Janeiro 6, 2026

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O Voyerismo Perfeito da Minha Amiga

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O Olhar Dela

Eu sempre tive essa coisa na minha cabeça. Desde nova. Gosto de me sentir observada. Gosto de observar também. Mas nunca tinha encontrado um homem com quem eu pudesse falar disso abertamente. Até conhecer o Caio.

Com ele foi diferente desde o início. A gente se conectou em tudo. Nos treinos, na cama, na vida. Ele é meu marido hoje. E a gente tem uma química que é difícil de explicar. A gente se entende com um olhar.

Mas meu fetiche, esse lance específico, sempre foi com mulheres. Não é sobre fazer sexo com outra mulher. Nem um pouco. A ideia não me atrai. Nem ménage. Nada disso.

O que me deixa com tesão é a ideia de ter outra mulher olhando. De me exibir pra ela. E de observar ela também. De dividir uma intimidade que não é sobre tocar, mas sobre ver e ser vista.

Um dia, depois do sexo, eu estava deitada no peito dele, ainda ofegante. A janela estava aberta, dava pra ver as luzes da cidade.

“Caio”, eu falei.

“Hm?”

“Eu tenho uma fantasia. Uma vontade muito específica.”

Ele virou a cabeça pra me olhar. “Fala.”

“Eu queria que a gente fizesse amor com outra mulher olhando. Só olhando. Ela não participa. Só fica ali, vendo. A gente, você e eu, fazendo tudo normal. E ela assistindo.”

Ele ficou quieto por um segundo. Respirou fundo.

“Isso é pesado, Di. Precisa de uma confiança absurda. A pessoa tem que ser discreta. Tem que entender os limites.”

“Eu sei”, eu disse. “Mas a ideia me excita muito. Tomar banho juntas também. Ficar peladas, se admirando. Sem toque. Só o olhar.”

Ele passou a mão no meu cabelo. “Se é isso que você quer, a gente pode pensar. Mas tem que ser a pessoa certa. Não pode ser qualquer uma.”

Eu concordei. Mas onde eu ia encontrar uma pessoa assim? Não é algo que você pergunta pra qualquer amiga. “Oi, tudo bem? Quer ver eu e meu marido transando?”

Aí veio a pós-graduação. Um curso de especialização em gestão esportiva. A turma era pequena, umas quinze pessoas. E tinha a Clara.

Clara era fisioterapeuta, como eu. Tinha a minha idade, mais ou menos. Corpo de quem malha, mas não é obcecada. Cabelo curto, uns olhos verdes que pareciam ver tudo. A gente começou a conversar nos intervalos, sobre treino, sobre trabalho.

Descobrimos que tínhamos muito em comum. Gostávamos dos mesmos lugares, dos mesmos vinhos. Ela era separada, morava sozinha com dois gatos. A gente virou amiga rápido.

Um dia, depois da aula, fomos num café perto da faculdade. Era eu, ela e mais duas colegas. A conversa foi descambando, como sempre acontece. Falamos de relacionamentos, de sexo, de coisas íntimas.

Foi quando a Clara soltou, numa boa, como se estivesse falando do tempo: “Ah, eu tenho uma parada meio diferente. Adoro voyerismo. Ficar olhando. Sou uma observadora nata. Nunca fiz nada a respeito, mas a ideia me fascina.”

Eu quase engasguei com o gole de café. Olhei pra ela. Ela estava sorrindo, sem vergonha nenhuma.

As outras duas riram, fizeram piada. Eu forcei um sorriso, mas meu coração acelerou. Era ela. Tinha que ser.

Esperei alguns dias. Fiquei matutando. Até que mandei uma mensagem.

“Clara, preciso te contar uma coisa. Pode ser estranho.”

Ela respondeu na hora. “Fala. Tô curiosa.”

Marcamos de tomar um vinho na minha casa. O Caio estava viajando a trabalho. Era só eu e ela.

Abrimos uma garrafa de tinto. Nos sentamos na varanda. A noite estava quente.

“Então”, eu comecei. “Lembra que você falou sobre voyerismo no café?”

“Lembro”, ela disse, os olhos fixos em mim.

“Eu… tenho uma fantasia parecida. Mas do outro lado. De me exibir.”

Ela não disse nada. Só inclinou a cabeça.

“Eu e o Caio… nós temos um relacionamento muito aberto nesse sentido. E eu tenho vontade de… ter alguém pra assistir. Uma mulher. Só pra assistir. Sem participar.”

Clara ficou quieta por um tempo. Bebeu um gole de vinho.

“Caralho”, ela falou, baixinho. “Isso é intenso.”

“Eu sei.”

“E você pensou em mim?”

“Pensei. Porque você falou abertamente. E eu confio em você.”

Ela sorriu. Um sorriso pequeno, curioso. “E como vocês são na cama?”

A pergunta foi direta. Crua. Me deu um frio na barriga, mas um frio gostoso.

“Somos… intensos. Gostamos de fazer durar. De explorar.”

“Quantas vezes por semana?”

“Quase todo dia. Às vezes mais de uma.”

“E você se masturba?”

“Todo dia. Sem falta.”

Ela riu. “Porra, Diana. Você é uma máquina.”

“E você?”, eu perguntei.

“Todo dia também. Mas é diferente sozinha.”

A gente ficou olhando uma pra outra. O ar entre a gente mudou. Ficou carregado. Elétrico.

“E se…”, eu disse, engolindo seco. “E se você viesse aqui um sábado? A gente janta, toma um vinho… e se rolar um clima…”

“Você quer que eu assista.”

“Sim.”

Ela respirou fundo. Olhou pro copo de vinho. Olhou pra mim de novo.

“Tá. Vou.”

Meu coração deu um pulo. “Sério?”

“Sério. Mas combinemos uma coisa. Se em qualquer momento eu me sentir desconfortável, eu levanto e vou embora. Sem explicação. E vocês param.”

“Combinado”, eu disse. “O mesmo vale pra nós. Se a gente sentir que não tá legal, a gente para.”

Ela estendeu a mão. A gente apertou. Um acordo.

O sábado chegou. Eu fiquei nervosa o dia todo. Mal consegui treinar. Fiz uma janta leve, uma massa com camarão. Um vinho branco bom na geladeira.

O Caio também estava nervoso. “E se ela achar estranho? E se não der certo?”

“Aí a gente para”, eu disse. “É simples.”

Clara chegou às oito. Vestida de forma simples: jeans, uma blusa preta justa, salto baixo. Parecia tranquila.

A janta foi descontraída. Rimos muito. Conversamos sobre trabalho, sobre a pós, sobre coisas bobas. O Caio contou umas histórias engraçadas do tempo dele jogando futebol. Clara falou dos gatos dela.

Mas dava pra sentir a tensão. Um fio elétrico passando por baixo da mesa. Um olhar que durava um segundo a mais. Um sorriso que tinha um significado diferente.

Terminamos de comer. Fomos pra sala. Coloquei uma música baixa. A gente se sentou no sofá.

Foi o Caio quem deu o primeiro passo. Ele colocou a mão na minha coxa. Não de um jeito discreto. Foi uma mão pesada, possessiva.

Eu virei pra ele e beijei sua boca. Foi um beijo com fome. A língua dele entrou na minha boca, e eu me entreguei.

A gente começou a se pegar ali mesmo. Minha mão foi pra camisa dele, abri os botões. Sua mão subiu por baixo do meu vestido, achou a calcinha. Puxou pro lado.

Eu olhei pra Clara. Ela estava sentada na poltrona, sem se mexer. Os olhos verdes estavam fixos na gente. Um sorrisinho pequeno nos lábios. As mãos dela estavam no colo, paradas.

Não era um sorriso de deboche. Era de curiosidade. De interesse genuíno.

Caio puxou meu vestido pelos ombros, deixou ele cair na cintura. Meu sutiã era preto, de renda. Ele abriu o fecho com um movimento rápido. Meus peitos caíram, os mamilos já duros.

Ele começou a mordiscar um, depois o outro. A língua dele era quente, úmida. Eu gemí.

Clara não se mexeu. Só observava. A respiração dela parecia um pouco mais acelerada.

A gente continuou por uns cinco minutos. Era uma pegação pesada, molhada. A boca do Caio no meu pescoço, minhas mãos no cabelo dele, puxando. Meu corpo começou a tremer de tesão. Da vergonha? Do perigo? Da excitação pura? Não sei.

Foi a Clara quem quebrou o silêncio.

“Podemos ir para o quarto?”

A voz dela estava rouca, mas calma.

Eu levantei, tonto. Peguei o Caio pela mão. Minhas pernas estavam fracas. Fomos andando pelo corredor. Ouvimos o som da poltrona rangendo. Ela estava atrás de nós.

Entramos no quarto. A luz do abajur estava acesa, suave.

Eu e o Caio nos olhamos. Um segundo de dúvida. Aí ele começou a tirar a camisa. Eu puxei o vestido todo pra baixo, fiquei só de calcinha. Tirei ela. Fiquei completamente nua.

Caio tirou a calça, a cueca. Ele já estava duro. Muito duro.

A gente subiu na cama. A cama grande, de casal, com lençóis pretos.

Voltamos a nos beijar. Minha boca na dele, minha mão no pau dele, sentindo a pele macia, a veia pulsando.

Clara puxou o puff que fica no cantinho do quarto. Sentou. Cruzou as pernas. As mãos ficaram no colo de novo.

“Pode continuar”, ela falou.

Caio me empurrou pra trás, me deitou na cama. Seu corpo foi por cima do meu. Beijou meus seios de novo, desceu pela barriga. A língua dele desenhou círculos no meu umbigo, desceu mais.

Quando a língua dele tocou meu clitóris, eu arquei as costas. Um gemido saiu da minha gargatha.

“Gosta disso?”, a voz de Clara veio do puff.

“Adoro”, eu respondi, ofegante.

“Mostra mais.”

Caio afundou a língua em mim. Começou a me chupar com uma intensidade que me deixou louca. Suas mãos seguravam minhas coxas, abriam elas. Eu estava completamente exposta. Pra ele. E pra ela.

Eu olhei pra Clara. Ela ainda estava sentada, mas as mãos não estavam mais no colo. Uma delas estava no decote da blusa, acariciando a própria pele. A outra estava no joelho, os dedos batendo uma batida nervosa.

Caio mudou o ritmo. Sugava meu clitóris, depois enfiava a língua dentro. Eu me contorcia. Meus dedos se enterravam no cabelo dele.

“Assim, porra”, eu gemei. “Não para.”

Eu senti o orgasmo chegando. Uma onda começando na base da espinha. “Vou gozar… vou gozar agora…”

E veio. Um tremor violento. Meu corpo se contorceu todo. Gritei. Não tentei abafar. Deixei sair. Caio não parou, lambendo tudo, bebendo tudo.

Quando abri os olhos, ofegante, olhei pra Clara.

Ela estava tirando a blusa. Sem pressa. Depois o sutiã. Os seios dela eram menores que os meus, mas lindos. Mamilos cor de rosa, duros. Ela desceu o jeans, a calcinha. Ficou totalmente nua.

E voltou a sentar no puff. As pernas abertas. Uma mão foi direto pro sexo. Ela começou a se tocar, olhando pra gente.

“Quero ver ele te pegar de bruços”, ela falou. A voz dela estava diferente. Mais grossa.

Caio me virou. Me posicionou de quatro. Entrou em mim por trás. Uma penetração profunda, que me fez gritar de novo.

Ele segurou meus quadris, começou a meter. Cada embala era forte, certeira. A cama batia na parede.

“Mais rápido”, Clara pediu.

Caio acelerou.

“Põe as pernas dela nos seus ombros.”

Caio parou, me virou de novo. Deitou de costas, me puxou por cima dele. Levantou minhas pernas, colocou elas sobre os ombros dele. Entrou em mim de novo. Nessa posição, ele entrava ainda mais fundo.

Eu gemei alto. Meu corpo suava. O cabelo grudava no rosto.

Clara se masturbava mais rápido agora. Os dedos dela sumiam e apareciam, molhados. O som baixo da pele dela se tocando se misturava com o som da nossa pele batendo.

“Goza de novo, Diana”, Clara falou. “Quero ver.”

E eu gozei. Outro orgasmo, menos intenso, mas gostoso. Meu corpo tremeu, eu caí no peito do Caio.

Ele continuou. Seus movimentos ficaram mais descontrolados. “Vou gozar”, ele grunhiu.

“Goza nela”, Clara disse. “Por fora. Quero ver.”

Caio tirou de mim no último segundo. A mão dele começou a se mover rápido no próprio pau. E então jorrou. Quente, branco, no meu abdômen, nos meus peitos.

Nós três gememos ao mesmo tempo. Um som único, animal.

Ficamos quietos. Só o som da respiração ofegante.

Depois de um tempo, eu levantei. Meu corpo estava mole, feliz.

“Vamos tomar banho”, eu falei.

Fomos os três pro banheiro. O box era grande. Eu entrei primeiro, chamei a Clara. Ela entrou comigo. O Caio ficou do lado de fora, esperando.

A água caiu sobre a gente. Eu lavei meu corpo, lavei o gozo dele de mim. Clara fez o mesmo. A gente não se tocou. Mas os olhos se encontraram várias vezes. Ela olhou pros meus seios, pro meu quadril. Eu olhei pros seios dela, pro sexo depilado dela.

Era uma admiração pura. Sem ciúme. Sem desejo de tocar. Só de ver.

Saímos, secamos. O Caio entrou. A gente voltou pro quarto, nos deitamos na cama. Clara voltou pro puff, ainda nua.

“Quero ver mais”, ela falou. “Quero ver ele te fazer de conchinha.”

E a noite continuou assim. Por horas. Ela pedia. A gente fazia. Ela observava. Às vezes ela se tocava. Às vezes só olhava.

Foi assim por mais de um ano. Quase todo fim de semana. Às vezes durante a semana também. Fizemos de tudo. No sofá, no chão, no box do banheiro. Sempre com ela ali. Observando. Pedindo. Admiring.

Ela era perfeita. Entendia tudo. Sabia os limites. Nunca tentou tocar. Nunca tentou participar. Era exatamente o que eu queria.

Até que, um dia, teve uma discussão. Não era sobre isso. Era sobre uma coisa boba, de trabalho. Um mal-entendido. A coisa escalou. Palavras foram ditas.

A gente nunca mais se falou.

Faz uns meses agora. Às vezes, na cama com o Caio, eu sinto falta daquele olhar verde fixo na gente. Daquela presença silenciosa que só observava.

Mas faz parte. Pelo menos tive a experiência. E foi tudo o que eu imaginei. E mais.

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