Julho 14, 2026

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A ordenha da chefe

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Meu nome é Pedro, a historia que vou contar ocorreu a uns 5 anos, logo quando comecei a trabalhar na empresa que atuo deste então.

Quando comecei aqui o setor era gerido por uma mulher.

O setor de projetos de engenharia pertencia a Pâmela antes mesmo de ela entrar na sala. Digo isso porque o perfume dela — doce, forte, quase sufocante — sempre dobrava o corredor alguns segundos antes de sua silhueta morena aparecer na porta.

Aos 42 anos, casada e com dois filhos para criar, Pâmela não tinha tempo para sorrisos amarelos. Sua expressão permanente de poucos amigos mantinha todo mundo na linha. Ela governava o setor usando terninhos e calças sociais escuras que, embora formais, desenhavam suas coxas grossas e o quadril largo com uma imponência que intimidava qualquer recém-chegado.

No meu primeiro dia, bastou um olhar dela por cima da gola fechada de sua camisa de alfaiataria para eu entender que, ali dentro, a regra era clara: trabalhe duro e não cometa erros.

Pâmela era extremamente pontual e exigia o mesmo rigor de nós. Atrasar cinco minutos era o passaporte para uma conversa difícil de porta fechada. Com o tempo, porém, passei a compreender aquele temperamento. Sendo a única mulher em uma sala cheia de engenheiros homens, a seriedade dela não era apenas gênio forte; era sua armadura. Ela precisava transpirar uma força inabalável todos os dias para garantir que sua autoridade nunca fosse questionada.

Aproximadamente um mês depois do meu inicio na empresa, eu já estava acostumando com o jeito dela. Entendi como me portar para manter a relação tranquila.

Numa sexta feira comum, Pâmela chega no setor e diz que no sábado teria plantão no setor, pois um cliente iria iniciar um projeto e alguém da nossa equipe deveria estar disponível. Adivinhem quem foi escolhido ? Sim, eu o novato.

Mesmo com pouco tempo na empresa, eu estava acompanhando esse projeto desde o inicio e tinha conhecimento das informações.

Sábado, 8h da manhã eu estava presente no setor. Era o único na sala, o único no andar e alem da segurança, deveria ser o único no prédio.

Por volta das 10h, estava tudo tranquilo, correndo como o esperado. De repente sinto aquele perfume, o perfume de Pâmela. Penso:

“Nossa, o perfume dela esta impregnado nessa sala.”

Pâmela entra na sala, para minha surpresa.

” Bom dia, Pedro, tudo ocorrendo bem ? O cliente me pediu para estar presente, pois sou a chefe d…”

Eu não consegui prestar atenção no que ela falava, pois para minha surpresa, Pâmela esta usando uma calça legging e uma camiseta bem colada no corpo. Suas coxas e bunda eram maravilhosas, grandes e firmes. Ela tinha um corpo maravilhoso para uma mulher de sua idade e com 2 filhos.

Ela me chama “Pedro, vc esta me ouvindo?”

Eu não tinha ouvido nada, estava perdido nos meus pensamentos, olhando aquele espetáculo de mulher.

“Claro, senhora. Estou te ouvindo.”

Nesse momento percebo ela olhando para minha calça e também percebo que estava tendo uma ereção.

Fiquei vermelho e tentei disfarçar.

No momento eu não acreditei, mas ela parecia estar interessada e curiosa no meu “estado”.

Ela se sentou próxima da minha mesa, de frente para minha cadeira e pediu para olharmos o planejamento da implantação.

“Tudo ocorrendo como planejado, que bom.”

Eu olho para ela sentada, dava pra perceber o volume da sua ppk sob a calça legging. Minha ereção fica cada vez mais evidente e ela nota.

“Nossa, eu gosto de acompanhar uma implementação de projeto, mas pelo jeito vc fica muito mais excitado com isso, em?”

Eu não acredito, uma mulher tão séria, fazendo um comentário desses.

“Me desculpe, senhora, não sei por que isso aconteceu agora.”

“Não sabe ?”

Ela abre um pouco as pernas, consigo ver claramente o desenho da sua ppk, aquilo me deixa ainda mais excitado, sinto meu pênis babando.

“Vamos, me mostra. Quero ver se esse volume todo é só ilusão de ótica.”

Eu não acredito nisso, ela realmente quer ver meu pau ?

“Senhora, não acho que isso seja apropriado.”

“Anda, eu estou mandando, mostra esse pau.”

Me levanto da cadeira, abro o cinto e a calça, abaixo ate o joelho. Meu pau pula pra fora. Estava duro, com a cabeça já bem babada.

“Realmente é um pau bem bonito, bem maior que do meu marido, com licença.”

Ela se ajoelha na minha frente e começa a lamber a cabeça, com a mão segurando com força na base do pau. Ela lambia e chupava com muita força.

“Calma senhora, assim eu não vou durar muito.”

“HAhahahahahahaha só uma chupada e ja vai gozar ? Você é fraco em.”

Ela começou a babar bastante, eu sentia a rola e as bolas bem molhadas.”

“Anda, se vira, apoia as mãos na mesa e empina essa bunda.”

Como ? Não entendi, ela quer que eu me vire e empine a bunda pra ela ?

“Agora, se vira.”

Eu obedeço.

Ela começa a lamber minha bunda, passando a língua no meu cu enquanto ia batendo uma punheta.

“Todo arrepiado, acho que você realmente esta gostando disso.”

Ela colocava e língua e meu cu e ia punhetando com muita força, eu ja não estava aguentando mais.

“senhora, eu vou gozar, estou no limite.”

“Então se prepara.”

Ela parou de lamber, e colocou o dedo no meu cu. Ela tinha prática nisso, acertou minha próstata diretamente. Eu gozei, como nunca havia gozado antes. Eram jatos de porra que saiam do meu pau, a mistura da punheta com o dedo na próstata foi um dos melhores orgasmos que ja tive.

“Hahahahahah gostou né ? Parecia que eu estava ordenhando uma vaca.

Minha vaquinha leiteira.”

Eu estava com as pernas bambas. Eu não estava pensado direito.

“Vai no banheiro, se limpa e depois vem limpar o chão. Vamos acabar esse turno de trabalho, já quero ir pra casa.”

“Você não vai querer mais nada ?”

“Você acha que vai me comer ? HAhahahahahahahahaah

Nunca, teve sorte que eu gostei de você e te dei esse presente. Agora se limpa, limpa o chão e esquece o que eu fiz.”

Eu fui ao banheiro, limpei tudo. Depois do ocorrido, ela ficou em sua mesa, mexendo no computador. Finalizei o turno e fui pra casa.

Será que realmente não consigo mais nada com ela ?

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