AS CALCINHAS DE MAMAE Publicado por anônimo em 14/05/2019 em Amor Filial

"Era um sábado como tantos outros, e eu dormi até mais tarde, como de costume. Por volta das 11: 00hs eu finalmente acordei com a minha ereção de sempre. Fui até o banheiro para dar uma mijada básica."

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Ainda meio sonolento e desorientado eu entrei no banheiro e fechei a porta. "Ah... Que alívio!", murmurei ao terminar de mijar. Me olhei no espelho. "Cara, você precisa conseguir uma buceta pra meter, e tem que ser logo!", falei para mim mesmo.

Eu estava prestes a sair do banheiro quando percebi um montinho de roupa suja no chão. Normalmente eu não daria a mínima para isso, mas na parte de cima das roupas havia uma minúscula calcinha rosa, de rendinhas, meio enrolada. Não sei o que me deu. Fixei meus olhos e a observei por alguns segundos. Acho que foi minha curiosidade que assumiu o controle, pois, no minuto seguinte a calcinha estava na minha mão. 

Senti o tecido sexy, gostoso de tocar. Abri ela na minha mão e fiquei examinando os detalhes, e foi aí que percebi um molhadinho bem no fundinho, naquela parte que fica encostado na buceta. Passei meus dedos. Sim, estava realmente molhado. Eu estava fascinado. Aproximei a calcinha do meu rosto e olhei mais atento.

Um cheiro gostoso subiu até o meu nariz, e era um cheiro de mulher, de fêmea. Hummmm! Que delícia! Levei a calcinha ainda mais perto do meu nariz e dei uma cheirada boa. Uauuuu! Cheirei de novo. "Então é esse cheiro que as bucetas tem! Pronto, Igor, seu safado! Agora você já conhece cheiro de xoxota!", pensei.

De repente meu pau começou a ficar muito duro, e comecei a imaginar porque o fundo daquela calcinha ainda estava todo molhadinho. E o cheiro estava me deixando louco. Aproximei do meu nariz de novo e dei mais uma cheirada profunda. Minha pica já estava alcançando sua ereção máxima. Que loucura! Abri minha bermuda e meu pênis saltou para fora, duro como uma barra de ferro.

Comecei a bater uma deliciosa punheta, cheirando o fundinho daquela linda calcinha, com seu tecido macio. Minha ereção nunca esteve tão forte e a cabeça do meu pau já estava toda babada. Eu sabia que eu ia gozar rapidinho se eu continuasse com aquilo. E foi aí que a ficha caiu. Eu estava me masturbando cheirando a calcinha da minha MÃE.

"Que merda, Igor! Isso é nojento demais, cara! Cheirando a calcinha da própria mãe!", falei para mim mesmo. Mas aquele cheiro estava tão bom. "Foda-se! Buceta é buceta! E se o cheiro está tão gostoso assim eu não estou nem aí se a calcinha é da minha mãe ou de outra mulher!", pensei. Decidi lamber aquele molhadinho, só pra saber qual era o gosto.

Lentamente eu lambi o fundinho da calcinha da minha mãe. Sim, eu sabia que era da minha mãe. Mas eu não estava me importando com isso. Meu tesão estava falando mais alto do que a razão. O gosto era uma mistura de azedo com picante. Mas, por algum motivo aquilo me excitava demais. Se aquele era o gosto de buceta, eu, com toda certeza, adoraria me acostumar a ele. 

Peguei o fundo da calcinha e o posicionei em cima do meu pau e enrolei, deixando bem apertando. Em seguida comecei a usar a calcinha para me masturbar. Que delícia! Por que eu nunca tinha feito aquilo antes? O toque do tecido na extensão da minha pica estava me deixando louco de tesão. Na minha mente só passavam pensamentos de uma buceta meladinha encostada no fundo daquela calcinha e deixando ele todo babado. E aí gozei.

Ejaculei igual um cavalo, lambuzando toda a calcinha da minha mãe, a calcinha rosinha dela, com aquelas lindas rendinhas. Meu orgasmo veio tão forte que precisei me controlar para não gemer alto no banheiro. E aí que veio o problema. Depois que gozei eu fiquei lá parado, sem saber muito bem o que tinha acontecido. "Que merda é essa que você acabou de fazer, Igor?", me perguntei.

Desenrolei a calcinha do meu pau e vi que ela estava toda lambuzada de porra. Me desesperei na hora. Tentei limpar o máximo que pude, na expectativa de que a minha mãe não percebesse o que tinha acontecido. Depois coloquei a calcinha de volta na montinho de roupas sujas e voltei para o meu quarto. 

Me deitei na minha cama e veio o arrependimento. Me senti muito culpado pelo que eu tinha acabado de fazer. Mas, ao mesmo tempo, me senti realizado. Eu finalmente tinha sentido o cheiro e o sabor de uma buceta, mesmo sendo a buceta da minha própria mãe. Me senti meio pervertido, mas foi por uma boa causa. Além disso, veio à minha mente os comentários que meus amigos faziam a respeito da minha mãe. Quando estavam na minha casa eu os via olhando para a bunda dela o tempo todo.

Minha mãe estava com 43 anos, morena, alta, magra, cabelos pretos e longos. Ela estava realmente muito bem cuidada, e nem parecia ter tido três filhos. Depois do divórcio ela não quis se casar novamente, talvez por ainda ter sentimentos fortes em relação ao meu pai. Minha irmã comentava que ela andava saindo com um colega de trabalho, mas minha mãe nunca assumiu isso.

Alguns dias se passaram e eu já tinha quase me esquecido do acontecido, até que, em uma manhã, eu estava saindo do banheiro e novamente encontrei uma calcinha jogada no chão. Era uma calcinha pequena e bonita, de rendinhas. Não resisti. Peguei, cheirei o fundinho dela, lambi, passei no meu rosto, e depois a enrolei no meu pau. Bati uma punheta deliciosa e gozei como um louco. Lambuzei ela todinha de porra e depois a coloquei de volta onde eu tinha encontrado.

Depois dessa gozada eu fiquei fascinado. Todos os dias eu procurava por calcinhas usadas da minha mãe. Eu as encontrava no banheiro e no quarto dela. Então as cheirava, lambia, esfregava no meu rosto e na minha pica e depois gozava em cima delas, deixando tudo lambuzado de porra. Eu sabia que isso era errado, mas eu estava viciado. A buceta dela tinha um cheiro delicioso. Eu não pretendia meter na minha mãe, eu estava apenas interessado em suas calcinhas.

As melhores punhetas com as calcinhas dela aconteciam quando eu percebia que ela estava tomando banho. Assim que ela terminava eu corria até o banheiro para pegar o meu prêmio. Que delícia! O cheiro de xoxota estava fresquinho e, muitas vezes, o calor da buceta ainda estava no fundinho da calcinha. Loucura demais! Discretamente eu as levava para o meu quarto e gozava nelas até não poder mais. 

Uma manhã de sábado eu acordei e fui dar a minha mijada. Novamente vasculhei o montinho de roupa suja em busca de mais uma calcinha. E lá estava ela, em seu lugar de sempre. Peguei e voltei para o meu quarto. Fechei a porta e comecei a examinar meu último prêmio. E que prêmio foi aquele! Dessa vez o fundo da calcinha estava mais molhado do que de costume, e o cheiro de xoxota estava muito mais acentuado. Bastou eu cheirar para o meu pau ficar duro como pedra.

Tirei minha bermuda e minha cueca e comecei a bater uma punheta daquelas. Que coisa mais gostosa! Cheirei aquele fundinho de calcinha molhadinho e fui aumentando a punheta. Depois de umas lambidas bem na parte onde a buceta fica, eu não estava me aguentando mais. Eu precisava foder a calcinha da minha mãe novamente. Enrolei ela no meu pau e continuei me masturbando.

O cheiro de buceta estava nos meus dedos, os quais eu levava até o meu nariz. Era uma sensação muito gostosa. "Se toda buceta tiver esse cheiro maravilhoso, eu vou ser um eterno chupador de xoxota!", pensei. E foi aí que o inesperado aconteceu.
- Filho, já é hora de levantar! - a porta do meu quarto se abriu de repente e minha mãe entrou.

- Mãe!?!?! - gritei assustado. E justamente nesse instante eu comecei a gozar. Era impossível parar. Meu corpo estava tremendo e meus olhos revirando, de prazer e do susto que eu tinha levado. E não havia onde eu me esconder. Fiquei lá, deitado na cama, com a calcinha dela enrolada no meu pau e jatos de porra sendo disparados um após o outro, lambuzando sua calcinha e a minha mão.

- Mas que diabos você está fazendo, Igor?!? - ela gritou, sem entender nada.
- Mãe... Eu... Eu... Eu...! - tentei falar, mas eu não tinha parado de gozar ainda.
- Essa calcinha é minha, seu tarado?!?... Mas que diabos é isso?!?... O que você está fazendo com a minha calcinha?

- Mãe... Meu deussss... Eu posso explicar... Eu...! - gaguejei, com os olhos arregalados e completamente perdido, sem saber o que fazer. Meu pau tinha acabado de liberar as últimas gotas de esperma, bem na calcinha dela.

- Filho?!?... O que é isso?!?... Você ficou louco, Igor?!?... Você está gozando na minha calcinha? - ela me perguntou, com uma certa irritação em seu olhar.

- Mãe... Eu... Eu não sei... Eu não fiz...! - tentei falar, mas minha voz estava presa, de tão nervoso que fiquei.
- Me dá essa calcinha aqui, seu tarado! - ela gritou e puxou a calcinha do meu pau. - Meu deusssss!... Igor... Como é que você faz uma coisa dessas?!?... A calcinha da sua própria mãe?!?

Ela falou isso e ficou olhando sua calcinha toda lambuzada de porra. E eu lá parado, sem saber o que dizer. Então eu percebi que o rosto dela foi ficando mais calmo, e até mesmo um sorriso se desenhou em seus lábios. Finalmente o olhar dela se fixou no meu pau ainda duro.
- Filho... Você já é um adulto... Nossaaaaa!... Se parece muito com o seu pai! - ela falou, já bastante calma. Fiquei vermelho de vergonha.

- Então, o que você tem a dizer sobre isso?
- Sinto muito, mãe... Eu... Eu... Não fiz por mal!
- Você sente muito?!?... É só isso que você tem a dizer? - ela me perguntou, me olhando bem nos olhos.
- Eu... Eu não sei o que deu em mim, mãe... Eu não pretendia... Eu estava com muito... Tesão!

A palavra "tesão" saiu engasgada. Eu nunca tinha falado essa palavra perto da minha mãe.
- Tesão?!?... Tesão pela própria mãe?!? - ela me perguntou, um pouco admirada por aquilo tudo.
- Não... Eu... Não é isso... Eu encontrei sua calcinha no chão do banheiro, mãe... E achei bonita, sabe?... E então eu... Fiquei com tesão... E ela estava um pouco molhada no fundo... Fiquei curioso!

- Você cheirou minha calcinha, filho?!?... Meu deussss!!... Não acredito que você fez isso, Igor!
- Mãe... Eu cheirei... Confesso... Cheirei... Eu nunca fiz isso... Quer dizer... Eu nunca vi uma...!
- Uma buceta?... Pode falar... Não precisa ter vergonha da sua mãe!
- Sim, mãe!... Eu nunca vi uma buceta... Nunca senti o cheiro... Fiquei curioso!

- Então você cheirou o fundo das minhas calcinhas... Foi isso?
- Sim... Mas... Eu... Não fiz por mal... Me desculpa!
- E você sentiu o gosto? - minha mãe me perguntou, com um sorriso nos lábios.
- Sim... Eu... Meu deussss, mãe... Como eu posso falar isso?... Sim... Eu senti o gosto! - falei e abaixei o meu olhar.

- E você gostou, filho?
- Sim, mãe... Seu gosto é delicioso! - falei e a encarei. Se ela não tinha brigado comigo até aquele momento, com certeza não o faria mais. Fiquei parado, esperando sua reação. Minha mãe estava examinando sua calcinha, com muita atenção.

- Filho... Você tem muito esperma... Nossaaaa... Você lambuzou minha calcinha toda! - ela falou e deu uma risadinha. Ri também. Então ela levantou sua mão e percebi seus dedos todos lambuzados com a minha porra.
- Eu espero que isso não manche minha calcinha, Igor!
- Me desculpa mesmo, mãe... Sinto muito... Não consegui me controlar!

- Eu sei, filho... Mas agora não há mais nada a fazer, né?... Não precisa pedir desculpas! - ela falou e levou um de seus dedos melados de porra até sua boca. Lentamente ela começou a lamber seus dedos, um por um.
- Mãe!?!?... O que você está fazendo?!?
- Experimentando o gosto, ué!... E não é ruim não, filho... Bem parecido com o gostinho do seu pai!

Fiquei muito surpreso com tudo aquilo.
- Se você pode sentir o meu gosto, Igor... Então eu posso sentir o seu também, não posso?
- Eu... Eu... Acho que sim, mãe!
- Você acha que sim, seu safado?!?... Você está mexendo nas minhas calcinhas já tem um bom tempo... Você acha que não percebi?... Você já espalhou seu esperma em praticamente todas, não foi?

- Eu... Juro... Eu não queria...!
- Queria sim, Igor... Como você já sentiu o cheiro e o gosto da minha buceta nas minhas calcinhas... Agora eu tenho o direito de sentir o gosto da sua porra a hora que eu quiser... Não é verdade? - ela falou. E havia algo de estranho em seu olhar.

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