu-de-sol.

A Mirian deitou-se de barriga para baixo, eu fui dar um mergulho, procurando ao longe o nosso negro.

Quando me preparava para sair, vi-o aparecer de trás das dunas. Vinha com um pareo curto atado na cintura.

Havia vários casais, rapazes e raparigas, o muito cabrão, tão alto e tão negro, chamava a atenção. O espetáculo foi quando puxou do nó e ficou em pelota. Fez-o com parsimónia, sabendo que muita gente estava a olhar para ele, eu incluído.

Toda a gente murmurou qualquer coisa discretamente ao seu acompanhante. A pila chegava-lhe a meio da coxa, com a glande circuncidada, tão grossa, fodasse que inveja de pila, pensei.

Ele fez-me um gesto com a mão como a dizer olá e espera por mim na água, ao que eu respondi com um ok.

A Mirian estava sonolenta, alheia à entrada em cena do seu macho.

– Bom dia Júlio, recuperada a minha putinha? Dormiu e comeu bem?
– Sim Enmanuel, deixaste-a rebentada ontem, mas dormimos muito bem e tomámos um pequeno-almoço de luxo, ela está recuperada a 100%.
– Muito bem, quero dizer-te outra vez que hoje vou fodê-la a sério, vamos a minha casa para almoçar e passar a tarde, eu em casa tenho piscina e jardim, há um tio meu, mas ele não se importa, é mais velho vive comigo, eu deixo a gente do serviço menos a minha assistente para que tudo esteja perfeito e vocês gostem muito.
– Bem, não sei Enmanuel, o que a Mirian vai achar, dá-me um pouco de receio ir a tua casa, não sei, vamos ver o que ela diz.
– Ela? Ela diz o que eu quiser, se ela disser que sim, tu ok, não?
– Sim, claro, – consegui dizer.

Um sorriso de orelha a orelha surgiu-lhe no rosto, meteu-se na água, eu fiquei a molhar os pés à espera dele.

Ao sair, ele recreava-se a tocar na pila, a pesá-la, a exibi-la.

Olhou para mim e piscou-me o olho.

Pôs-se atrás da Mirian, que estava deitada de barriga para baixo com as pernas abertas.

As suas gotas de água fizeram a minha mulher virar-se e com um sorriso de felicidade olhou para a pila dele e depois para os seus olhos.

– Bom dia meu príncipe de ébano. – Disse a minha mulher.
– Olá minha cadela branca, o que é que eu te disse ontem? Tira já essa tanga que te tapa.

A minha mulher entendeu-o instantaneamente e, mantendo-se deitada, levou as mãos para trás e tirou a tanga.

– Pega. – Ordenou-me ele. – Levanta o cu para o ar, em quatro – ordenou ele à minha mulher.

A situação incendiou-se em segundos, havia gente a olhar para a cena, estava claro que eu era o marido corno e o negro o macho fodador.

A Mirian levantou o cu e pôs-se de quatro, com o rabinho ao alto.

O Enmanuel ajoelhou-se com os joelhos nos ombros da Mirian, ficando a cabeça dela entre as suas pernas, a pila roçava-lhe a cabeça.

Ele agachou-se e, dando-lhe uma palmada forte nas nádegas, disse-lhe:
– Vais desobedecer-me outra vez? Vais fazer o que o teu macho negro te mandar? Diz-me, puta.
– Não, Enmanuel, vou obedecer-te e não voltará a acontecer.
– A partir de hoje chamas-me príncipe, entendido?
– Sim, meu príncipe, entendido.

Parou de a espancar, o rabo dela estava a arder de tão vermelho que ele o tinha deixado.

Ele ordenou-lhe que não se mexesse. O cabrão já tinha o mastro empinado, e eu, de lambujem, também.

Ele agachou-se para trás, para o rabo dela e com a mão grande acariciou-lhe a cona.

– Que boa puta me trouxeste, Júlio, olha.

A mão estava encharcada, a minha mulher estremecia a cada toque, ela ia gozar já, só de a espaliar ali na frente de toda aquela gente e de mim.

Ele esticou a mão e por baixo começou a brincar e a apertar os mamilos dela. A minha mulher já queria gozar, ofegava e gemía.

– Bem, minha putinha, hoje vai ser muito especial para ti e vamos a minha casa passar o dia e a noite, não é verdade que queres que seja assim?

Continuou com a mão a apertar e a torcer os mamilos dela e com o polegar da outra a esfregar o ânus, pressionando, mas sem o meter.

A Mirian já queria gozar, mas quando ele notava que ela estremecia, parava.

– Meu príncipe, por favor, deixa-me gozar, não aguento mais.

Ele afastou-se um pouco e com a mão toda deu-lhe uma palmada, abrangendo toda a fenda do seu rabinho, chegando à vagina.

A minha mulher deu um espasmo, uma mistura de dor intensa com prazer inigualável.

– Não aprendes, puta, responde à pergunta.

E voltou a dar-lhe novas palmadas pausadas.

– Diz-me, puta.
– Sim, meu príncipe, sim, vamos a tua casa por favor e serei e farei o que tu quiseres, mas deixa-me gozar.

Ele pô-la de pé, agarrando-a pelo pescoço com uma mão, e pondo-se atrás dela meteu a pila entre as pernas dela, roçando-a. A Mirian ia tocá-la para a apertar contra a sua cona, mas ele afastou-a e outra palmada sonora a fez tremer.

– NÃO FAZES NADA QUE EU NÃO TE MANDE.

A minha mulher com os braços caídos ao lado do corpo, as pernas entreabertas, os olhos fechados e o negro atrás a devorar-lhe o pescoço com ansia, como se a estivesse a comer viva, a pila a espreitar por entre as pernas da minha mulher, e a apalpar-lhe as tetas com sanha, disse-lhe ao ouvido:

– Agora, minha puta, goza.

E agarrando-lhe a vulva como se fosse uma patata, sacudindo-a violentamente, a minha mulher gritou:
– Meu príncipe, meu Deus!

E libertando fluxo como uma fonte e com o corpo todo a tremer, ela gozou como acho que nunca a tinha visto gozar antes.

Ele virou-a e, agarrando-lhe o rabo com ansia, começou a beijá-la loucamente, ao que a minha mulher respondeu como uma selvagem também.

Ele afastou-a e disse-me:
– Recoge tudo, que nós vamos para casa, esperamos por ti nas dunas.

Agarrou-a pela cintura como se fossem namorados e, apalpando-a e devorando-lhe a boca, foram em direção às dunas.

Recolhi tudo a toda a velocidade e fui para lá…
.
.
Continua..

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