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Comi minha sobrinha
Isso que vou contar aconteceu há quase 7 meses. Como breve introdução, tenho mais de 45 anos, sou casado e tenho dois filhos adolescentes. Não é tão relevante, mas faz parte do que vim contar. A irmã da minha esposa veio passar as férias de Natal e ficou 3 semanas, trouxe a filha e o marido. Fazia tempo que não via minha sobrinha, e fiquei muito impressionado ao vê-la – ela está quase fazendo 19, tem um corpo de mulher que, uau, por causa da boa genética da mãe.
Tudo foi normal no começo: abraços, conversas de família. Sempre a tratei como mais uma filha. Naquele dia, fomos a um shopping para passear e comprar. Minha filha me pediu dinheiro para uma blusa e, obviamente, também dei à minha sobrinha – coisa que ela agradeceu com um abraço. Depois, acompanhei as duas até a loja. Minha filha não é de provar roupa, sempre compra algo que gosta, sabe o tamanho dela (segundo ela). MAS minha sobrinha pediu minha opinião, queria que eu visse como ficava nela. Era uma blusa vermelha, quase cropped (ficava deliciosa). Só disse “muito bom”, e ela respondeu “vai! Vou levar!”. Me pareceu algo entre inocente e suspeito, mas assumi que era coisa da minha cabeça porque sou maluco.
Dias depois, fizemos um churrasco em casa. Tudo normal. Fui servir um tequila no minibar e ela chegou para perguntar onde o pai dela tinha colocado as cervejas. Apontei o lugar e comentei que ela podia tomar uma, mas ela não gosta. Foi aí que rolou uma conversa normal sobre a faculdade – que ela não sabia o que estudar, não estava segura. Comentei que ela devia ver do que gosta e pesquisar mais. Ela listou várias coisas e, entre elas, disse: “Também gosto de caras mais velhos que eu” – e riu. Foi uma brincadeira de adolescente, bem boba, mas foi aí que fiquei mais alerta. O resto do dia foi normal, embora eu tenha lançado olhares quando ninguém via. Ela, normal, só devolvia o olhar. Não aconteceu nada.
Como se deu a aproximação? Bem, a verdade é que quase não uso redes sociais, só WhatsApp e Facebook às vezes. Na segunda-feira, vi que alguém me adicionou – era minha sobrinha. Não soube de imediato quem era porque ela tinha uma foto antiga. Aceitei e, não sei por quê – não devia –, mandei uma mensagem: “Como você está se saindo por aqui?” Ela respondeu uns 15 ou 20 minutos depois: “muito bem, muito obrigada por tudo, queria saber se posso ir aí durante a semana para ficar com a sua filha”. Eu só disse que ela era bem-vinda quando quisesse.
A primeira vez que algo aconteceu foi depois das 20h. Cheguei em casa e minha esposa, minha filha e minha sobrinha estavam na sala conversando. Cumprimentei todo mundo, já com a intenção de ir dormir, mas minha esposa me pediu que, por favor, levasse minha sobrinha ao hotel. Minha filha foi junto. Disse que sim, mas que primeiro ia tomar banho e aí iríamos. Já no caminho, parei num Oxxo (minha filha queria comprar algo). Minha sobrinha ficou no carro. Perguntou se eu estava cansado. Respondi que sim. Ela se ofereceu para fazer uma massagem em mim – disse que estava aprendendo no TikTok. Eu ri e aceitei. Óbvio que ela estava atrás. Foi só nos ombros, e ela comentou que eu estava muito duro, que desde quando eu ia à academia. Só respondi que desde os 22 anos. Acho que estava bem claro o que ela estava fazendo.
Terminou e eu disse que estávamos perto do hotel. Ela respondeu que estava bem e ficou pensativa. Nossos olhares se encontraram pelo retrovisor. O que ela fez em seguida detonou tudo: ela usava uma blusa normal e a levantou. Não tinha sutiã. Os seios não são grandes, são pequenos, mas ela me olhou com um olhar de quem sabia o que estava fazendo. Não virou o rosto. Só mandou minha mão para trás, olhando para frente, com medo de que minha filha voltasse. Comecei a massagear o seio direito dela e apertar o mamilo. Ela só gemeu um pouco. Fiquei por ali, não fiz mais nada. Levamos ela ao hotel e ela foi embora.
Naquela mesma noite, ela me mandou uma foto nua pelo chat do Facebook. Fui me masturbar no banho. Senti coisas muito estranhas, não sei como colocar em palavras. Não trocamos mensagens e fiquei uns 5 dias sem vê-la.
Poderia ter parado aí, mas não. Procurei ela e mandei uma mensagem para vê-la, para que viesse um dia em casa. Vale destacar que isso é quase impossível porque ela está com os pais, não é como se pudesse ir para qualquer lugar numa cidade que não conhece. E aí aproveitamos que ela é adolescente, que quer sair para conhecer e que os primos estão aqui. Quando aconteceu algo? Numa quarta-feira, no fim da tarde/noite. Ela disse que queria ir ao cinema com minha filha. Minha cunhada me ligou para perguntar se eu podia levar as duas, porque a irmã dela estava no trabalho, e mencionou que eu estava de home office naquele dia. Aceitei.
Minha filha não quis ir ao cinema. Comentei que fôssemos ao shopping, que ela chamasse as amigas e fosse com elas. “Eu fico com a sua prima dando umas voltas.” OBVIAMENTE ela aceitou e não questionou nada. Lá pelas 18h estávamos no shopping. Minha filha foi para uma loja e, já a sós com minha sobrinha, disse que fôssemos. Fui direto para o motel. Nesse dia, ela estava com a blusa vermelha que comprei no começo da história. Antes de entrar, nos beijamos no carro. Intenso. Apertei os seios dela. Sentia desejo, medo, adrenalina – tudo misturado.
Subimos e ela acendeu a luz do abajur. Começamos a nos beijar de novo. Eu já tinha tirado toda a roupa dela. Não sei por quê, me deu vontade de gravar. Ela disse que tudo bem, mas que eu não postasse nada. Foi quando ela começou a me chupar. Para ter 18 anos, ela realmente chupava muito bem. Enfiava devagar, até engasgar. Por causa da situação, avisei que ia gozar enquanto ela me chupava. “Goza em mim”, ela respondeu. E foi o que fiz. Ela engoliu tudo. Depois disso, parei de gravar e começamos a transar. Coloquei ela de quatro, e ela gemia deliciosamente. Devo dizer que ela era apertada, e eu só molhava meu pau na buceta dela. Coloquei ela por cima para quicar sozinha, ela gozou e continuamos assim. Carreguei ela no colo para só empurrar meu pau para dentro dela. Estava extremamente excitado, e ela não parava de gemer “que gostoso”, “não para”. Eu gritava que ela era uma puta, e ela só respondia “sim”, “sim”, “me come”. Ficamos uma hora e meia. Tomamos banho juntos sem molhar o cabelo. Disse para ela memorizar que filme tinha “visto” caso perguntassem. Passei na minha filha, deixei minha sobrinha no hotel e fui para casa.
Transamos duas vezes. Foi quase o mesmo plano, mas agora ela queria ir a outro shopping com umas amigas da minha filha. Dessa vez não foi tão fácil porque minha cunhada disse que queria ela de volta em 2 horas, pois iríamos jantar. Passei nela no shopping e fomos para outro motel. Ela estava com um moletom grande. Chegamos e começamos direto. Ela estava de quatro na cama me chupando, depois se virou de ponta-cabeça para enfiar meu pau inteiro na boca – coisa que fiz. Tratei ela como puta, fiz de tudo como da primeira vez, e aí consegui gravar nosso encontro. Ela gemia incrivelmente até que gozei na cara dela. Ela só continuou me chupando depois que gozei para me limpar todo.
Aconteceu só essas duas vezes. Elas ficaram até depois do Natal e não rolou mais nada. Agora o contato é mínimo – só mensagens casuais no Facebook. Elas não estão mais na cidade. Deixamos claro que não aconteceria mais porque podemos nos meter em problemas. Mas quando penso nesses dois dias, sinto a mesma mistura de culpa e desejo que não consigo explicar.
É isso.


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