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Agosto 27, 2025

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A tia que pintou de verde os sobrinhos

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Meu marido, o amor da minha vida, o homem mais bom que eu já conheci, decidiu que a casa precisava de uma pintura nova. E ele, sempre tão prático, lembrou que dois sobrinhos dele, uns moleques no começo dos vinte e poucos anos, estavam precisando de uma grana. Pronto. Problema resolvido. O que ele não sabia – coitado, nunca sabe – é que ele estava entregando a mulher dele de bandeja para dois garanhões cheios de testosterona.

Eram o Joan e o Gabo. O Joan, mais alto, uns ombros largos de quem jogava futebol, com um sorriso fácil e um olhar que já me percorria de cima a baixo quando o tio não estava olhando. O Gabo, mais quieto, mais musculoso, braços definidos de tanto levantar peso, com uma tattoo que saía da camiseta e subia pelo pescoço. Dois meninos lindos, cheirosos, cheios de energia. E eu ali, uma mulher de 35 anos, me sentindo completamente invisível para o meu próprio marido, olhando para aquela força toda e morrendo de vontade.

O primeiro dia foi normal. Eles chegaram cedo, eu servi um café, o marido saiu para trabalhar e ficamos nós. O calor de São Paulo é um convite à preguiça, mas eles trabalharam firme, pintando as paredes da sala. Eu ficava na cozinha, tentando me distrair, mas não conseguia parar de olhar para a musculatura das costas do Joan quando ele esticava para alcançar o alto da parede, ou para o suor que molhava a camisa do Gabo, colando no corpo e marcando cada curva. Meu corpo reagia sozinho. Fiquei molhada o dia todo, aquela humidade constante na calcinha que só piorava quando um deles passava por perto e eu sentia o cheiro deles, mistura de suor, tinta e homem jovem.

No segundo dia, a coisa esquentou. O calor estava de matar e eu, de short curto e uma regata velha sem sutiã, sabia exatamente o que estava fazendo. Eles já estavam mais soltos, brincando, me chamando de “tia” com um tom de gozação que não era nada familiar. Na hora do almoço, eu levei umas cervejas geladas. “Pra refrescar”, disse, inocente. Eles aceitaram na hora. Uma cerveja puxou a outra, a tarde foi passando e a produtividade foi lá pra baixo. A música deles tocava no telefone, uns funk proibidões, e a atmosfera ficou pesada, carregada de uma tensão sexual que eu quase podia tocar.

Foi quando o Joan soltou, olhando pra minha boca enquanto eu bebericava minha cerveja: “Tia Martha, o tio é um homem de sorte, hein?”. O Gabo deu uma risada e concordou: “É mesmo. Tia é gata.” Meu coração disparou. Era a deixa. “Ah, parem com isso”, disse, fazendo uma carinha de falsa modéstia. “O problema é que sorte na rua, em casa…”, deixei a frase morrer no ar, sugerindo tudo.

Eles ficaram quietos por um segundo, os dois me encarando. Por um instante, eu pensei: “Martha, você estragou tudo. Eles vão te achar uma velha tarada e contar tudo pro seu marido.” O medo bateu forte. Mas então o Joan se levantou, foi até a geladeira e pegou mais três cervejas. Quando voltou, ele não sentou na cadeira. Ele veio até mim, ficou na minha frente, e o Gabo se aproximou por trás. Eu estava cercada.

“A gente também tem sorte, tia”, disse o Joan, a voz um pouco rouca. “De estar aqui com você.” O Gabo, atrás de mim, passou a mão levemente no meu cabelo. “O tio não precisa saber de nada”, sussurrou ele no meu ouvido, e o arrepio percorreu toda a minha espinha.

Não precisei de mais nada. Eu agarrei a nuca do Joan e puxei o rosto dele para o meu, beijando ele com uma fome que eu nem sabia que tinha. Ele respondeu na hora, a boca dele jovem, voraz, a língua invadindo a minha. Enquanto isso, as mãos do Gabo exploravam meu corpo por cima da regata, apertando meus seios, beliscando meus mamilos que já estavam duros e doloridos de tanto tesão. Eu gemi no beijo do Joan, sentindo as mãos do Gabo me dominando.

“Vamos para o quarto”, eu consegui dizer, entre um beijo e outro. “Agora.”

Eles me seguiram, e eu me senti como uma presa levando dois predadores para a toca. Mal entrei no quarto, o Joan me virou e arrancou minha regata. Os seios caíram para fora, e os dois pararam por um segundo para admirar. “Que peitos lindos, tia”, Gabo disse, antes de enterrar a boca em um, chupando e mordendo enquanto o Joan beijava meu pescoço e apertava o outro seio com força. Eu estava em êxtase, tocada por quatro mãos, duas bocas, perdida naquela sensação.

Eles me deitaram na cama e, com uma sincronia que parecia ensaiada, tiraram meus shorts e a calcininha encharcada. O Joan ficou na minha frente, metendo o pau na minha boca – que era grande, grossa e dura – enquanto o Gabo abria minhas pernas e começava a me lamber. Eu estava sendo devorada viva. A língua do Gabo era habilidosa, me fazendo gemer e contrair com a boca cheia do pau do Joan. Eu gozei na boca do Gabo, tremendo, e ele não parou, lambendo todo o meu mel enquanto eu me contorcia.

“Eu quero mais, tia”, o Joan disse, saindo da minha boca. “A gente quer tudo.”

Eu sabia o que “tudo” significava. Um olhou para o outro, e eu, no auge da minha loucura, só consegui concordar. “Sim. Me fodem. Os dois.”

O Gabo se deitou de costas e me pôs por cima dele. Eu sentei na rola dele, que era igualmente impressionante, e comecei a cavalgar, sentindo ele entrar fundo em mim. Enquanto isso, o Joan pegou um lubrificante da mochila dele – esses moleques estavam preparados, claramente não era a primeira vez – e começou a preparar meu outro buraco. Eu estava tão excitada, tão aberta, que quando a cabeça do pau dele pressionou meu cuzinho, eu só gemi “Vai, enfia!”.

E ele foi. Devagar no começo, mas depois com força. A sensação de estar preenchida completamente, por dois homens ao mesmo tempo, era indescritível. Era uma mistura de dor, prazer, poder e submissão. Eles me usavam, mudando de posição, um me comendo por trás enquanto o outro ficava na minha frente para eu chupar, e depois trocando. O quarto cheirava a sexo, suor e juventude. Eu era a puta deles, a tia safada que eles estavam comendo, e eu adorava cada segundo.

Quando eu senti que eles iam gozar, eu pedi: “Gozem dentro de mim! Por favor!”. O Joan, no meu cu, gemeu “Toma, sua vadia!” e jorrou quente dentro do meu traseiro. A sensação fez o Gabo explodir dentro da minha buceta segundos depois. Eu gozei junto, uma onda de prazer tão intensa que minha visão ficou turva.

Eles caíram ao meu lado, ofegantes. Nós três, melados, suados, cheirando a sexo. O silêncio foi quebrado pelo Joan: “Caralho, tia. Isso foi foda.”.

O Gabriel riu: “O tio não sabe o que está perdendo.”.

E eu, com um sorriso de satisfação de quem finalmente foi saciada, só respondi: “Ele nunca vai saber. E vocês… estão contratados para pintar o resto da casa quando quiserem.”.

E assim foi. O meu marido chegou em casa, feliz da vida com o trabalho “tão bem feito” dos sobrinhos. E eu, com a minha buceta ainda latejando e o cuzinho dolorido, só conseguia sorrir, sabendo que aqueles dois meninos tinham me dado o que o meu marido nunca conseguiria: fogo.

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