Julho 16, 2026

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Dormindo de pau duro

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Ato I – Convivência Forçada

Tudo começou quando meu pai se casou com a mãe de Wanda. E o que começou como uma união madura e romântica rapidamente transformou minha vida em um desafio diário.

Eu tinha acabado de completar 23 anos, era um jovem alto, atlético mas reservado. Já a Wanda, era o oposto: Ruiva natural, sempre foi o centro das atenções, com seus olhos verdes desafiadores e uma língua afiada que não poupava ninguém, especialmente homens, na época tinha 18.

Quando nossos pais anunciaram a lua de mel de vinte dias no exterior, o clima na casa que já era gelado ficou insuportável. No primeiro dia sozinhos, a antipatia era palpável. Wanda me tratava como um intruso inconveniente, revirando os olhos a cada vez que entrava na sala, fazendo comentários sarcásticos sobre “homens inúteis”. Eu suportava em silêncio, mas paciência tem limite.

Outro dia que tinha voltado mais cedo da academia. Ao entrar na sala, encontrei Wanda deitada de bruços no sofá grande, vestindo um shortinho de lycra extremamente curto e um top branco tipo tomara que caia.

Confesso que ela já tinha um corpo escultural, cintura fina, quadris largos e uma bunda redonda e firme.

Deitada naquela posição, metade de suas nádegas estavam à mostra, sem qualquer pudor. Ela falava ao celular com uma amiga, a voz entediada e venenosa:

— É… Nossos pais foram pra essa viagem idiota de lua de mel. Adivinha só? Fiquei presa com meu irmão postiço, aquele bundão fracassado. Pois é, homens são todos iguais, né? É, ele é solteiro. Deve ter um pintinho minúsculo e por isso que não tem namorada nenhuma. Antiquado, sem graça, um perdedor completo.

Parei na porta, ouvindo tudo já puto. Vanda nem se importava se eu estava ouvindo. Ela ria, virando o corpo de forma preguiçosa, esticando as pernas e deixando o short subir ainda mais.

Na hora senti o sangue ferver e decidi que era hora de mudar isso.

— Você não tem vergonha de falar de mim assim na minha própria casa?

Falei com a voz baixa e controlada.

Wanda bufou alto, sem nem se dar ao trabalho de levantar o olhar de imediato. Apenas revirou os olhos dramaticamente.

— Vergonha? Eu? Da sua existência patética? Por favor. É tipo… ciência básica que caras como você são inúteis.

Virou o rosto para encará-lo com um sorriso provocador.

— Olha pra você. Aposto que nem consegue levantar peso na academia. Seu corpo deve ser tão patético quanto seu… bem, você sabe. Agora não me atrapalha mais e vai ver se faz algo útil, a pia da cozinha tá cheia começa por lá.

— Você ainda não entendeu sua situação, né? Nossos pais saíram. Eu sou mais velho e mais forte que você. Não vou tolerar esse seu jeito mimado. Vamos deixar as coisas bem claras: você sujou, você lava.

Não sou seu empregado. E se continuar me desrespeitando desse jeito, vai se arrepender.

Wanda sentou-se ereta num pulo, os olhos arregalados por um segundo antes de estreitarem em puro desafio. O celular caiu no colo. Ela cruzou os braços por baixo dos seios, empurrando-os para cima de forma quase obscena.

— Ah, então o machão resolveu se impor? Que fofo. — Ela se levantou e caminhou, parando a poucos centímetros. Tendo que inclinar a cabeça para trás por causa da diferença de altura, e cutucou meu peito com um dedo.

— Isso não muda nada. Homens são fracos, previsíveis ou brutamontes. Se você tentar qualquer coisa, eu grito estupro. Quem nossos pais vão acreditar? Na filhinha perfeitinha ou no filho fracassado?

Não respondi de imediato, só segurei o pulso dela com firmeza, demonstrando a minha superioridade física. Wanda se debateu, com o rosto vermelho.

— Me Larga! Seu idiota!

—Grita aí vai, acha mesmo que alguém vai te ouvir aqui?

Mas ela não conseguia escapar. A raiva dela misturava-se a algo novo — um brilho diferente nos olhos, entre medo ou uma outra coisa que ela tentava disfarçar.

— Tá bom, tá bom! Vou limpar essa merda! — cedeu ela, a voz tremendo levemente.

— Boa menina — respondi com um sorriso.

Wanda congelou, um arrepio percorrendo seu corpo inteiro. As orelhas ficaram vermelhas. Ela murmurou um “seu idiota”, mas continuou andando, os quadris balançando mais do que o necessário.

Enquanto Wanda ia em direção à cozinha resmungando, decidi tomar um banho rápido para esfriar a cabeça. estava saindo do box quando a porta do banheiro se abriu de repente.

Wanda parada na porta, Por dois ou três segundos longos, seus olhos ficaram fixos no meu pau quase exposto marcando a toalha.

— Que porra é essa…? idiotaaaa, não sabe fechar a porta, falou e saiu correndo.

Quando desci, encontrei Wanda lavando a louça, com a cabeça baixa, o rosto vermelho como um tomate.

Dias depois olhando meu notebook vi que Wanda tava usando porque esqueceu o Facebook conectado. Já que eu estava “com a mão na massa”, resolvi dar uma olhada nos históricos e conversas dela no Facebook. Olhei e vi lá um nome que me chamou a atenção, pois era o nome de uma das colegas dela que sempre a via lá em casa, a Larissa, a mesma que me olhava de um jeito muito estranho, sempre me medindo de cima a baixo e quando eu chegava em casa.

Comecei a ler o histórico e percebi que as conversas eram bem picantes, Larissa confessava para a Wanda as suas transas, como gostava de ser comida por seus namorados e até a intensidade de suas gozadas, dizendo que ficava molhada com muita facilidade e que, às vezes, chegava a escorrer pelas pernas seu suco vaginal. Aquela conversa foi me deixando excitado e de pau duro.

Pude ver o quanto ela era putinha e gostava muito de foder. Wanda também entrou na dela e começou a soltar seus segredos, confessando inclusive que era virgem, mas se masturbava com frequência assistindo filmes pornôs no meu notebook.

Isso me deixou extremamente excitado e cheguei a me masturbar pensando em tudo aquilo que eu tinha acabado de ler. A partir daquele dia, toda vez que a Larissa ia lá em casa, eu já não a via mais como a coleguinha da Wanda, mas agora era uma putinha gostosa que era doida pra dar a buceta.

Comecei a ler as conversas todos os dias, e num desses dias, descobri que a safadinha da Larissa me achava gato e que eu deveria ser muito gostoso.

Larissa: “Então me conta, como é o seu irmão postiço? Ele parece ser gostoso pra caralho…”

Wanda: “Gostoso? Ele é um idiota metido a macho. Aposto que o pau dele é normalzinho. Esses caras que se acham são sempre decepcionantes.”

Larissa: “Normalzinho eu duvido… Vi ele quando chegou da academia volume da bermuda tava marcadinho. Aposto que ele é bem acima da média amiga.”

Depois desse dia Wanda começou a me olhar de forma diferente. Ainda me insultava, mas agora havia uma certa curiosidade, em seus olhares.

Acompanhando suas mensagens fiquei sabendo que uma tarde ela me encontrou dormindo no sofá, vestindo apenas uma bermuda fina de nylon que marcava claramente o volume do pau, e que ficou olhando mais tempo do que gostaria de admitir.

Nas conversas com Larissa, ela comentou o que viu, deixando Larissa ainda mais interessada e insistindo para que ela gravasse em uma próxima oportunidade.

Foi aí que pensei, já que ela queria tanto ver eu ia facilitar as coisas, por volta das 10h da manhã seguinte, mandei uma mensagem para Wanda:

— Não tô me sentindo bem. Cheguei do trabalho, tomei um remédio forte para dormir, Vou descansar. Qualquer coisa não me chame.”

Tomei um banho, vesti uma bermuda folgada sem cueca, deixei o quarto semi-escuro e deitei, esperando elas chegarem.

Quando deu umas 11:40h, ouvi a porta da frente abrir e as duas entrarem fazendo algazarra, exatamente como eu esperava. Wanda lê a mensagem em voz alta e Larissa se preocupa, pedindo silêncio.

Wanda riu com aquele tom debochado dela:

— Relaxa, Larissa… esse aí quando cai na cama desmaia. Ainda mais que tomou remédio pra dormir da minha mãe. Pode derrubar a casa que ele não acorda.

Eu, deitado no quarto, senti o coração acelerar. Puxei discretamente a bermuda para baixo, deixando parte do meu pau aparecendo.

Poucos minutos depois, escutei as duas entrando no quarto.

— Caralho, Wanda… olha ele.

E essa bermuda tá… Meu Deus Vanda isso é o que eu tô pensando

Wanda:

— Para de ser assim, Larissa. Ele é só… um cara normal tá vendo? Eu não disse? Ele tá apagado. Dormiu quase pelado ainda por cima… deixa eu arrumar isso.

Wanda falou baixinho, com aquela arrogância característica:

Mas Larissa, ousada como sempre, se aproximou da cama e puxou lentamente a bermuda para baixo, expondo meu pau.

As duas ficaram em silêncio por alguns segundos.

Larissa:

— Porra, Wanda… olha o tamanho disso. Você mentiu pra mim. Isso aqui não é normalzinho não…

Larissa, passando os dedos com cuidado. Depois abaixou o rosto, cheirou e começou a lamber lentamente, elogiando o cheiro e o gosto.

— Caralho, Wanda… ainda tá ficando maior. É grande pra porra.

Wanda ficou em silêncio por um momento. Eu quase conseguia sentir o conflito dela. Depois, com a voz um pouco mais rouca, murmurou:

— É… até que não é ruim.

— Amiga… isso é melhor que sorvete. Tão gostoso… tão cheiroso…

Wanda observava, inquieta, mordendo o lábio. Ainda tentou protestar:

— Larissa, sua vadia louca… e se ele acordar?

Wanda resistiu um pouco mais, mas logo suas mãozinhas delicadas também estavam no meu pau.

Eu tinha que me esforçar para não gemer, fingindo um sono pesado, roncando de leve de vez em quando.

Elas estavam tão distraídas que nem olhavam para o meu rosto. Eu abria os olhos só um pouquinho e via as duas se deliciando com meu pau na penumbra do quarto.

Larissa ficou cada vez mais safada. Esfregava a própria bucetinha por cima da calcinha enquanto me masturbava. De repente, falou:

— Deixa eu fazer uma coisa, Wanda…

Ergueu a saia, puxou a calcinha para o lado e agachou sobre mim.

Wanda tentou impedir:

— Larissa, você ficou louca? Vai meter a buceta nele de verdade? Para com isso! E se ele acordar?

Mas Larissa não parou. Segurou meu pau, posicionou na entrada e desceu devagar, engolindo aos poucos com um gemido abafado. Começou a cavalgar, primeiro devagar, depois com mais fome.

— Ahh… que delícia… tá me enchendo toda… — gemia baixinho.

Wanda assistia tudo, alisando sua buceta enquanto a amiga cavalgava. Larissa gozou forte, apertando meu pau com a bucetinha, o corpo tremendo. Quando saiu de cima, ofegante e pingando, olhou para Wanda com um sorriso provocador:

— Amiga, que pau gostoso… e ele ainda tá dormindo… Você não quer provar? Ninguém vai saber!

Wanda hesitou bastante. Eu sentia a tensão no ar.

Seu corpo queria, o orgulho gritava que não. Acabou se aproximando, tocando e lambendo meu pau lambuzado com o gozo da amiga. Ela se posicionou por cima, mas só roçou no começo. Esfregou a bucetinha molhada na cabeça do meu pau, gemendo baixinho enquanto deslizava para frente e para trás sempre esfregando a cabeça do meu pau na entrada da buceta e às vezes esfregava também no cuzinho. Em pouco tempo, meu pau já estava todo lambuzado.

— Porra… que gostoso… — murmurou, quase contra a vontade.

No auge da excitação, ela encaixou a cabeça da na entrada e soltou seu corpo. Senti a cabeça do meu pau pressionar e entrar devagar na buceta apertada dela. Wanda parou ali, só com a glande dentro, movendo os quadris em círculos curtos, gemendo enquanto se tocava. Não desceu completamente. Gozou assim, tremendo inteira, a bocetinha apertando só a cabeça do meu pau.

Depois saiu rapidamente, ofegante e claramente envergonhada.

As duas foram tomar banho juntas. Eu fiquei ali, deitado, com o pau latejando e a consciência pesada. Tinha acabado de sentir a bucetinha virgem da minha meia-irmã… mesmo que só um pouco.

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