Deixei de ser amiga para ser amante Publicado por anônimo em 01/11/2019 em Infidelidade

"Pedro era daqueles amigos que você ama estar junto. Divertido, risonho, com ótimo papo."

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Ficamos amigos nas andanças da faculdade e levamos pra vida, mesmo depois de formados. Tudo em Pedro era maravilhoso, menos a namorada. Júlia era uma garota mimada, com lá seus vinte e dois anos, e namorava o Pedro a mais de dois anos. Ela era um porre de mulher. Cheia de manias, reclames, choradeiras. O babaca do Pedro fazia tudo por ela. Levava pra cima e pra baixo, aturava as pirracinhas, beicinhos e fazia as vontades. Enquanto Júlia o fazia de gato e sapato.

Algumas vezes eu sentia o Pedro querer reclamar de alguma coisa sobre ela, mas ele sempre exitava, defendendo sua namoradinha sempre que podia. O que eu achava? Bom... Pra mim ela era uma idiota! Eu sempre evitava ficar muito tempo quando ela estava perto porque não a suportava. Sempre dava um jeito de sair, inventar uma desculpa. Era ela chegar e eu pensar "lá vem essa patreca escrota", "Se ela fosse muda seria melhor". Obviamente que eu não dizia nada do que eu pensava sobre ela para o Pedro. Era claro que ela não curtia muito a minha cara, e eu tão pouco ia com a dela. Talvez ele percebesse, mas não comentava.

Certo dia era tarde, fiz umas horas extras no trabalho e recebo uma mensagem do Pedro perguntando se eu estava de saída. No encontramos em uma calçada, rimos um pouco e caminhamos algumas quadras até a casa dele, que era próxima. Uma forte chuva estava pra cair e, como de costume, eu pegaria meu ônibus pra casa, já que morava um pouco mais distante. Percebendo que eu ficaria encharcada mesmo sob o ponto de ônibus, ele me convidou para entrar. Aquilo era absolutamente normal, eu já havia estado lá sozinha com ele várias vezes, éramos amigos de verdade, sem maldades.

Enquanto a chuva caia violentamente lá fora, nós conversávamos e bebíamos um vinho gostoso. Pedro era amante de vinhos e adorava torrar seu dinheiro comprando garrafas caríssimas. Certa hora, não lembro porquê, estávamos no quarto dele, que olhava pela janela meio desligado.

- O que foi, Pedro?
- Tive uns problemas com a Júlia.
- Quer me contar?
- Deixa pra lá. É bobeira! Ciúmes... Ela me sufoca às vezes.

Não sei se eu estava meio alterada pelo vinho, ou se minha boca só disse o que estava entalado havia meses. Respirei e falei meio alterada:

- Sabe, Pedro. Aquela garota não merece você. Você faz tudo por ela. Eu te vejo se contorcendo pra agradar... E aquela.... Aquela vadiazinha não dá valor! Piranha...

Parei por um segundo e raciocinei que tinha falado uma baita merda. Meus olhos se arregalaram. Pedro se virou na minha direção com um rosto completamente diferente de qualquer expressão que eu já o tinha visto fazer. Esbravejando contra mim ele disse:

- Não fale da Júlia, Anne! Quem é você pra xingar minha namorada?

Embora eu soubesse que estava errada, não abaixei a cabeça. Então começamos a discutir. Falei um cado de besteiras sobre o que eu achava dela e ele me rebatia atordoado até que:

- Quer saber, seu babaca! Eu vou embora! Você é um idiota!

Eu me virei de costas e ia andando para porta quando senti a mão dele agarrar meu pulso, me virando bruscamente. Fiquei trêmula e ele se aproximou, quase colando o corpo no meu. Eu nunca vou saber explicar o que deu em nós naquela noite, mas foi incontrolável. Nossos olhares eram ferozes e foi inevitável que nossas bocas se tocassem num beijo ofegante. Nossas línguas se tocavam, meus braços envoltavam seu pescoço, suas mãos apertavam minhas costas. Sua boca era tão gostosa. Me conduzia em um beijo maravilhoso.

Apressado, ele desabotoou minha camisa, daquelas do tipo social-feminina. Me atirou na cama e em pouco tempo eu já estava só de calcinha e sutiã. Eu, faminta, queria logo tirar a calça dele, mas consegui no máximo abrir a zíper. Ele me pegou pela cintura, com uma manobra habilidosa, abriu meu sutiã e deixou meus seios livres. Senti sua boca quente chupar um de meus mamilos e despejei um alto gemido naquele quarto. Ele abocanhava e lambia com gosto. Nas poucas vezes em que parava, eu me apressava em oferecer o outro pra ele chupar também. Suas mãos apertavam minha bunda eu puxava sua cabeça contra o meu busto.

Depois de ele dar boas sugadas em meus seios, me soltei e voltei a abrir sua calça. Coloquei seu pau pra fora e não perdi nem um segundo. Enfiei seu membro todo na minha boca. Pelo menos até onde que conseguia. Chupei com muita vontade, até porque fazia um tempo que eu não fazia sexo. Eu arrancava urros de prazer de Pedro, que guiava meu boquete com a mão em meus cabelos. Deixei aquele caralho bem babado e ainda o masturbei por um tempinho.

Pedro me tacou na cama de novo e tirou minha calcinha e meteu a boca na minha buceta, me levando aos céus. Ele lambia minha pepeca melada, abusando do meu clitóris e me deixando louca. Eu tive que me segurar e muito pra não gozar ali mesmo, na boca dele. Quando eu não aguentava mais, supliquei "Me come! Me come logo!"

Do jeito que eu estava, fiquei. De pernas bertas pra ele, sob sua cama senti Pedro me penetrar com aquele pênis grande e gostoso. Me contorci todinha ao sentir ele me invadindo. Gemi alto e sem pudor algum. Ele começou a foder, me olhando fixamente nos olhos. Podíamos ouvir a cama rangendo, tamanha intensidade daquela transa. Eu só conseguia repetir "isso... Vai... Assim... Fode!". Aquela posição era maravilhosa. Seu corpo grande sobre o meu. Sua boca na minha. Era gostoso demais.

Quando ele tirou o pau de mim, avancei sobre ele e me encaixei. Eu sentei nele incessantemente, eu rebolava, quicava até sentir que não tinha mais forças. Seu pau e minha buceta faziam um encaixe perfeito! Eu delirava, agora sendo forçada pelas suas mãos firmes a continuar sentando naquele caralho.

Me vendo um pouco exausta, ele não exitou em me lançar de quatro na cama. Suas unhas cravaram em minha cintura e seu pau me penetrou o mais fundo possível, me roubando gritos de prazer. Apertava meu bumbum empinadinho pra ele e dava uns tapinhas. Eu forçava minha buceta contra o seu caralho, fazendo ir mais fundo ainda. Não resisti a toda aquela loucura. Senti meu corpo arder em puro tesão e um orgasmo intenso me dominou enquanto eu gemia incontrolavelmente com a boca abafada pelo travesseiro. Minhas perninhas tremiam e meus olhos se comprimiam em um climax máximo.

Eu deixei meu corpo deitar de bruços sobre a cama. Ele beijou minhas costas e depois minha nuca. Eu ainda queria senti-lo mais um pouco. Separei um pouco as pernas e pedi pra ele me penetrar de novo. Pedro me comeu ali, com seu corpo sobre o meu. Eu sentia todo seu membro entrar e sair de mim. De repente sua respiração se tornou alterada e seu urros era mais frequentes.

- Goza dentro! Goza dentro de mim! Por favor! Eu quero! Eu quero! - Eu pedi sem medo algum.

Com sua respiração aquecendo meu pescoço, senti ele derramar aquele gozo quente dentro da minha buceta, selando aquele momento inesquecível. Eu estava serena, alegre, cansada e satisfeita. Nos deitamos e ele me abraçou por trás. Adormeci em seus braços, acordado apenas no outro dia.

Pela manhã. Me levantei embaraçada. Nossos olhares se evitavam. Eu disse que precisada ir trabalhar, o que era mentira, pois era meu dia de folga. Eu deixei sua casa, indo embora com o pensamento distante de como teria sido nós dois tivéssemos descobrido todo este desejo antes.

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Autor anônimo
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