Março 23, 2026

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No escuro do cinema

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Meu amigo Eu e o Edu fomos num cinema antigo no centro pra ver um filme de arte daqueles bem lentos, em francês. Eu já fui preparada: saia jeans curtíssima, sem calcinha nenhuma, blusa decotada, batom vermelho escuro. O Edu viu e já ficou louco, sussurrando que eu tava pedindo pra ser vista. Eu só ri e disse que ele tava pedindo pra ver.

Sentamos no fundão, último canto à esquerda, bem escuro. O filme começou e eu já comecei a mexer na calça dele, devagar, sentindo o pau dele endurecer na minha mão. Eu sussurrei no ouvido dele: “Relaxa, amor, vou te fazer gozar aqui no escuro”. Comecei a punhetar bem gostoso, polegar na cabecinha, sentindo ele melar tudo.

Aí sentou um cara do meu lado. Jovem, moreno, jaqueta de couro, tipo uns 25 anos. Nem olhou pra mim no começo. Eu estava enpinada para direita, deixando minha bunda para o lado oposto do edu e de repente senti uma mão na minha coxa subindo em direção a minha ppk, movimentos devagar, quente. Eu achei que era o edu, e deixei rolar… e abri as pernas um pouquinho.

Olhei para edu, que sorriu no escuro aqueles dedos contuniaram a me dedilhar como um dj deixando minha bucetinha já pingando. “Caralho”, (ouvi o rapaz murmurar, e só neste momento me dei conta que nao era o edu que brincava com minha ppk.. Pois Edu estava consentrado no filme, fingindo que nada acontecia. Enquando isto o desconhecido enfiou dois dedos de uma vez, devagar, sentindo eu apertar.

Eu continuei punhetando o Edu com a mão direita, mais rápido, me recompuz na cadeira e usei minha mao esquerda para pegar no pau desse cara. Ele não usava cueca, era comprido, cheio de veia, cabeça roxa brilhando. Comecei a bater pra ele também, sentindo os dois pulsando nas minhas mãos.

Aí eu resolvi provocar mais. voltei a bunda para o lado do desconhecido, empinei bem na direção dele, a saia subiu toda, deixando minha bunda e buceta expostas pra ele ver. Sussurrei pro Edu: “Olha pra mim, amor… olha sua esposa empinando a bunda pra um estranho enquanto te punheta”. E então me abaixei e enfiei a boca no pau do Edu. Chupei devagar no começo, depois mais forte, engolindo até a garganta, gemendo com ele na boca enquanto o cara me dedava por trás com três dedos agora, acertando aquele ponto que me deixa louca.

O Edu não aguentou: gozou na minha boca, jato quente atrás de jato. Eu engoli um tudo, deixei uma gota escorrer pelo queixo. Sentindo isso, eu gozei forte na mão do cara, tremendo toda, a buceta apertando os dedos dele enquanto ainda chupava o Edu.

O cara puxou os dedos melados e enfiou na minha boca por cima do pau do meu amigo. “Chupa meu gosto junto com o dele”. Depois me virei com a boca suja do gozo do Edu pra chupar o desconhecido ate ele gozar também — jatos grossos na minha boca e escorrendo pelo pescoço, misturando tudo.

O desconhecido se ajeitou, levantou e saiu sem dizer nada, só um sorrisinho safado. Eu mostrei as mãos e a boca pro Edu, tudo melado dos dois. “Olha a bagunça, amor… preciso me limpar”. Ele foi coletando porra com os dedos e colocando a porra na minha boca, e dizendo que gravou eu mamando o desconhecido sem ele ver.

Ajeitei minha saia e desci pro banheiro do cinema.

Ao entrar ouvi uma voz grossa dizendo “Ajoelha”, trancando a porta. Como uma dama, fiquei sem entender, olhei para tras e vi um senhor de uns 55 anos magro tirando o pau para fora ja duro, dizendo que estava na cabine elde transmissao do cinema e viu eu mamando 2 pessoas la, e queria também e tinha que ser rapido… Nao neguei, me ajoelhei no chão frio e começei a mamar aquele senhor, que mandou eu cheirar as bolas dele, cheirar a cabeça do pau dele e chupar, me fazendo engasgar com o gosto amargo, mas eu o limpei todinho. recebendo um forte jato de surpresa no meu olho, cabelo e sujando todo o meu rosto, que ele ainda ficou passando o pau e mandando eu limpar e puxar forte no canal do pau dele.. Depois disso ele me levantou enfiou 2 dedos na minha buceta, xaqualhou até molhar, tirou o dedo e enfiou na boca, dizendo. Só queria sentir o seu gosto. Abriu a porta e saiu.

Subi para encontrar o Eduardo, vi o senhor la na cabine acima da minha poltrona me dando tchau…

Eu e Edu Saímos, eu beijei ele na rua com força, língua na boca dele ainda com gosto de tudo. E falei no ouvido: “Adorei, amor… Foi delicioso!! Edu disse, gravei tudo amor, lá em.casa a gente assiste. ( Mal sabia ele naquele momento o tanto de leite que tive que tomar no banheiro).

Confesso que tô viciada nessa sensação de mandar, de ser desejada por dois ao mesmo tempo, de ver o Edu se entregando assim.

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