Abril 24, 2025

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Jogos noturnos

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Era tarde da noite e eu jogava CS no computador. Já estava de pijama. Na verdade, só de short de algodão folgado. Era uma noite quente. Qualquer ar que entrasse ajudava a refrescar. A mesa do desktop dava para uma janela que estava aberta. Morava no segundo andar num apartamento de um quarto. Minha vista era para uma edícula, uma pequena casa de fundos. A janela do quarto da edícula dava de frente para minha. A luz de baixo se acendeu e me incomodou. Fechei um pouco a minha janela.

Comecei a ouvir risos. A vizinha tinha chegado, provavelmente de uma festa. Ela era universitária. Tinha uns vinte e poucos anos. Uma bela morena, pele mais escura, do tipo cavala. Não conhecia ela, mas já tinha observado ela pela janela. Nunca vi muita coisa. Sempre foi cuidadosa em fechar a janela. Mas, pelo sons, estava acompanhada. Tinha ouvido, “Vou no banheiro”. Nem olho. Concentrado em matar meus adversários. Escuto, “Gostosa você.” Riem. Minha atenção é despertada. Levanto e vejo minha vizinha mais um garoto. Ele estava sentado na beirada da cama dela com uma camisa polo e uma bermuda. Ela de pé, beijando ele, com uma saia até o joelho e uma camisetinha cheia de brilhos. As mãos dele estão por baixo da saia dela, explorando aquele bumbum avantajado. Meu interesse aumenta. Ela tira a camiseta dele, enquanto as mãos do garoto dessem a calcinha preta e pequeninha dela pelas coxas grossas. O corpo dela estremeceu quando senti o toque dele por baixo da saia. Curvada sobre ele, oferecendo seus peitos ao rosto dele. Ela tira a camisetinha. Seus seios redondos e fartos aparecem apertados contra o sutiã rendado. Ele abaixa as alças que deixa escapar aqueles morros gostosos. A boca dele percorreu tudo em volta até chupar os bicos e puxá-los com vontade. Ela gritou abafado, “Aí”. A safada tinha dois piercings, um em cada mamilo cor de canela. Ele abaixou a bermuda e a sua pica aponta. Está dura como a minha, que já tinha colocado para fora do short e começado uma punheta de leve.

A gostosa ajoelhou, lambendo toda barriga dele até aquele cogumelo rosado. O garoto segurou o cabelo comprido e ondulado dela num rabo de cavalo. A ponta da língua dela acariciou a cabeça do pau, enquanto ela ri para ele, olhando provocativamente para ele. Os quadris dele se mexem, agitando sua vara que bate num vai e vem no rosto daquela fêmea. Ela não se fez de ofendida e começou a lamber todo o corpo genital dele. Até que ele pediu, quase suplicando, “Chupa, Paula”. Ela abocanhou o cogumelo vermelho dele. Vi a saliva dela escorrer por aquela pica. Ajoelhada, rezando e submissa.

O garoto passava as mãos por toda ela, levantando aquela saia. Deixava aparecer aquele sanduíche de buceta. Ele dedava ela, metia do dedo na gruta úmida dela. Quando inclinou um pouco na cama, me viu no alto da janela, batendo uma para aquela cena. Sem vergonha, deu um sorriso malicioso para mim e segurou ela pelo cabelo num rabo de cavalo. Ela teve de mamar tudo, enquanto ele me olhava com cara de macho alfa, vendo um punheteiro passar vontade. Minha pica tava dura. Rígida. Segurava com cuidado para não gozar de tesão. A Paula sentiu o pulsar do garoto. Parou de mamá-lo, rindo nervosa e com vontade do tesão dele. Subiu no colo dele e escorregou o pau para dentro dela. Começou a quicar como uma vagabunda. Ele apertava os melões dela. Que com a dor e o prazer, ela arqueava gostoso sobre a pica dele. Eu via entrando tudo até as bolas. A buceta dela engolia ele todo. O safado dava uns tapas no rosto dela e estalava a mão no bumbum dela. O filho da puta estava dando um show para mim. Ela gozou, gemendo alto. Com certeza, outros apartamentos ouviram os gritos de prazer dela. Ele segurou. Podia ter gozado. Eu teria gozado.

Botou ela de quatro, virada para janela. Ela pegou um travesseiro para enfiar o rosto e abafar os urros do que ela sabia que ia vir. Ele alisou ela entre as pernas, sentido o molhado do gozo dela. Lambeu seus dedos como se apreciasse uma bela sobremesa e me mirando de baixo. Não tive dúvidas: Mostrei minha pica para ele. Queria que ele soubesse que eu tava batendo uma punheta para a mulher, namorado ou ficante dele – uma pequena vingança. A Paula virou para ele, como se estivesse ansiosa pelo por vir, e viu ele saboreando seu tesão. Ela abriu levemente as coxas, pedindo, suplicando… Ele não esperou ela virar de frente e enterrou o pau nela. Empurrou com força. Ela se agarrou ao travesseiro, sentiu o tranco do quadril dele contra suas coxas e bumbum. Ele socava com virilidade. Segurava forte ela pela cintura como se fosse uma égua que pudesse querer escapar. Tirava tudinho e empurrava de novo. Algumas vezes até não aguentar e atolar ele e urrar de prazer. No que ela tira a cabeça do travesseiro, me vê de pau na mão. Um pequeno barulho na janela tinha chamado sua atenção.

Ela gritou brava: “Punheteiro filha da puta! Fecha essa janela!” O garoto segurou ela até gozar tudo. Eu gozei junto dele, sujando meu shorts. Fechei a janela e ela também, mas com a porra escorrendo pelas coxas grossas. Só via o menino dando umas risadas. Fui me limpar e dormir. Ainda, escutava ela nervosa, revoltada, falando que eu era muito filho da puta de ficar observando a transa deles. No mais, fui me limpar e dormir, já era madrugada.

No outro dia, cruzei com ela na porta da padaria no mesmo quarteirão. Ela não me reconheceu de imediato, mas, muito safado, fiquei secando ela. Quando ela percebeu, fez uma cara de nojinho. Passei a mão discretamente no meu pau por cima da minha bermuda. Entrei, logo atrás dela na fila do caixa. Falei baixinho para ela: “Gostei do show”. Ela virou e respondeu rispidamente: “Que bom que gostou. Vai ficar na vontade.”. Dirigiu-se ao caixa e foi embora. Quando cheguei em casa, vi que não era bem verdade o que ela tinha dito. A janela passou a ficar frequentemente aberta.

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