Maio 28, 2026

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A foto da cunhada

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Eu nunca imaginei que algo assim fosse acontecer. Semana passada a minha cunhada, a Larissa(nome fictício), tinha passado lá em casa mais cedo. Ela pediu pra usar meu PC rapidinho pra checar umas fotos do celular dela que tava sem espaço. Eu deixei, claro. Aos 19 anos, 1,60 de altura, moreninha, magrinha, com aquele corpinho de ninfetinha gostosa que me deixava louco toda vez que ela aparecia de shortinho ou legging, era impossível dizer não.

Quando ela foi embora, entrei no Google Fotos pra ver umas coisas minhas. Foi aí que vi: a conta dela ainda tava logada. Centenas de fotos dela. Comecei a passar devagar, o coração acelerado. Tinha selfies normais, mas também várias sensuais… decotes, poses de biquíni, bunda empinada no espelho. Meu pau já tava latejando dentro da calça.
Desci mais. E então encontrei.

Uma foto dela no quarto, luz baixa, blusa levantada. Os peitinhos pequenos e firmes pra fora, bicos escuros e arrepiados, olhando pra câmera com cara de safada. A calcinha minúscula mal cobria a bucetinha depiladinha. Ela tava mordendo o lábio inferior, uma mão apertando um peito, a outra descendo pela barriguinha lisinha.

Já abrindo o zíper. Sentei na cadeira, pau duro na mão, e comecei a bater uma olhando praquela imagem. Imaginava ela ali, na minha frente, tirando a roupa devagar só pra mim. Na minha cabeça, Larissa se ajoelhava, aqueles olhinhos inocentes virando putos, e enfiava meu pau na boquinha quente. Chupava gostoso, lambendo a cabeça, descendo até o fundo da garganta enquanto me olhava.

Depois eu colocava ela de quatro na cama, empinava aquela bundinha redonda e enfiava devagar na bucetinha apertada e molhada. “Ai, cunhado… me fode…”, ela gemia no meu sonho. Eu metia fundo, segurando aqueles quadrilzinhos finos, sentindo a xota dela piscando no meu pau.
Gozei forte. Jatos grossos subindo na barriga enquanto olhava pro nude dela, imaginando que era dentro da bucetinha da Larissa que eu tava enchendo.

Quando a porra parou de sair, fiquei ali ofegante, olhando a foto dela sorrindo safada. Sabia que isso era errado pra caralho… mas também sabia que não ia conseguir parar de olhar. E que, de agora em diante, toda vez que ela viesse aqui, eu ia ficar imaginando como seria foder de verdade aquela ninfetinha gostosa.

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