Abril 15, 2026

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Siririca na fazenda

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Isso aconteceu há uns 18, 19 anos, eu era nova e virgem na época. Sempre tive um ideal, esse que caiu por terra quando os eventos dessa história aconteceram. Cresci com a ideia de que encontraria o amor da minha vida, é só então perderia a virgindade, mas conforme fui entrando na adolescência, os hormônios e a curiosidade me fizeram perder essa ideia ridícula.

Eu era bem tímida, então o pouco contato que tinha com o sexo e coisas relacionadas eram com as histórias das minhas amigas mais velhas, na época eu não tinha celular, e os celulares antigos também não serviam para muita coisa. Um tempo depois da primeira menstruação, conheci e comecei a me masturbar, isso se tornou um vício que tenho até hoje, quando ouvia as histórias das minhas amigas eu ficava horas me masturbando em casa. Essa minha tara pela siririca aumentou quando encontrei uma revista Playboy do meu pai, era da Natália Nara, fiquei maravilhada, nessa época até me achei estranha, eu senti tesão no corpo de outra mulher, mas isso deu muito mais potência para minha imaginação.

Bom, até agora foi só o meu backstory até o momento que realmente começa esse relato, que foi quando me masturbei enquanto meu primo me olhava. Então deixando tudo mais simples, após menstruar pela primeira vez, aprendi a me masturbar e me tornei uma siririqueira haha.

Era final de ano, 2006, nossa família tinha ido passar o final de ano na fazenda dos meus tios, era um lugar bem grande, cheio de gado e outros animais. Como tinha quarto de sobra todo mundo ficou com um quarto sozinho, eu que não era boba, sempre que tinha oportunidade, aproveitava para siriricar, as vezes ficava a noite inteira haha.

Acho que era uma quarta feira, o dia tinha sido bem puxado, cheio de coisas e brincadeiras, após o banho, me tranquei no quarto mais cedo dizendo que ia dormir, mas não fui de verdade.

Fiquei até de madrugada siriricando enquanto imaginava coisas, naquela época, eu não pensava em alguém específico, acho que a única pessoa que podia pensar na época era a Natália da revista, mas fora isso, não pensava em ninguém. Minha cabeça ficava mais imaginando como seria, o prazer da penetração, o que eu sentiria, a sensação, o calor… Já era bem tarde quando senti um calafrio meio estranho, olhei para os lados assustada e vi um vulto desaparecer da janela, me cobri na hora, me virando para o outro lado, alguém tinha me visto ou era só coisa da minha cabeça? Nem consegui terminar naquele dia, fui assustada, demorou, mas apaguei.

No outro dia, não consegui bater siririca, fiquei de olho na janela, enquanto lia um livro pequeno, já era bem tarde quando vi um vulto na janela, dessa vez não me acanhei, corri para a janela e peguei meu primo mais velho saindo de fininho, acho que ele foi dar uma espiada, ver se eu estava siriricando igual na noite anterior, meu coração acelerou, será que ele tinha visto? Será que tinha dito pra alguém? Será que ele tinha… gostado?

Não perguntei nada pra ele no outro dia, mas fiquei de olho, sempre pegava ele me olhando, isso deixou claro que ele tinha visto, pelo menos alguma coisa, porém eu ficava me perguntando, ele me viu só quela vez ou já tinha me pegado naquele momento íntimo mais vezes? Porque desde o primeiro dia que nós chegamos lá, eu siriricava.

Naquela noite não bati siririca, estava um pouco envergonhada, fiquei apenas lendo, e mais uma vez peguei ele indo me espiar, porém fiquei tranquila, sabia que ele tinha visto, mas pelo menos ele não tinha dito nada para ninguém. Notei que ele ficou lá um bom tempo me olhando, fingi que não via, mas algo em mim estava começando a esquentar, fui ficando excitada. Ainda fingia que não estava vendo ele, joguei o livro pro lado e desci a mão para o meu shortinho curto, eu sempre estava com um pijaminha bem bonitinho e folgado, esse era amarelo claro, cheio de flores. Minha mão escorregou para dentro do short, senti minha pele quente e por ter ficado dois dias sem siririca estava sedenta. Minha buceta pulsava contra meus dedos, comecei de leve sentindo os lábios macios e úmidos, nesse momento um leve gemido escapou da minha boca, mordi o lábio tentando conter o tesão. Com a visão periférica conseguia ver o vulto do meu primo que continuava me olhando, nesse momento minha buceta piscou forte, pensei na possibilidade de ele estar batendo uma para a visão da priminha novinha batendo uma siririca.

O tesão foi ficando cada vez maior, podia sentir os olhos dele me perfurando, me despindo completamente, senti o calor tomar conta do meu corpo. Tirei todo o conjuntinho, fiquei peladinha enquanto siriricava forte, meu corpo mais meio termo, nem magrinha nem gordinha, algo normal haha, corpo com carne para apertar haha. Minha bucetinha peludinha e apertadinha piscava enquanto uma pequena poça de mel se formava na cama, deixando o lençol todo molhado. A cada minuto naquele momento safado, mais eu me perdia em pensamentos impuros, imagine o pau no meu primo, imaginei ele tirando meu cabaço, meus gemidos estavam altos nesse momento.

Acho que o tesão foi tão grande que nem mesmo pensei, só me entreguei ao prazer que eu estava sentindo, nessa hora, acho que nem importava mais se meu primo estava ou não ali, minha mente já tomava conta de tudo, estava profundamente mergulhada nos meus próprios prazeres. Gozei tão forte naquele dia, que senti meu útero doer de leve, a cama estava bem molhada, já tinha deixado ela molhada antes, mas nunca daquele tanto. Meu primo tinha sumido, mas a partir desse dia, desenvolvi uma tara nele, e acho que ele tinha uma tara em mim haha, nesse mesmo final de ano ele tirou meu cabacinho, mas aí é história para a próxima.

Espero que tenham gostado, assinado Julinha.

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