Março 9, 2026

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Que delícia ser comida por um velho experiente

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Fui num bar perto de casa, daqueles meio barra pesada, com cheiro de velho e vinho. Coloquei uma regata bem justinha, branca, e um sutiã que empina tudo. Marquei os bicos com gelo antes de sair, pra ficar durinho igual pedra. Cheguei e sentei na ponta do balcão, pedi uma cerveja.

Em cinco minutos senti o olhar. Me virei e lá estava ele. Um cara de uns 60, grisalho, com uma barriga grande e mão grossa, daquelas de quem trabalha pesado. Tava sentado sozinho numa mesa, com uma garrafa de vinho, e não tirava os olhos de mim. Me olhava fixo pras tetas, sem disfarçar nada, como se fossem dele. Eu sustentei o olhar por um segundo e desviei, mas senti aquele calor subindo entre as pernas.

Pedi outra cerveja. Quando o garçom foi embora, senti alguém sentar do meu lado no balcão. Era ele. Cheirava a cigarro e sabonete barato. Não falou nada no começo, só pediu mais vinho. Depois me olhou e falou:

— Sempre tão calada ou não curte companhia?

Olhei pra ele. Tinha olho pequeno, de tanto apertar pra enxergar, e ruga no canto. As mão apoiada no balcão, grandona, cheia de veia.

— Depende da companhia — falei.

— Eu sou boa companhia — ele disse, e riu mostrando dente amarelado —. Principalmente pra uma mina tão gata. Quantos anos cê tem?

— Trinta e seis — falei.

— Uhh, uma neném — ele disse —. Eu tenho sessenta e dois. Daria teu pai.

— Meu pai já morreu — respondi.

Ele ficou quieto um segundo, depois riu de novo. — Melhor, assim ele não vem me buscar.

Eu também ri, e quando ri a regata mexeu e marcou mais as tetas. Ele olhou e deu pra ver que ficou de boca seca. Passou a língua nos lábios.

— Posso sentar mais perto? — perguntou.

— Assim tá bom — falei, mas sorrindo.

Ele chegou mais perto mesmo assim. Colocou a mão no meu ombro. Tava quente, pesada. — Mora sozinha?

— Sim.

— E não tem medo de andar por esses bares, mostrando esse par assim?

— Medo de quê?

— De cara igual eu — ele disse, e apertou meu ombro.

Virei no banco e olhei reto pra ele. Tava com a cara vermelha de vinho, barba por fazer, olho meio injetado. — Cê é perigoso? — perguntei.

— Posso ser se você deixar — ele falou.

— E o que eu teria que deixar cê fazer? — perguntei. Já sentia a calcinha molhada.

Ele me encarou. Depois desceu a mão do meu ombro e colocou no meu joelho. Tava áspera, quente. Subiu um pouco, por cima da calça jeans. — Deixa eu adivinhar o tamanho dessas tetas — ele disse —. Tenho um método infalível.

— Qual?

— Tocá-las.

Ri. — Assim qualquer um.

— Não, não, espera — ele falou —. É científico. Primeiro tem que ver se pesa muito.

E sem pedir licença, colocou as duas mãos nas minhas tetas, por cima da regata. Segurou, como se tivesse pesando. Fiquei parada, sentindo o calor das mãos dele, a pressão. Era grande, áspera, apertava com vontade.

— Uf — ele disse —. É mais pesada do que parecia. Deve ser uma DD, né?

— Uma E — respondi, e a voz saiu rouca.

— Uma E — ele repetiu —. Meu Deus.

E não soltava, continuava apertando, massageando. Apertou meus bicos com os dedão e eu mordi o lábio pra não gemer.

— Cê tá gostando, né? Tá gostando que um velho aperte suas tetas aqui, em público.

— Tô — falei. Não dava pra mentir.

— Quer continuar na minha caminhonete? Tá estacionada ali na frente.

Paguei rápido. Saímos. A caminhonete era uma Ford velha, meio caindo aos pedaços. Entrei no banco de trás, ele entrou atrás comigo. Fechou as portas e no escuro senti a mão dele de novo nas minhas tetas, mas dessa vez não ficou por cima. Levantou minha regata, puxou meu sutiã pra baixo e deixou elas no ar. Grandes, brancas, com os bicos escuros e durinhos.

— Olha isso — ele disse, quase sem voz —. Nunca tive umas assim na mão.

Ele se abaixou e chupou um bico. A boca dele era quente, molhada, e a língua áspera. Ficava rodeando, chupando, enquanto com a mão apertava a outra teta com força. Eu gemia e agarrava a cabeça grisalha dele, apertando contra mim.

— Chupa bem — eu falava —. Assim, assim, vai.

Depois de um tempo ele parou. Me olhou.

— Deixa eu ver mais? — perguntou.

Tirei a calça jeans e a calcinha de uma vez. Fiquei no banco, com as perna aberta. Ele se ajoelhou no assoalho da caminhonete, entre minhas pernas, e ficou olhando. Enfiou um dedo e sentiu o molhado.

— Tá ensopada — ele disse —. Toda essa água é por minha causa.

Ele enfiou a cabeça ali e me chupou. A buceta. Enfiou a língua inteira, mexia pra dentro, pra fora, chupava meu grelo. Eu gemia alto, apertando a cabeça dele com as coxas.

— Assim, velho, chupa gostoso, chupa tudinho.

Quando não aguentei mais, puxei ele pelo cabelo.

— Me dá — falei —. Me dá agora.

Ele abaixou a calça. Tava com o pau duro, grande pra idade dele, grosso, com a cabeça roxa. Colocou uma camisinha que tirou do porta-luvas. Depois me colocou de bruços no banco, levantou minha bunda e enfiou de uma vez.

Gritei. Era largo, preenchia tudo. Ele começou a me comer com força, agarrando minha cintura, metendo com tudo. A caminhonete balançava, os amortecedores rangiam. Eu apertava as tetas contra o banco e gemia.

— Tá gostando de ser comida por um velho, sua putinha? — ele falava, ofegante —. Tá gostando dessa pica de sessenta anos?

— Tô, tô, me dá mais forte — implorava.

Ele me virou, me colocou de barriga pra cima e levantou minhas pernas. Colocou nos ombros e continuou me comendo. Assim eu via a cara vermelha dele, o suor caindo em mim. As tetas dele, grandes e caídas, balançavam a cada estocada. Pra mim, era a coisa mais quente do mundo.

— Vou gozar — ele disse de repente —. Onde cê quer?

— Na cara — falei —. Quero seu leite de velho na minha cara.

Ele tirou a camisinha rápido e segurou o pau na mão. Bateu uma punheta duas vezes e esporrou tudo na minha cara. Quente, grosso, acertou meus olhos, minha boca, minhas tetas. Foi um monte, escorria tudo.

Ele ficou olhando a própria obra, ofegante. Limpei os olhos com a mão e chupei os dedos. Ele sorriu, cansado.

— Volta amanhã — ele disse —. Te pago outra cerveja.

E aqui estou eu, escrevendo isso, ainda com a buceta quente e a cara melada. Amanhã volto. Quem sabe dessa vez não aparece um mais velho ainda.

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