Que delícia ser comida por um velho experiente
Fui num bar perto de casa, daqueles meio barra pesada, com cheiro de velho e vinho. Coloquei uma regata bem justinha, branca, e um sutiã que empina tudo. Marquei os bicos com gelo antes de sair, pra ficar durinho igual pedra. Cheguei e sentei na ponta do balcão, pedi uma cerveja.
Em cinco minutos senti o olhar. Me virei e lá estava ele. Um cara de uns 60, grisalho, com uma barriga grande e mão grossa, daquelas de quem trabalha pesado. Tava sentado sozinho numa mesa, com uma garrafa de vinho, e não tirava os olhos de mim. Me olhava fixo pras tetas, sem disfarçar nada, como se fossem dele. Eu sustentei o olhar por um segundo e desviei, mas senti aquele calor subindo entre as pernas.
Pedi outra cerveja. Quando o garçom foi embora, senti alguém sentar do meu lado no balcão. Era ele. Cheirava a cigarro e sabonete barato. Não falou nada no começo, só pediu mais vinho. Depois me olhou e falou:
— Sempre tão calada ou não curte companhia?
Olhei pra ele. Tinha olho pequeno, de tanto apertar pra enxergar, e ruga no canto. As mão apoiada no balcão, grandona, cheia de veia.
— Depende da companhia — falei.
— Eu sou boa companhia — ele disse, e riu mostrando dente amarelado —. Principalmente pra uma mina tão gata. Quantos anos cê tem?
— Trinta e seis — falei.
— Uhh, uma neném — ele disse —. Eu tenho sessenta e dois. Daria teu pai.
— Meu pai já morreu — respondi.
Ele ficou quieto um segundo, depois riu de novo. — Melhor, assim ele não vem me buscar.
Eu também ri, e quando ri a regata mexeu e marcou mais as tetas. Ele olhou e deu pra ver que ficou de boca seca. Passou a língua nos lábios.
— Posso sentar mais perto? — perguntou.
— Assim tá bom — falei, mas sorrindo.
Ele chegou mais perto mesmo assim. Colocou a mão no meu ombro. Tava quente, pesada. — Mora sozinha?
— Sim.
— E não tem medo de andar por esses bares, mostrando esse par assim?
— Medo de quê?
— De cara igual eu — ele disse, e apertou meu ombro.
Virei no banco e olhei reto pra ele. Tava com a cara vermelha de vinho, barba por fazer, olho meio injetado. — Cê é perigoso? — perguntei.
— Posso ser se você deixar — ele falou.
— E o que eu teria que deixar cê fazer? — perguntei. Já sentia a calcinha molhada.
Ele me encarou. Depois desceu a mão do meu ombro e colocou no meu joelho. Tava áspera, quente. Subiu um pouco, por cima da calça jeans. — Deixa eu adivinhar o tamanho dessas tetas — ele disse —. Tenho um método infalível.
— Qual?
— Tocá-las.
Ri. — Assim qualquer um.
— Não, não, espera — ele falou —. É científico. Primeiro tem que ver se pesa muito.
E sem pedir licença, colocou as duas mãos nas minhas tetas, por cima da regata. Segurou, como se tivesse pesando. Fiquei parada, sentindo o calor das mãos dele, a pressão. Era grande, áspera, apertava com vontade.
— Uf — ele disse —. É mais pesada do que parecia. Deve ser uma DD, né?
— Uma E — respondi, e a voz saiu rouca.
— Uma E — ele repetiu —. Meu Deus.
E não soltava, continuava apertando, massageando. Apertou meus bicos com os dedão e eu mordi o lábio pra não gemer.
— Cê tá gostando, né? Tá gostando que um velho aperte suas tetas aqui, em público.
— Tô — falei. Não dava pra mentir.
— Quer continuar na minha caminhonete? Tá estacionada ali na frente.
Paguei rápido. Saímos. A caminhonete era uma Ford velha, meio caindo aos pedaços. Entrei no banco de trás, ele entrou atrás comigo. Fechou as portas e no escuro senti a mão dele de novo nas minhas tetas, mas dessa vez não ficou por cima. Levantou minha regata, puxou meu sutiã pra baixo e deixou elas no ar. Grandes, brancas, com os bicos escuros e durinhos.
— Olha isso — ele disse, quase sem voz —. Nunca tive umas assim na mão.
Ele se abaixou e chupou um bico. A boca dele era quente, molhada, e a língua áspera. Ficava rodeando, chupando, enquanto com a mão apertava a outra teta com força. Eu gemia e agarrava a cabeça grisalha dele, apertando contra mim.
— Chupa bem — eu falava —. Assim, assim, vai.
Depois de um tempo ele parou. Me olhou.
— Deixa eu ver mais? — perguntou.
Tirei a calça jeans e a calcinha de uma vez. Fiquei no banco, com as perna aberta. Ele se ajoelhou no assoalho da caminhonete, entre minhas pernas, e ficou olhando. Enfiou um dedo e sentiu o molhado.
— Tá ensopada — ele disse —. Toda essa água é por minha causa.
Ele enfiou a cabeça ali e me chupou. A buceta. Enfiou a língua inteira, mexia pra dentro, pra fora, chupava meu grelo. Eu gemia alto, apertando a cabeça dele com as coxas.
— Assim, velho, chupa gostoso, chupa tudinho.
Quando não aguentei mais, puxei ele pelo cabelo.
— Me dá — falei —. Me dá agora.
Ele abaixou a calça. Tava com o pau duro, grande pra idade dele, grosso, com a cabeça roxa. Colocou uma camisinha que tirou do porta-luvas. Depois me colocou de bruços no banco, levantou minha bunda e enfiou de uma vez.
Gritei. Era largo, preenchia tudo. Ele começou a me comer com força, agarrando minha cintura, metendo com tudo. A caminhonete balançava, os amortecedores rangiam. Eu apertava as tetas contra o banco e gemia.
— Tá gostando de ser comida por um velho, sua putinha? — ele falava, ofegante —. Tá gostando dessa pica de sessenta anos?
— Tô, tô, me dá mais forte — implorava.
Ele me virou, me colocou de barriga pra cima e levantou minhas pernas. Colocou nos ombros e continuou me comendo. Assim eu via a cara vermelha dele, o suor caindo em mim. As tetas dele, grandes e caídas, balançavam a cada estocada. Pra mim, era a coisa mais quente do mundo.
— Vou gozar — ele disse de repente —. Onde cê quer?
— Na cara — falei —. Quero seu leite de velho na minha cara.
Ele tirou a camisinha rápido e segurou o pau na mão. Bateu uma punheta duas vezes e esporrou tudo na minha cara. Quente, grosso, acertou meus olhos, minha boca, minhas tetas. Foi um monte, escorria tudo.
Ele ficou olhando a própria obra, ofegante. Limpei os olhos com a mão e chupei os dedos. Ele sorriu, cansado.
— Volta amanhã — ele disse —. Te pago outra cerveja.
E aqui estou eu, escrevendo isso, ainda com a buceta quente e a cara melada. Amanhã volto. Quem sabe dessa vez não aparece um mais velho ainda.


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.