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Suruba nerd no show de metal
Contextualizando: isso aconteceu já tem bastante tempo, mas só recentemente fiz um reddit e depois de descobrir o lado sujo daqui, tomei coragem e decidi compartilhar. Tenho um pezinho na escrita, então se prepara para um conto longo.
Vamos lá, para começar a história falando que obviamente vou mudar os nomes de todas as pessoas, para facilitar vou usar os nomes mais genéricos do brasil: Maria, João e José!
Eu serei apenas “eu”.
Eu cresci com um irmão mais velho que era bem nerd/otaku, gostava de animes, jogos, metal, filmes medievais, RPG e todo o pacote nerd; naturalmente, passei a gostar dessas coisas também, mas eu percebia que meu irmão era muito hardcore com esses gostos, e vejam bem, antigamente as coisas não eram como hoje; hoje em dia, você gostar de anime não é tão ruim, as pessoas estão aprendendo a tolerar gostos particulares, eu cresci numa realidade diferente, se tu fosse muito fã de algo era taxado de nerd, virgem e todas essas coisas. Eu via isso no meu irmão e não queria ser assim, então mesmo ainda jovem buscava “esconder” essas coisas, assistia meus anime em casa, eventualmente até tinha um grupo de amigos que jogavam RPG, mas não chegava na escola falando sobre isso em voz alta. Isso me fez ter algumas amizades mais “normais”.
Sempre fui um cara tranquilo que sabia conversar de tudo um pouco, então sempre tive facilidade de fazer amigos, na escola, falava com os nerds, falava com os festeiros, falava com os cara do futebol. La pelo primeiro ano do ensino médio as turmas eram meio reajustadas, estava na mesma escola mas com várias pessoas que vinham de outras escolas e turmas. Ai comecei a fazer uma amizade muito grande justamente com Maria, João e José. No começo, a amizade começou porque pegávamos o mesmo ônibus em direção a zona norte, tinham poucas pessoas das escola que moravam nessa região da cidade, então todo final de aula a gente ia a viagem toda conversando, as vezes até, decidíamos por não pegar o ônibus para ir conversando por mais tempo, esses eram meus amigos nerds, adorava conversar sobre animes e algum jogo novo, na época não existia crunchroll nem nada disso, era difícil para caramba de ver um anime, legenda? esquece, se tu achar em inglês agradece! Nisso nossa amizade só crescia, mesmo que durante a aula a gente não necessariamente sentasse junto e passasse o recreio junto, acabando a aula a gente se procurava para voltar e falar sobre coisas nerds.
Falando um pouco sobre meus amigos, começando pela Maria: branca/morena, cor de pele típica latina, sabe? era relativamente mais baixa que eu, peitos bem grandes, bunda pequena a media, cabelos pretos, sempre teve bem curto, as vezes quase raspado e as vezes pra cima das orelhas, mas ficava muito bem nela, eu sempre tive certeza que se ela tivesse um cabelo cumprido, e usasse umas roupas “Normal” de mulher era seria uma das mais bonitas da turma, tinha um rosto muito bonito, mas gostava de deixar o cabelo curtinho.
José era o típico gordinho barbudo gente boa, não que fosse obeso de gordo, mas aquele biotípico baixinho e gordinho, tinha barba meio viking, meio loira meio ruiva (na época não era tão ridículo, hoje é meio estranho)
Já João era o completo oposto, alto e magrelo. Moreno de pele e de cabelo. Óculos de grau pesadão, talvez o maior estereótipo de nerd padrão.
Eu sou branco, cabelos e barba loiro, em torno de 1,75. Nunca fui gordo nem magrelo de mais, na real nunca me importei com academia, tenho um corpo médio. Não vou mentir aqui igual vocês gostam, falando que tenho corpo trincado e 35cm de pau, mas creio que sou relativamente acima da média quanto a beleza, meu rosto é proporcional, cabelo bonitinho, barbinha cheia.
Enfim, estudamos juntos do primeiro ao terceirão, após isso cada um partiu para uma faculdade diferente, ainda na mesma cidade, mas com a chegada da vida adulta, acabamos nos afastando um pouco, cada um com seus roles em suas faculdade/turmas diferentes. Honestamente, sentia falta dos papo nerdola e principalmente de musica, estava aprendendo a tocar violão, então em algum momento comecei a puxar para que a gente se visse novamente, nem sempre fechava os 4 de se encontrar, mas dava de marcar uma cerveja ou convidava para vir no meu ap para tocar um violão e cantar uns metal espadinha. Os vizinhos com certeza amavam, kkkkk. Preciso dizer: desde a escola, rolava um boato que a Maria era afim de mim, eu nunca tive certeza, mas também não duvidava, ela dava algumas deixas: sempre encostava mais em mim, as vezes me chamava no wpp de noite, puxava uns papo meio sem sentido e sumia; mas eu nunca dei muita bola por 2 motivos: não queria acabar com a amizade e nunca senti nenhuma atração por ela; vejam bem, não me entendam mal, ela era linda, e gostosa, mas nunca me vi namorando ela e de novo, não queria estragar a amizade. E o segundo motivo era o principal, eu sabia que ambos, João e José sempre foram apaixonados nela, desde que nos conhecemos, sei que nenhum nunca tomou coragem de falar para ela, provavelmente com medo de estragar a amizade também(ou só porque eram nerdola igual vocês do reddit que não sabe chegar em mulher).
Nessa época, estava namorando uma menina x, não preciso discorrer muito sobre ela, foi um namoro relativamente rápido, ela era loira, cabelo encaralacoladinho bem cumprido, bem magrinha, peitinho pequeno e bundinha pequena; a gente se dava super bem, tinhamos pensamentos parecidos sobre o mundo, sexo era gostoso mas eu sempre tive aquela certeza que não iria durar, desde o começo, acho que ambos sabiam, pra ser sincero, pois bem, ela passou em um intercambio da faculdade, em alguns meses iria se mudar para um pais x, conversamos numa boa, eu obviamente apoiei ela, ficou meio marcado que iriamos terminar quando ela fosse, obviamente a magia do amor acabou morrendo ai; ela sempre foi muito ansiosa, então não queria falar pra todo mundo que iria viajar antes de ter tudo certinho, então, não terminar o namoro foi uma forma de manter tudo “escondido”.
Pois bem, eu fiquei sabendo que uma banda de metal que a gente gostava muito iria fazer um show na capital do estado, acidade era bem perto, menos de duas horas de viagem, mandei mensagem no grupo do zap que tinha com Maria, João e José e marcamos de ir! Naturalmente falei com minha “namorada” apesar da gente ter praticamente terminado, sempre considerei ela e fui muito honesto, ela não viu problema, conhecia meus amigos e se davam bem. Eu era o único que tinha carro, então organizamos tudo e fomos, era num fds, chegamos no sábado pela manhã, o show era as 19:00. Tínhamos alugado um airbnb simples, o famoso “só para dormir” e só tinha 2 quartos, na divisão de 2 ou 1, eu fiquei no sofá cama da sala, João e José em um quarto, com duas camas de solteiro e a Maria no outro, com uma cama de casal, ok. Avançando um pouco, fomos para o show, foi do caralho, curtimos um monte, cantamos. Pegamos um uber de volta e chegamos no airbnb, fila para banho e tal, fiquei por ultimo com a Maria, tínhamos passado numa conveniência que tinha em baixo do prédio do airbnb e pegamos umas cervejas, tomamos umas em quanto conversamos, eu tinha sentido que ela estava meio quietinha, meio cabeça baixa desde que voltamos mas ok, pensei que só estava cansada. Terminei minha cerveja, fui pro banho e nos organizamos para dormir. Arrumei o sofa cama, não era lá o lugar mais confortável que deitei mas ok, foi barato e eu tava cansado. Provavelmente pela adrenalina do show eu tava com dificuldade de pegar no sono, quando eu levantei para ir pegar uma agua dei de cara com a Maria na minha frente.
Eu não tinha reparado que ela estava ali em minha frente, ela tava usando um conjuntinho de pijama branco com florzinha, dava pra ver totalmente os peitão dela e os biquinho dos mamilo bem pontudinhos marcando no tecido, conseguia ver também o umbiguinho dela, ela era de fato bem magrinha, os peitos eram quase desproporcional pelo tamanho e peso dela.
– Você tava indo no meu quarto? – ela perguntou sussurrando sem conseguir me olhar nos olhos – eu achei que você ia lá…
Foi dai que eu entendi tudo, parece que anos voltaram na minha mente, lembrei de todas as vezes que ela corava ao falar comigo, das vezes que voltamos juntos no ônibus dividindo o fone de ouvido e ela escorava a cabeça em mim, lembrei das festas que íamos juntos e ela ficava meio me seguindo e eu quase tinha que fugir dela para ir pegar alguma outra garota. Ali eu entendi tudo.
– Sim – menti – eu tava indo fazer isso:
Agarrei ela em um beijo molhado, senti a língua pequena dela se enrolar a minha, passei a mão por todo corpo dela, o tecido leve do pijama era quase como tocar direto no corpo, subi a mão e agarrei um peitão macio, enquanto a outra apertava a bundinha. Escorreguei a mão e fui abaixando entre o umbigo e descendo até o meio das pernas dela, percebi que estava sem calcinha e já muito, muito molhada, dois dedos meu entraram com muita facilidade e comecei a dar pequenas movimentadinhas até que enfiei bem fundo, o máximo que meus dedos alcançavam e parei.
– Maria, eu não posso fazer isso – Falei tentando esconder um sorrisinho – Eu tenho namorada, você sabe, ela é sua amiga
Veja bem, eu sabia muito bem o que estava fazendo, falei isso com dois dedos enfiados na buceta dela.
– Não, não para agora – ela falou quase implorando – eu preciso…
Nisso eu percebi uma coisa: a porta do outro quarto estava entreaberta e eu conseguia ver, pela luz da janela da sala, meus dois amigos, João e José olhando para mim, não sei dizer o que eles estavam fazendo mas imagino que tenham ouvido os barulhos e foram conferir o que era. Eu olhei fundo no olho deles e fiz uma pequena confirmação com a cabeça, esperando o que eles iriam fazer, confesso que não sei o que faria se eles tivessem negado, mas assentiram então continuei.
Devagarinho ameacei tirar os dedos de dentro dela e ela se aproximou ainda mais de mim.
– você sabe que eu namoro… – aproveitei que ninguém sabia que eu tinha, técnicamente, terminado para usar isso a meu favor. No que falei isso, com o polegar passei bem em cima do clitóris dela e dei uma pequena massageada – …você sabe que eu namoro e veio me procurar?
Nisso ela já estava completamente entregue; provocava ela dando pequenas enfiadinhas e pequenos carinhos ao redor do clitóris, encostar lá de novo.
– você sabe o que você é? – perguntei com um sorrisinho – qual é o nome de uma menina que quer da pra quem tem namorada?
– VAGABUNDA – ela respondeu sem esconder o tesão – Eu sou uma vagabunda
Pronto, agora ela estava, literalmente, em minhas mãos. Joguei ela no meu sofá cama e abri as pernas dela com força, dei uma linguada e meu deus, ela tava muito molhada. Estava provocando ela, dando pequenos beijinhos nas coxas e ao redor da buceta. Estava pronta.
Não – respondi tirando o shorts e mostrando meu pau já durasso – Você é MINHA VAGABUNDA!
Enfiei sem dó, ela já estava mais que lubrificada, fui mantendo um ritmo lento para começar. Algumas metidas e escutei ela falar
– sim, sou sua vagabunda, sim sim – ela falava baixinho, mas queria gritar
continuei metendo aumentando levemente o ritmo, minha frequência de sexo tinha diminuído desde que terminei com minha namorada, então não podia exagerar. Passava a mão pelo corpo todo dela, aquelas tetonas saltitando para cima e para baixo são uma visão que nunca vou esquecer. Quando eu sai de um beijo ela se aproximou bem pertinho e meio desviando o olhar perguntou:
– eu sou bonita? – Ela estava claramente com vergonha – Você… você me deseja?
Ai eu entendi, ela sempre foi quietinha, nunca teve muitas amigas, nunca tinha reparado, mas de alguma forma, ela escondia essa insegurança quanto a beleza.
Ajeitei bem o corpo e comecei a foder mais forte, a cada estocada era um beijo:
– Você é linda – falei no ouvidinho – Eu sempre quis te comer!
Nisso ela me abraçou com toda a força, estremeceu toda e senti meu pau apertar ainda mais, ela tinha gozado. Nerdolas do reddit, vou ensinar algo para vocês, quando uma mulher goza é que o sexo começa.
Levantei ela, botei de quatro dei uma boa admirada naquela bundinha empinadinha e um tapão bem forte, não me importei com o barulho e comecei a foder aquela buceta melada, se fosse com minha namorada, estaria puxando o cabelo, como a Maria tinha o cabelo bem curtinho eu inicialmente segurei a cabeça dela com a palma da mão, me deu uma ideia, ela era baixinha então eu consegui com uma mão pegar no pescoço dela, ia dando pequenas apertadas. Continuei assim por um tempo. Me abaixei e falei no ouvidinho enquanto metia devagar:
– Sabe, não sou só eu que sempre te desejou – comecei a aumentar a velocidade, eu queria testar uma coisa – Nós três sempre conversamos o quanto tu era gostosa
Nisso ela desabou, as pernas tremeram e caiu com o rosto na cama. Maria tinha gozado novamente. Eu estava no limite, me segurando o quanto conseguia. Levantei para pegar uma camisinha e vesti o pau. Peguei ela de quatro de novo mas dessa vez virei para que ela ficasse olhando para a porta do quarto.
– Nós três sempre te desejamos – Falei logo depois de enfiar mais uma vez, agora com o pau protegido – e você sempre foi uma vagabunda, né?
Ali eu gozei, po, tava dando a vida, dei uma ultima estocada Acho que foi nesse momento que ela percebeu, ali ela viu que os dois estavam espiando a gente esse tempo todo, eu obviamente não queria forçar ela a nada, nunca iria fazer isso. Virei ela de frente, era incrível o quão fácil ela mexer com o corpo dela, era quase como se ela não pesasse nada, dei mais um beijo e perguntei bem baixinho:
– você quer? – nisso meu pau já tava subindo novamente – Se você quiser, eu deixo
– Você deixa? – Ela perguntou com um sorrisinho no rosto
– Sim, você é minha vagabunda, não? – passava a mão nos lábios dela. Não tinha sido uma pergunta.
– Sim, eu quero – Ela respondeu – eu quero ser sua vagabunda!
Ali eu peguei ela no colo e levei até o quarto da frente, os dois fingiram surpresa e tentaram esconder o que estavam fazendo; quase que joguei ela na cama, posicionei ela de quatro de novo com o rosto virado para mim, fiquei em pé e meu pau já duro estava bem na frente do rosto dela, eu falava sem me importar que meu pau estava batendo nos lábios e nariz dela, como se ela nem estivesse ai:
– Amigos – Abri as mãos – Somos amigos, devemos compartilhar o que é nosso, não?
Eu sabia que eles queriam, sempre quiseram comer ela, e ela sempre quis isso, eu só estava proporcionando uma história bonita acontecer.
Por alguns segundos, nada aconteceu.
José foi o primeiro a tomar coragem, levantou e virou o rosto da Maria e deu um beijo molhado; confesso que achei estranho ver outras pessoas com uma mulher que até pouco tempo era minha, nesse momento eu percebi que não tinha nenhum sentimento por ela, não senti ciúmes nem nada, eu queria gozar mais uma vez. Depois de alguns segundos, José foi passando a mão até chegar nas pernas dela, fez um carinho e percebeu o quão molhada ela estava, ele parou e olhou para mim.
Eu olhei para ela.
Ela concordou com a cabeça. Eu acenei para José que enfiou forte.
Nisso João deu a volta, deu um beijo na Maria e no que foi colocar o pau na boca ela ela se virou:
– Não – falou virando o rosto para mim – Minha boca é só sua!
Meus amigos, meu pau virou uma pedra, perceber o quão pervertida, o quão maluca ela era, estava prestes a dar para 3 pessoas mas só eu podia tocar na boca dela. Olhei para ela com tesão, olhei para ela com muito tesão e comecei a foder a boca dela. Enquanto isso José metia no outro lado. Era uma cena ridícula, ela estava ridícula, sendo fodida por dois ao mesmo tempo. Apertei a pressão e gozei bem no fundo da boca dela.
– Não engole – Falei enquanto saia do quarto – Segura na sua boca, com a boca aberta.
Fui correndo na sala pegar camisinha, era importante, e quando voltei vi que ela tinha me obedecido, estava la parada com a boca aberta me esperando.
– Só eu posso gozar nela – joguei as camisinhas na cama – em qualquer lugar dentro dela, só eu!
João era o mais lerdão de nós, provavelmente como você que ta lendo seria, não sabia direito o que fazer, a Maria acho que percebeu e começou a bater uma pra ele, coitada, ela tava de quatro, quer dizer, de três visto que uma mão estava ocupada com o pau do João, eu estava quase com pena dela, que cena ridícula. Eu tinha acabado de gozar então meu pau ainda estava meio meia bomba, aproveitei pra deixar ela descansar um pouco e focar na punheta e no José que tava comendo ela por trás. Me abaixei para olhar ela no olho e perguntei com um sorrisinho:
– Era isso que você queria? – e dei um beijinho de leve – Ser uma vagabunda, é isso que você sempre quis, né?
– Sim… – ela respondeu bem baixinho – Eu gosto…
Era engraçado, ao mesmo tempo que ela parecia com vergonha, ela estava claramente adorando, se movimentando para facilitar as estocada do José, concentrando na punheta do João, uma vagabunda completa.
– Eu quero os três – ela falou desviando o olhar – ao mesmo tempo, quero sentir os três
Nisso o João deu uma empurrada no José e enfiou um dedo no cu dela, eu achei muito rápido, não sabia se ela já tinha dado do cu, não são todas meninas que estão acostumadas. Eu mesmo só tinha comido o cu da minha namorada uma vez e ela não gostou, então não fizemos mais. Maria deu um salto e falou:
– Não – quase gritando – Ali não, ali nunca fiz!
Porra João.
– Tudo bem Maria – Falei passando a mão na cabeça dela – Senta aqui na minha frente, João, José, um de cada lado dela.
Meu pau já tinha subido de novo, coloquei ela pra me chupar enquanto batia uma para cada um, cada mão dela estava ocupada, e a boca dela também. Um com cada peito dela na mão. Acho que era a melhor forma dela sentir os três ao mesmo tempo. Eu já tinha gozado algumas vezes então estava sensível:
– Maria, não chupa – Percebi que ela sorria cada vez que eu dava uma ordem – Só lambe meu pau, não chupa e olhando para mim
Po, bom de mais, ela olhando em meus olhos enquanto dava pequenas lambidas, ela era muito vagabunda, muito minha. Adorava quando eu mandava.
Nisso o João gozou, ele tava sem camisinha e voou para o chão. sujou um pouco as mãos dela mas ela deu uma limpada no lençol e não se importou, apertou o movimento no José, que logo gozou também, dentro da camisinha.
– Maria, deita na cama, quero testar uma coisa – ela obedeceu como uma boa menina – Você sabia que eu adoro teus peitos? e deixa as pernas abertas!
eu fiquei de joelhos, queria tentar foder os peitos dela, confesso que não sabia se ia dar certo, nunca tinha tentado, parando para pensar, todas as minas que eu já tinha comido tinham peito pequeno, tinha que aproveitar esses peitão.
João aproveitou as pernas abertas e começou a meter nela, pelo gemido que ele deu, acho que gozou na primeira metida, mas continuou. Eu apertei os peitos dela com as mãos e enfiei meu pau no buraco. Não sei se porque nunca tinha feito, mas parece que demorei um pouco até entender e pegar bem o ritmo. Em algum tempo, percebi que estava pronto para gozar.
– Maria, boquinha bem aberta – Falei com aquele tom que ela gostava – Vou gozar
Foi um pouco desajeitado, um pouco saiu no peito, um pouco nos lábios e um pouco dentro da boca. Quando meu pau começou a querer murchar eu percebi que ela ficou lá, sendo fodida pelo João e com a boca aberta, sem engolir, olhando para mim. Caralho, ela era muito obediente. Meu pau subiu na hora.
– Isso mesmo – Falei passando a mão da cabeça dela – Pode engolir, boa menina!
Mesmo sem estar dentro dela, percebi que ela gozou, João deve ter gozado logo depois.
Ficamos assim por alguns minutos, confesso que nessa hora eu já tava cansado, já tinha gozado algumas vezes, deixei os dois aproveitarem a chance e revezarem na buceta dela, ela tava adorando, em alguns momentos, olhava para mim com um olhar de aprovação, um misto entre pedindo permissão e agradecendo. Que mina maluca.
Maria, fica de joelho aqui na minha frente – Ela obedeceu prontamente eu adorava deixar meu pau encostar e passar pelo rosto dela como se ela nem estivesse ali – Agora você pode escolher, onde você quer as ultimas?
Todos vocês gostam dos meus peitos? – Ela parecia estar realmente em duvida – Meus peitos são grandes?
Sim! – respondemos juntos
Eu quero os três então, nos meus peitos – ela falou quase que arrumando a postura – quero ver vocês três gozarem em mim
Em segundo, ela estava coberta de porra, três cargas de porra sendo lançadas naqueles peitão lindos. Achei curioso, ela não deixou nada cair na boca, como boa menina que era, sabia que a boca dela era só minha, não podia deixar confundir e acabar engolindo porra de outro, né?
Ela levantou e foi para o banheiro tomar um banho, tinha porra pra porra para limpar, obviamente ficou um clima engraçado no quarto, trocamos algumas risadas. João tirou o lençol da cama dele, preferiu deitar direto no colchão do que no lençol cheio de porra, até hoje, as vezes faço alguma piada com ele sobre isso.
Quando ela saiu do banho, achei engraçado que colocou o pijama de novo, como se nada tivesse acontecido, dessa vez estava até meio cobrindo os peitos com as mãos. Chamei ela para a sala, perguntei se estava tudo bem, se ela tinha gostado:
– Eu acho que foi a primeira vez que me senti desejada – Ela falou me abraçando – que eu me senti mulher, me senti gostosa.
– Com certeza você é você é muito gostosa – Abracei ela de novo e falei baixinho no ouvido – você é minha gostosa.
Enfim, depois disso todos foram dormir, no outro dia, evitamos tocar no assunto, mas o clima estava bem tranquilo, era como se todos estivessem até mais próximos; acordei cedo e fui pegar algo para um café na conveniência. Tomamos café rapidamente, Maria deu uma risadinha irônica quando João perguntou se ela gostava de leite no café. Arrumamos as malas e voltamos, a viagem de volta foi super tranquila, voltamos cantando algumas musicas, deixei cada um em suas casas e voltei para minha. Confesso que me senti mal de não falar nada para minha namorada, a gente não morava junto nem nada, ela iria viajar em alguns dias, não tinha porque estragar isso, só deixaria ela triste e não mudaria nada. Alguns dias ou semanas depois ela foi viajar, levei ela no aeroporto e tudo mais. Nunca mais a vi, além de acompanhar pelo Instagram. Torço muito por ela. As vezes ela responde alguma postagem falando que tenho que ir conhecer o pais e visitar ela. Quem sabe um dia.
Algum tempo depois, José acabou indo morar na capital, conseguiu um emprego bom e se mudou. João eu vejo quase todo dia, trabalhamos em empresas diferentes mas que são próximas, esbarramos na rua e frequentemente marcamos de tomar uma.
Maria acabou se mudando também, passou em um concurso num estado um pouco mais longe, também mantemos contato pelo Instagram, sei que está bem, parece ter um grupo de amigas bem próximas, fiquei verdadeiramente feliz quando percebi que era a primeira vez que tinha um grupo de amigas meninas, percebi também que começou a usar roupas mais femininas, deixou o cabelo crescer, não bem longo, mas esse corte meio Cortana do Halo, sabe? Está bem bonita. Ela também costuma me convidar para ir visitar, mora numa cidade com praia. Quem sabe um dia.


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