Padrinho fazendo afilhada mulher Publicado por anônimo em 07/08/2021 em Jovens

"Anselmo é um coroa bem conservado para os seus cinquenta anos, pai de dois filhos já adultos e viúvo já há alguns anos."

Conto adicionado a favoritos
Autor adicionado a favoritos
Conto já adicionado a favoritos
Autor já adicionado a favoritos
Conto salvo para leitura posterior
O conto já estava em sua lista para leitura posterior

Ele tem um sítio a uns 40 km da cidade e costuma passar alguns dias de descanso longe do barulho da cidade. Depois de ficar viúvo, sempre que podia levava uma mulher para lhe fazer companhia.

Quem não gostava disso era a Paulinha, filha do caseiro e afilhada do Anselmo. Quando a esposa dele era viva, Paulinha vivia na casa principal e recebia todas as atenções. Os padrinhos sempre solícitos, lhe davam presentes e Anselmo, prometeu que lhe ajudaria nos estudos até ela entrar na faculdade, já que ele tinha condições e gostava muito da menina, porém, um dia Anselmo foi sozinho para o sítio e não teve tempo de levar nenhuma mulher para lhe fazer companhia
Nesse dia, ao chegar ao sítio, depois de falar com o caseiro, cumprimentar a Paulinha disse que queria o jantar para às 20hs, depois entrou no quarto para tomar um banho. Como estava calor, e sozinho, tirou a roupa e ficou apenas de cuecas, quando ouviu alguém bater levemente a porta e envolvendo uma toalha na cintura perguntou:

- Quem é? - uma voz de menina respondeu:

- Sou eu, padrinho, a Paulinha – ela disse com voz calma e sedutora.

- Pois não Paulinha, o que deseja querida? – perguntou e ela sem dizer nada, já foi entrando e fechou a porta com a chave!

Anselmo estranhou a atitude dela e pela primeira vez, depois de anos, reparou bem como a Paulinha era bonita e tinha um belo corpo. Pelo fato de estar sempre acompanhado não tinha visto como a menina havia crescido era mais aquela menininha magrinha e desengonçada do padrinho. Ela estava com um vestido leve, de alcinhas e por estar sem sutiã, o pano do vestido realçava os seios pequenos e firmes, bem como as nádegas redondas e a bundinha prá lá de saliente. De imediato o pau do velho deu sinal parecendo quer furar a cueca e a toalha.

- Padrinho eu queria falar com o senhor - ela disse baixando os olhos – e já foi sentando-se na cama, e menina como ainda era, inclinou-se um pouco para a frente fazendo com que os dois pequeninos seios aparecessem querendo saltar pedindo para serem apalpados.

Anselmo olhava aquela belezura de ninfeta disfarçadamente, cruzando os braços para resistir à tentação, mas o caralho rugia de tesão. A Paulinha então disse que fora seduzida por uma colega da escola e que estava grávida, mas os pais não sabiam ainda, pois se souber mataria a ela e o rapaz, por desonrar a família. Para não ter o filho, queria abortar e precisava de dinheiro. Nisso ela começou a chorar, quase suplicando. Disse ainda que seria um empréstimo, pois quando for trabalhar pagaria tudo com juros.

Anselmo ficou com pena da afilhada, abraçou-a para a confortar, e ela aninhou-se nos seus braços fazendo-o sentir um calor invadindo-o, pois, o corpo dela estava perfumado e a pele macia. Então ele disse que iria ajudá-la, não haveria problema. Ela o abraçou mais fortemente agradecida, feliz e o beijou na boca. Ele sentiu um hálito fresco e o corpo dela bem pertinho o que lhe fez perder a cabeça.

A cabeça de Anselmo foi a mil e nem se importou que era sua afilhada que estava ali a sua frente e estava gravidinha. Ele se pôs a beijá-la, intensamente e sua língua invadia a boca dela e as duas se misturavam, se esfregando. Experiente, desceu as mãos para os seios, e começou a apalpá-los, sentido toda a sua maciez e com as pontas dos dedos e a palma acariciavam sua pele, ela tremia com os calafrios. Instintivamente as mãozinhas dela desceram até ao pênis duro e começou a apalpá-lo.

Anselmo estava perdendo o controle, parou de beijá-la e abaixando as alcinhas do vestido, soltou um gemido de “hum...” ao olhar para os pequenos seios durinhos com os bicos pontudos e eretos. O mamilo era um pouco saliente, perfeito para serem chupados e foi o que ele fez. Caiu de boca nos seios da Paulinha. Ela sorriu e segurou em sua cabeça, fazendo-o um cafuné. Anselmo lambia os mamilos, esfregava a língua para todos os lados, dava alguns chupões e depois voltava a beijá-los. O outro seio, ele ficou apenas segurando com a mão, acariciando o bico dele.

Os dois ficaram assim alguns minutos até Anselmo parar. Ele segurou nos ombros dela e a jogou para trás em cima da cama. Ela ficou deitada, com os seios à mostra, com as pernas para fora da cama. Com isso a toalha que envolvia a cintura de Anselmo já havia caído no chão e Paulinha pode vê-lo somente de cuecas estufadas imaginando que por dentro havia um enorme e delicioso cacete duro que ela iria experimentá-lo pela primeira vez em seus buraquinhos.

- Vamos brincar um pouco Paulinha – disse ele, segurando as pernas dela e as colocando para o alto retirando todo o vestido, deixando-a somente de calcinha. Ele segurou um dos tornozelos e foi retirando-a devagar, mas ignorou a bucetinha com pouco pelinhos e se concentrou nos pezinhos dela

- Que pezinho lindo você tem meu anjo – disse ele.

Os pés dela estavam cheios e os dedinhos curtos encostavam um no outro. A pele era lisa e as unhas pintadas com esmalte branco. Paulinha ria baixinho assistindo a cena. Depois ele encostou seu rosto em sua sola e a beijou com ternura. Subia os lábios por todo o pé, passava a língua pelos dedinhos e depois descia, chegando no calcanhar e deu uma mordidinha na solinha dela. Paulinha deu um pulo na cama.

- Faz isso não padrinho que sinto cócegas – pediu ela, rindo.

Anselmo envolveu a perna dela por debaixo de seu braço e começou a fazer cócegas. Ele esfregava as unhas na sola do pé dela que se contorcia na cama rindo e pedindo para ele parar.

- Quem mandou ter um pezinho tão gostoso igual a esse? – depois ele parou de fazer cócegas e deu mais dois beijos nos pés dela. Paulinha já estava suando, soltando ainda os últimos espasmos das risadas. Ele se aproximou do meio das suas pernas e ficou parado admirando aquela cena.

- Não é possível que seja desse tamanho – disse ele, incrédulo e a Paulinha abriu bem as pernas colocando os joelhos próximos ao abdômen e disse;

- Gostou do tamanho? – Perguntou ela apertando os lábios e mostrando carinha de safada. Anselmo disse:

- Nossa, é bem grande e parece ser suculenta! - isso era uma coisa que Paulinha sabia muito bem. Sua vagina era bem gordinha e saliente. O corte dos lábios vaginais era estreito e bem colado, deixando apenas um corte perfeito no meio. Anselmo se ajoelhou e colocou as mãos em volta dos lábios vaginais. Os puxou para o lado e viu que era rosadinha e lisa e disse ao padrinho:

- Não perde tempo. Coloca logo a boca e me chupa, por favor - disse quase choramingando.

Anselmo abocanhou com toda a vontade. Pela pressão que ele encostou em seu rosto deveria estar mais excitado do que o normal. Ele esfregava a boca para todos os lados, passava a língua por toda a vagina. Paulinha gemia baixinho. Sentia a língua áspera do padrinho esfregar seu clitóris. Apesar de já ter se masturbado muito, ter uma boca em sua vagina era de fato uma das sensações mais prazerosas que ela já sentiu.

Ela quase se derreteu toda ao senti-lo colocar um dedo na entrada da sua vagina, ela logo abriu os olhos para vê-lo. Anselmo ainda lambia o clitóris e empurrava o dedo devagar, penetrando aos poucos. A vagina era tão apertada que ela sentia com perfeição o dedo dele entrando. Ela começou também a se movimentar, jogando seu corpo contra a boca e o dedo dele. Não demorou muito, a sensação de um orgasmo foi subindo e uma fervura tomou conta do seu corpo e Paulinha começou a sentir o músculo da vagina se contrair, suas pernas ficaram trêmulas e sua respiração ofegava. Ela disse em um gemido:

- Vou gozar padrinho, vou gozar! Ai... Aiiiii, aiiiii, como isso é bom – e gemendo mais alto, sentindo a vagina apertar o dedo do padrinho enquanto pulsava. Seu corpo não parava de tremer, a excitação estava a fazendo ter um grande orgasmo. Tudo durou alguns segundos até a sensação começar a sumir. Aos poucos começou a retomar ao normal. Ainda não acreditava. A sensação era diferente de quando se masturbava. O orgasmo era mais intenso e longo.

Ofegante, ela olhou para o padrinho que levantou a cabeça com a boca toda molhada e passando a língua pelos lábios disse:

- Que gosto bom você tem meu anjinho – e enquanto se levantava, já sem cueca e com a cacete duro apontando para o alto e vibrando muito na frente do rosto dela, pegou uma camisinha, que tinha disponível em uma gaveta da estante, que mal conseguia se dilatar, cobriu o pênis e disse:

- Vou dar uns tratos em você agora! – ela sentiu outro arrepio, e respirando fundo quase que adivinhando o desejo dele sussurrou excitada:

- Padrinho, não há perigo, já não sou virgem e estou grávida. Pode me comer a vontade, sem a caminha, eu também quero dar para o senhor! - ouvindo-a, ele ficou ainda mais excitado, e ela abaixou-se, segurou o cacete com as mãozinhas, tirou a camisinha e levou-o na boca abocanhando o cacete todo de uma só vez, fazendo-o delirar de prazer, retribuindo-lhe a chupada maravilhosa que acabara de receber. Chupou-o com vontade durante uns dez minutos e percebendo que ele não tardaria muito pra gozar, pois estava muito excitado e gemia muito, mas ele não queria gozar ainda só queria comê-la.

Deitou-a na cama e se posicionou por cima do corpo dela, esfregando a enorme cabeça do seu pênis por entre os lábios da vagina. Ela suspirava e se entregava dizendo:

- Vem padrinho, fode a sua menininha bem gostoso. Quero ser sua putinha - ela dizia, entre suspiros. Ele esfregava a cabeça do cacete subindo e descendo, deixando-a bem molhada para penetrá-la. Enquanto esfregava, ele revezava os beijava entre a boca, chupando sua língua, mordendo os lábios dela e os seios intumescidos de tesão. Só quem já comeu uma novinha, sabe o que Anselmo estava sentindo naquele momento.

Paulinha ofegava de excitação, seu coração estava acelerado e seu corpo trêmulo. Ela passava a mão no pênis do padrinho, ajudando a esfregar em sua vagina. Ele a deixou ficar masturbando seu pau e se esfregando nele.

- Força o meu cacete pra dentro, vai meu amor, força – pediu ele e ela forçou. A cabeçona conseguiu abrir um pouco a vagina, mas mesmo assim ainda era apertada para passar tudo.

- Acho que não vai entrar – disse ela, agarrando o pau dele e tentando mais uma vez - ele é muito grande padrinho.

Anselmo ficou se movimentando para frente e para trás, sentindo o pênis junto com a vagina dela. Ele forçou mais, a cabeça conseguiu entrar melhor, passando pelos lábios fazendo a Paulinha sentir sua vagina piscar. Era algo intenso. Aos poucos o pênis conseguiu entrar, mas ficou pela metade. Eduardo sentiu a vagina dela por dentro muito apertada, onde não conseguia mais passar... Por enquanto.

- Tudo bem, meu amorzinho? – perguntou ele com um sorriso e ela assentiu com a cabeça que sim. Mesmo sentindo um pouco de dor, mas era uma dor prazerosa.

Anselmo começou a se movimentar devagar, retirando o pênis e depois o colocando de novo, bem devagar para a vagina se acostumar com o invasor. Ele a sentia bem apertada. A sensação de aperto no seu pênis estava o deixando cada vez mais duro, então puxou as pernas dela para cima, as apoiando em seus braços. Nessa posição ele podia controlar melhor os movimentos e ela conseguia ver o enorme pênis dele entrando e saindo de sua vagina.

Anselmo bufava de tesão, parecia um cavalo louco empurrando o cacete com certa dificuldade até sentir um calor envolver o seu caralho e continuou a empurrar. Beijava os seios e ela o abraçava e suspirava. De repente, ele sentiu uma resistência. Era o hímen! Ela era virgem!

- Puta merda Paulinha, você é cabaço ainda? – ele perguntou, mas estava num ponto sem retorno! A surpresa inicial foi dominada pelo desejo e sem pensar mais, com um forte empurrão, enterrou a estaca de uma só vez e furou o cabaço da afilhada! Ela deu um gritinho, o abraçou com as pernas e começou a fazer o movimento de vaivém. Apesar da estocada ter sido violenta, Paulinha aguentou firme e aos poucos a ardência foi substituída pelo tesão. Eduardo afundou seu pênis e começou a se movimentar. A cada enfiada ele acelerava e depois diminuía. A vagina dela já estava toda molhada, facilitando mais a penetração. Depois de alguns minutos naquela posição ele disse:

- Vou gozar!

- Goza padrinho, goza na bucetinha da sua afilhada, me faz mulher – respondeu Paulinha, virando-se para ver ele.

Anselmo enfiou umas cinco vezes com força e na última ficou parado fazendo a Paulinha dentro dela o pênis dele pulsar. A cabeça que já era grande começou a aumentar. O cacete ficou mais grosso, empurrando o interior da vagina para todos os lados e ele começou a gozar. Ela também gozou, pois sentiu o leitinho dela se juntar ao seu e escorrer pelas pernas misturado com sangue.

Anselmo jogou seu corpo para frente, desabando sobre ela com o pênis ainda dentro dela, acariciando o seu corpinho de ninfeta, que estava de olhos fechados curtindo aquele momento único na sua vida. Ele beijava sua nuca e costas com ternura. Mesmo depois de ter gozado, ela sentiu o pênis dele ainda duro como uma rocha dentro dela. Ele deveria estar com muito tesão para não amolecer tão rápido.

Depois, já refeita do gozo, ela explicou que sempre o desejava, pois o via com as mulheres que ele ficava com ciúmes. E que mentiu que já não era virgem e estava grávida para que ele a comesse com mais tranquilidade!

A partir daquele dia, ela passou a ser a sua amante, e transam todas as vezes que ele ia no sítio sem que os pais percebessem, ou faziam que não soubessem, pois ela ficava toda assanhada e desaparecia todas as vezes que ele chegava. Depois contarei umas dessas transas e aconteceu que depois ela terminou o ensino médio, ele deu um jeito de os pais permitirem que ela continuasse os estudos na cidade, morando em uma casa alugada por ele e onde se encontravam secretamente.

Avaliações

Só usuários podem votar 0 de Avaliações

Comentários 1

Sobre este conto

Autor anônimo
Categoria Jovens
Visualizações 936
Avaliação 0 ( votos )
Comentários1
Favorito de0 Membros
Contador de palavras: 2858
Tempo estimado de leitura: 14 minutos

Afiliados