Setembro 3, 2020

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A loucura de laura

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Luís, é e sempre foi atrevido, bem humorado, brincalhão, à vezes meio palhaço, além de muito safado.

Daniel é mais recatado, discreto, às vezes tímido, mas extremamente carinhoso, principalmente comigo.

Sempre me dei bem com os dois, cada um à sua moda, rindo muito das palhaçadas do Luís, e curtindo o carinho e as pequenas e constantes atenções do Daniel.

Luís, desde a puberdade, sempre tentou me espiar. A princípio, no banho ou quando estava me vestindo, depois, passou a acintosamente pedir para me ver nua, tentando me tocar, chegando a ponto de dizer.

– Mãe, um dia você ainda vai dar para mim!.

Várias vezes tocou meus seios ou minhas nádegas, coisa que sempre levei na brincadeira, lembrando-o, no mesmo tom de brincadeira, que eu era sua mãe. Na verdade nunca pensei que algo viesse a acontecer entre nós, pensando que eram simples brincadeiras de um adolescente.

Já com Daniel, bem mais calmo, e menos arrojado, nunca chamei sua atenção mas ele sutilmente vinha chegando, não precisava me espiar ou pedir nada porque eu, naturalmente, não me escondia dele. Seus toques, igualmente aconteciam, mas de forma sutil e eu não dava maior importância.

Muitas vezes, dormindo, ou fingindo dormir, com a cabeça em meu colo no sofá, sentia sua mão quente em minhas pernas, coisa que não me incomodava pela suavidade do toque, nem quando aquela mãozinha subia um pouco mais do que deveria.

Em resumo, o mais atrevido via e tocava menos que o outro que, tal qual o famoso “mineirinho” ia por fora levando vantagem.

Cerca de um ano atrás ouvi uma animada conversa entre Luís e três de seus colegas que conheço desde a pré escola, que, não sabendo que eu estava em casa, falavam a meu respeito e às mães dos outros três.

Fiquei doida da vida porque os quatro moleques estavam simplesmente comparando as suas mães nos mínimos detalhes, seios, bunda, coxas, etc. Qual a mais gostosa, qual a mais bunduda, a mais peituda, qual deveria chupar melhor, pelo formato dos lábios, como se estivessem se referindo a quatro de suas amigas da escola.

Comentavam, também, cada um, o que tinham visto ou tocado da própria mãe, chegando todos à esperada e óbvia conclusão de que eles queriam “comer” não só as mães dos colegas, como as próprias mães, declarando, com todas as letras, que se masturbavam diariamente em nossa homenagem.

Especificamente a meu respeito disseram que “eu deveria ser uma verdadeira puta na cama, já que estava há mais de três anos sem ninguém”, ao contrário das outras mães, casadas. Mais, que “eu estava no ponto para uma suruba com eles quatro para tirar o atraso e levar pau por todos os buracos”.

Na primeira oportunidade conversei sério com o Luís, abrindo o jogo de que havia ouvido a conversa e chamando a sua atenção da forma vulgar como eles se referiam às respectivas mães, principalmente a meu respeito, e que, depois disso, me sentiria até constrangida ao receber seus amigos em casa. Disse ainda que é comum aos jovens sentirem atração pelas mães mas que da forma como eles falavam, dava a impressão que julgavam as mães meras vagabundas à sua disposição.

Depois dos pedidos de desculpa de praxe, entre piadinhas tipo,

“ta bom mãe, me desculpa, mas bem que você iria gostar se nós te comêssemos!” ou “larga de ser boba, nem eu nem meus amigos iríamos tirar nenhum pedaço, você iria sair inteiraça se fizesse uma suruba com os quatro!” ou ainda “você precisa tirar o atraso senão cria teia de aranha!”

Combinamos que ele iria parar com essas brincadeiras atrevidas e com as tentativas de me tocar. Ufa! Me senti ótima, o máximo, a dona da verdade, que teria conseguido por um ponto final na brincadeira e que não mais corria o risco de me envolver numa relação incestuosa ou numa “suruba” com quatro moleques desesperados. Em parte estava certa, apenas não pensei que o Daniel, quieto como era, fosse mudar minha opinião.

Tudo começou há três meses quando a empresa em que trabalho, entre várias outras festividades, promoveu um grande baile comemorativo de cinqüenta anos de fundação, no salão de um clube, com direito a jantar, orquestra e tudo mais. Como não poderia ir sozinha ao baile, Daniel se apressou em oferecer para me acompanhar, segundo ele, para “defender a mamãe dos gaviões”.

No baile, numa sexta feira, tudo, a princípio, transcorria normalmente, estávamos em uma mesa com mais dois casais com quem não tinha muita amizade ou afinidade, assim que embalada pelas seguidas rodadas de champanhe que era servida a vontade, dancei apenas com o Daniel que se revelava um ótimo dançarino. Tudo normal até que começaram as músicas mais lentas e o danado “como quem não quer nada”, começou a demonstrar a princípio de forma sutil e depois descarada a sua excitação pela proximidade de nossos corpos.

Talvez levada pelo champanhe não procurei evitar o contato nem me afastar, ao contrário estava até gostando da sensação e do calor que vinha dele. Sem comentar nada, dançávamos várias músicas seguidas, colados, já com as pernas encaixadas, sentindo algo “duro e quente” roçando em mim e ao mesmo tempo sentindo a minha umidade pela excitação do contato.

Confesso que nem pensei nas conseqüências e muito menos no fato de estar fazendo algo que seria reprovável. Simplesmente me deliciei com as sensações do momento e com as carícias que ele me fazia nas costas e algumas vezes nas nádegas. Sua respiração no meu ouvido me excitava ainda mais e os beijos “inocentes” que me dava na face e algumas vezes na orelha me arrepiavam inteira.

De volta à nossa mesa, senti que o Daniel sutilmente tinha puxado a borda da toalha sobre minhas pernas e pela fenda lateral de meu vestido estava acariciando minha coxa. Tentei puxar sua mão mas ele estava firme em seu propósito protegido pelo fato de que eu nada poderia falar sem que nossos companheiros de mesa ouvissem.

Com o coração saindo pela boca senti sua mão subindo devagar pelo meio de minhas pernas que até aí estavam fechadas até tocar minha calcinha que, confesso, estava ensopada, por motivos óbvios.

Olhei nos seus olhos, como pedindo que parasse e ele sussurrou…. Abre, abre… Resisti um bom tempo, puxei a cadeira para a frente, para ficar com as pernas sob a mesa, mantendo-as fechadas, morrendo de medo de que alguém percebesse, até que relaxei um pouco, quando ele puxou minha calcinha para o lado e na maior cara de pau começou a me tocar suavemente, me levando às nuvens.

Antes que eu tivesse um orgasmo, que seria percebido por todos, já que não sou nada discreta nesse momento, pedi licença dizendo que precisava ir ao toillet, tendo o Daniel, “muito gentil” levantado para me acompanhar até a porta.

No caminho dei a maior bronca dizendo que ele estava passando de qualquer limite e que hoje pela primeira vez eu o estava estranhando. Respondeu que com limites ou sem, ele estava adorando e sabia que eu também e, uma vez que nunca havia me pedido nada, estava agora pedindo que quando eu fosse ao toillet, tirasse a calcinha para facilitar as coisas.

Ouviu um sonoro não e ficou me esperando na porta enquanto eu me recompunha no banheiro. Na saída, na maior cara dura, perguntou se eu tinha tirado, ouvindo um não de novo. Fez cara de moleque contrariado e voltamos á mesa.

Em seguida voltamos a dançar agarradinhos e ele começou a sussurrar no meu ouvido implorando para que eu tirasse a calcinha, ao tempo que esfregava seu membro entre minhas pernas. Não respondi, apenas aproveitei as sensações. De volta à mesa já era hora de irmos embora, nos despedimos de todos e saímos.

Na volta, enquanto eu dirigia, sabe-se lá como, ele de novo começou a por sua mão em mim e quando tentei tirar ele pegou a minha mão e colocou sobre seu pênis que mais parecia uma barra de ferro em brasa. Com essa sensação relaxei um pouco e assim fomos até chegar em casa.

Quando chegamos, ainda enquanto esperávamos o elevador, deixei claro que “a festa tinha acabado” e que tínhamos que parar com aquela loucura. Daniel não gostou muito, é claro, mas concordou e disse que tinha adorado e, com uma carinha doce, que tinha a vontade de nunca mais lavar a mãos para não tirar o cheiro delicioso que elas tinham e que iria dormir sentindo aquele perfume.

Feita a minha obrigação de mãe, entramos em casa como se nada tivesse acontecido, e fomos cada um para o seu quarto dormir, ou, no meu caso, pelo menos tentar, vez que estava com fogo no meio das pernas e tive que me masturbar pensando em toda aquela loucura, para poder dormir.

No dia seguinte, sábado, acordamos tarde, por volta das onze horas, o Luís já estava acordado, e não voltamos ao assunto. Apenas trocamos alguns olhares diferentes, uns sorrisos, com certa cumplicidade. Quando fui arrumar a sua cama constatei que não fui a única a brincar antes de dormir pois tive que trocar o seu lençol que estava simplesmente “engomado” de uma forma que mostrava claramente que não havia sido apenas uma vez.

Depois do almoço o Luís saiu com os amigos deixando-me só com o Daniel que, sem tocar no assunto, foi chegando, chegando, como quem nada quer, se encostando em mim enquanto estava no sofá vendo TV, deitando com a cabeça no meu colo, de mansinho tocando minhas pernas por debaixo da saia, subindo devagar até chegar onde, a essa altura, não só ele, mas nós queríamos.

Abri as pernas para que ele pudesse me tocar o que fez de forma suave e delicada, chegando a introduzir um dedo em mim, bem devagar e, olhando nos meus olhos disse:

– Mãe, aqui, não tem perigo de ninguém ver, então vou tirar a sua calcinha!

Antes que eu respondesse ele já estava com ela nas mãos e eu, de forma heróica me levantei e disse: – – – Chega! Pára! Já falamos ontem que isso não poderia mais acontecer, não esqueça que somos mãe e filho!

Baixando a cabeça ele pediu desculpas justificando que não resistia. Expliquei que definitivamente não iríamos adiante e que não queria mais falar sobre o ocorrido. Ele foi para o seu quarto e apenas alguns instantes após, percebi que o safado havia levado a minha calcinha. Fiquei doida, mas não fui atrás temendo esticar o assunto.

Alguns minutos depois, ainda na sala, ele trouxe a calcinha dizendo que iria desfazer o que havia feito Vestindo-me novamente!

Cedi ficando em pé para facilitar, e quando senti algo molhado e morno tocando minha vagina percebi o que ele havia feito. Saí para o meu quarto e confirmei que ela estava empapada pelo seu esperma, bem na parte que tocava minha vagina. Deitei e, de novo, me masturbei esfregando aquela calcinha melada em mim, tentando com os dedos colocar todo o líquido que pudesse dentro de mim. Não preciso dizer que gozei como louca, com a certeza de que o Daniel estava atrás da porta ouvindo tudo, o que não era difícil, pelo escândalo que fiz.

Mais tarde, ao sair, sorrindo e falando baixinho me perguntou se eu havia gostado. Não respondi para não confessar que havia adorado. Nesse dia não voltamos ao assunto, mesmo porque o Luís já estava em casa.

No dia seguinte, domingo, logo cedo, fui acordada pelo Daniel que me levou cafezinho na cama, e sentado ao meu lado, me tocava suavemente os bicos dos seios que estavam como dois foguetes sob a camiseta que usava. Mandei ele parar antes que seu irmão percebesse e pedi licença para levantar e tomar um banho.

O safado disse com a maior expressão de tesão que, enquanto eu me banhava, iria “preparar no capricho” uma calcinha que ele já havia escolhido para eu usar, pois sabia que eu havia gostado na véspera. Não disse nada, apenas me fechei no banheiro e, no chuveiro, de novo, me masturbei para apagar o fogo que tinha entre as pernas. Tive, então, a certeza que ele havia conseguido me seduzir, que não havia mais volta e que, a partir daquele momento, quem mais queria era eu.

Enquanto eu me enxugava, Daniel bateu à porta, abrindo-a apenas o suficiente para passar sua mão com a calcinha, que vesti de imediato, notando que seu esperma ainda estava quente. Senti uma descarga elétrica no contato, como se estivesse me masturbando.

Depois, me vesti e fomos tomar o café da manhã como se nada tivesse acontecido, vez que o Luís já estava acordado, sempre com suas gracinhas, inclusive dizendo que naquela manhã eu estava especialmente gostosa e com a aparência de gato que havia quebrado o pote.

Fiquei vermelha, tremendo e, mais, temendo que ele, com a sua costumeira vivacidade e safadeza, já tivesse percebido alguma coisa no ar, mas era só uma coincidência. Vendo que minhas mãos tremiam, o Luís perguntou o que eu tinha, ouvindo que não era nada, que apenas estava, ainda, cansada pela noite mal dormida na ante véspera quando fui ao baile.

Respondendo, ele disse que sabia bem qual era o meu mal, a falta de alguém para “me pegar de jeito e fazer o serviço completo, vez que estava sozinha há mais de três anos”.

Olhei para o Daniel, ele estava calado e vermelho como um pimentão, desconversei e mandei o Luís parar de falar besteiras.

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  1. anônimo

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