Maio 4, 2026

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A noite com a prima

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Sou o Gustavo, hoje tenho 24 anos, 1,79 de altura, 75 kg, corpo magro, mas com uma certa definição devido a academia e aos treinos de muay Thai. Essa história aconteceu há uns 3 anos.

Tenho uma prima, a Carol, que é um ano mais nova que eu. Na infância nos até que éramos próximos, mas devido a algumas tretas familiares nos afastamos por um bom tempo e voltamos a nos aproximar apenas no final da adolescência. Ela tinha 18 e eu 19 quando indiquei ela no meu trabalho e viramos colegas. A partir daí, começamos a conversar bastante, sair pra beber com o pessoal do trabalho, ficamos mais próximos.

A Carol é baixinha, 1,55 de altura, cabelo bem curto e enrolado, pele parda, magrinha, toda tatuada, alguns piercings (nariz, microdermal e na língua), dona de uma sensualidade que nunca vi em nenhuma outra mulher, mas tinha um detalhe, era lésbica. Quando começamos a trabalhar junto, inclusive, chegou a namorar uma outra menina por um bom tempo.

Eu sempre achei ela linda, mas nunca olhei pra ela com outros olhos, pois além de primos éramos muitos amigos. Uma vez, no carnaval, chegamos a ficar com a mesma menina (pra quem leu meu conto sobre a crente na despedida de solteira, foi ela mesmo).

Bom, vamos ao que interessa. Quando isso aconteceu eu já tinha 21 e ela 20. Um casal de amigos me convidou pra uma cervejada da faculdade, ingresso barato, open bar de vodka e cerveja, nada podia dar errado. Na época eu estava solteiro, então chamei minha prima pra ir junto e eu não ficar sozinho segurando vela pro casal. Ela gostou da idéia, dizia que adorava as patricinhas que colavam nessas festas, apesar de ela ser uma patricinha também, porém de baixa renda ksksks. O combinado foi ela ir pra minha casa se arrumar pra depois irmos, e no final, ela dormiria lá em casa.

A festa foi muito boa. Bebemos pra caralho, fumamos, ela adorou meus amigos, ela ficou com umas três meninas (patricinhas, do jeito que ela gostava), eu fiquei com uma também, todos felizes e satisfeitos. Um pouco antes do fim, encontramos um outro amigo meu que morava perto da minha casa e estava de carro, foi perfeito, conseguimos nossa carona pra casa.

Nós chegamos em casa de madrugada bem altos, rindo de tudo, comentando sobre as meninas da festa, não ligamos muito pro barulho porque estávamos sozinhos. Ela comentou que tinha esquecido a roupa de dormir, então eu ofereci uma calça de moletom e uma camiseta minha. Enquanto ela se trocava no banheiro, eu arrumei a minha cama pra ela dormir. Era uma cama de solteiro, e como estava frio, coloquei bastante coberta pra ela. Já deixei o sofá da sala pronto também, pois o combinado era que eu dormisse lá. Quando ela voltou, passamos um bom tempo conversando e rindo sobre vários assuntos sentados na cama, mas já estava bem tarde e os dois bem cansados. No final ela disse:

-Gu, acho que já vou dormir. Obrigado por cuidar de mim, tá? A cama parece bem quentinha.

Me levantei, cobri ela e dei um beijo na sua bochecha.

– Imagina, Ca. Qualquer coisa estou ali do lado, na sala ok?

– Na sala? Nossa, mas tá muito frio. Você pode dormir aqui se quiser, acho que cabe mais um – Disse ela, mas sem malícia na fala (pelo menos eu não percebi).

Eu obviamente não recusei o convite. A cama era pequena pra nós dois, então ficamos bem próximos, um de frente pro outro, e assim ficamos por alguns minutos. Eu conseguia sentir sua respiração bem perto do meu rosto, e quando me dei conta, começaram a passar mil coisas na minha cabeça. Me dei conta que tinha esquecido o carregador do meu celular na sala, então levantei pra pegar. Meu pau tava muito duro, mas muito mesmo, e eu me sentia culpado por isso, mas como achei que ela já tinha pegado no sono, não fiz questão de esconder. Quando levantei, ela abriu os olhos exatamente na direção do volume na calça, não tinha como disfarçar, não tinha desculpa, era obviamente meu pau muito duro. Não houve comentários de nenhum dos lados, só fui até a sala, peguei meu carregador e quando voltei ela tava virada de costas, de forma que se eu deitasse virado pro mesmo lado que eu estava antes, ficaria de conchinha com ela.

Deitei com cuidado pra não encostar meu pau nela, mantive meus braços ao lado do meu corpo, mas em poucos segundos ela jogou a bunda pra trás, se encaixando perfeitamente no volume da minha calça, puxou meu braço pra abraça-la, e ali começaram os minutos mais excitantes da minha vida.

Quando senti a bunda dela no meu pau, dei uma leve mexida pra me “encaixar melhor”. Ela respondeu pressionando sua bunda bem devagar contra o volume, e ficamos nisso por um tempo. Eu esfregava meu pau na sua bunda e ela respondia pressionando a bunda contra meu pau. Eu já não aguentava mais, meu pau tava pingando, então comecei a descer minha mão sobre seu corpo, passei pelos peitinhos, brinquei com os piercings que ela tinha no mamilo, depois fui descendo devagar, e antes que eu chegasse na buceta, ela rapidamente tirou a calça e a calcinha em um movimento único, montou em cima de mim e começou a me beijar.

Minha priminha estava pelada em cima de mim, só com a camiseta, me beijando e esfregando a buceta no meu pau por cima da calça. Nós não falávamos, eu só ouvia seus gemidos baixinhos e sentia sua respiração contra meu rosto. Enquanto isso eu apertava sua bunda com força, deslizava minha mão pela parte interna da coxa até chegar na buceta e sentia ela muuito molhada. Até que ela parou de me beijar, eu tirei minha camisa, ela ainda em cima de mim, passou a mão do meu peito pro meu abdômen bem devagar até chegar no pau. Puxou minha calça, pegou meu pau com uma mão, encarou, pegou com as duas mãos:

-caralho, Gu.

Colocou em direção a sua bucetinha e foi sentando devagar. Ela era muito apertada, mas muito mesmo. Quando tinha entrado a metade ela deitou sobre meu peito e falou no meu ouvido:

-acho que não vai entrar Gu, é grande e eu não tô acostumada com penetração.

-calma Ca, é só ir com jeitinho.

Quando disse isso, comecei a colocar cada vez mais fundo, bem devagar, enquanto ela estava deitada sobre meu peito e gemendo bem baixinho.

-pronto, agora é só deixar acostumar – eu disse, quando consegui colocar o pau inteiro.

Ficamos alguns segundos assim, com meu pau lá dentro, sem movimentos, com ela deitada em mim até se acostumar.

Depois que acostumou, aquilo que tinha começado bem aos poucos, com bastante cuidado, com ela gemendo baixinho, virou completamente o oposto.

Ela começou a sentar com força, sentir meu pau inteiro desde a cabeça até a base, gemia alto, falava meu nome, virou uma cachorra.

Quando ela cansou de sentar, me olhou no olho e falou:

-Gu, quero que você me coma de frente e que me xingue, tá?

Deitei ela na cama, beijei a parte interna das suas duas coxas, subi pro peito, depois pra boca, esfreguei meu pau bem devagar na sua bucetinha e falei:

-Você quer?

– quero, Gu!

– Só ganha se falar que você é minha putinha.

-Eu sou, eu sou sua puta.

-Puta não, putinha.

Ela olhou no fundo dos meus olhos:

– Mete seu pau na buceta dessa sua putinha?

PUTA QUE PARIU. Eu comi muito ela nessa posição. Metia com força, batia na cara, ela gostava e pedia mais. Em certo momento, enquanto comia comecei a brincar com seu clitóris usando meu polegar, em pouco tempo ela começou a tremer e gozou. Eu tava no meu limite, então pedi pra gozar na boca dela mas ela recusou e pediu pra gozar fora mesmo, na barriga/peito.

Estávamos os dois deitados, menos de 5 minutos depois de gozar, ela olhou pro meu pau ainda duro:

– Agora quero ver se aguento de quatro – Disse enquanto foi empinando aquela sua bunda bem redondinha.

Levantei, dei uma chupada na sua buceta dando uma linguada desde o clitóris até o cuzinho, e comecei a comer ela de quatro. Nós dois gozamos três vezes naquele dia. Em menos de cinco minutos depois de gozar ela já queria mais, não cansava. A última vez que ela gozou foi comigo chupando sua bucetinha. Quando finalmente paramos já estava clareando o dia e ela dormiu pelada com a cabeça no meu peito.

Meu celular despertou as 9 da manhã, acordei com um peso na consciência, sabia que o que tinha rolado era errado, primos, bêbados, dormindo juntos, é claro que ia dar merda. Como vai ser o climão quando ela acordar?

Ela acordou logo em seguida, me deu bom dia, olhou pra baixo e viu meu pau meia bomba. Não disse mais nada. Passou a perna por cima de mim, sentou com a buceta minha cara e começou a me mamar. Ficamos nesse 69 até ela gozar e depois já veio sentando no meu pau de novo. Dessa vez não consegui gozar, já estava dando a hora de um compromisso que eu tinha e precisamos parar.

Levantamos, trocamos de roupa e levei ela até o portão. Ela me deu um selinho de despedida e quando ela virou pra ir embora, puxei pelo braço e falei em seu ouvido:

-eu ainda quero gozar na sua boca

Nós dois rimos e ela foi embora.

Depois disso ficamos dias sem nos falar, nenhuma mensagem. O tempo passou e não tocamos nesse assunto, parecia que a culpa corroía os dois. Depois de um tempo eu comecei a namorar e ela me mandou uma mensagem dizendo

– Gu, você não falou pra ela sobre a gente, né? Tipo, cara, por favor, o que a gente fez foi muito errado, você contou pra alguém? Me sinto muito culpada, de verdade. Nós somos primos, cara, olha a merda.

-Ca, claro que não falei. Também tô me sentindo culpado, nunca vou falar isso pra ninguém, pode ficar tranquila. Apesar de ter gostado pra caralho, eu sei que isso foi muito errado.

– eu também gostei cara, mas não justifica. Não falamos mais nisso ok?

Concordei e seguimos assim até eu terminar meu namoro. Depois que terminei aconteceram outras coisinhas, mas isso fica para um próximo conto.

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