Por
Pé na boca e porra na buceta
Estávamos deitados na cama, sob a luz amarela de um abajur que estava ao lado da cama dela. Nesse momento, depois de 6 dias sem nos vermos, demos um beijo molhado e cheio de vontade. Daqueles que você não consegue parar e não pensa em tirar a língua da boca da pessoa
Obviamente, assim como 1 + 1 é 2, o beijo cheio de vontade levou a mão ir parar em outros lugares. Minha mão passeava no corpo dela. Passava do pescoço a coxa, apalpando e acariciando tudo que aparecia no caminho.
E se 1 + 1 é 2, então logicamente diremos que 2 + 2 é 4, pois como vocês imaginam, as passadas de mão e carícias tiveram um destino final: a calcinha dela. Sentir os lábios dela pela calcinha dela, sentir que ela estava molhada e ainda ouvir a respiração dela estava me deixando maluco, então eu tinha que fazer algo a respeito disso
Foi então quando me levantei e fiquei por cima dela. Beijei sua boca de novo e dessa vez passei a descer os beijos de sua boca até seus peitos. Chupo um, aperto o bico do outro e puxo um pouco, dou uma leve mordida e então passo a descer os beijos de novo. O alvo dessa vez é sua barriga e sua cintura. Quero sentir todo o seu corpo na minha boca. Beijo seu piercing no umbigo, beijo os osssinhos da sua cintura e passo a abaixar o shorts e sua calcinha devagar com as mãos
Cada centímetro que eu abaixava do shorts, era uma saraivada de beijos na área que fora recém exposta. A testa de sua buceta já estava exposta, então meus beijos e minha boca fizeram os mais diversos movimentos possíveis na área. Cada milímetro a menos de área coberta pela roupa era 1bpm a mais que aumentava na minha frequência cardíaca. Faltava pouco pra eu ter a buceta dela a vista
Quando chegou, uma surpresa: ela mencionou ter batido a unha e ter feito um corte pequeno. Por conta disso, nós dois achamos melhor não ter nenhum tipo de penetração ou atrito na área pra seguir a recuperação. Qual foi a decisão tomada então?
Preferi descer meus beijos até a coxa dela, beijando do interno da coxa até o externo. Os beijos desciam levemente em sua perna com o destino óbvio: seus pés. Seus pés com as unhas recém feitas, pintadas de branco com francesinha
Enquanto eu beijava seus pés, decidi tirar meu shorts e cueca pra acompanhar ela na nudez. A vista dela com a buceta aberta enquanto eu beijava seus pés me deixou mais duro do que eu já estava. Não me aguentei e comecei a me masturbar.
Foi aí que ela me surpreendeu e começou a passar seu outro pé pelo meu corpo. Seu pé desenhava meu corpo de cima a baixo. Passava pelo meu pau, passava na minha coxa, nas bolas e principalmente no meu rosto. Seus dedos então começaram a passar pela minha boca enquanto eu ainda tentava beijar seu pé
A masturbação se intensificou quando abri os olhos e vi ela com cara de safada, buceta aberta e o pé na minha boca. Tive então que começar a dedar ela devagar e de leve, pra evitar qualquer atrito desavisado nela. A cena vista por mim foi mágica. Enquanto eu me masturbava, eu dedava ela e tinha o pé dela passando no meu rosto
Isso não durou muito tempo. Eu não aguentei muito. No momento em que seu outro pé buscou algo abaixo das bolas em uma tentativa de chegar a minha bunda, eu acabei me deixando levar pelo tesão e a vontade e senti que ia gozar. O alvo era obvio: sua buceta pedia pra ser banhada com a minha porra. Não perdi tempo e mirei na buceta enquanto ainda dedava ela
Encharquei a buceta dela com a minha porra e segui dedando ela, dessa vez pressionando um pouco acima da testa da buceta pra auxiliar no prazer dela com a dedada. Seguimos até que ela pedisse pra parar. Foi uma noite intensa, apesar de não ter penetração
assim acabei descobrindo que eu gosto demais do pé dela.


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