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Família é foda
Eu, Douglas, nunca imaginei que uma noite simples de vinho na casa da minha irmã Larissa fosse acabar com a minha rola enterrada na buceta dela enquanto minha mulher assistia. Mas foi exatamente isso que rolou.
Estávamos os três no sofá da sala, as garrafas de vinho quase vazias sobre a mesa de centro. Taiane, minha esposa, estava entre nós dois, rindo alto, as bochechas vermelhas de álcool. Larissa, minha irmã mais nova, usava um shortinho curto que mal cobria a bunda empinada e uma regata fina sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Eu tentava não olhar, mas o vinho estava baixando minhas defesas.
Foi Taiane quem começou a putaria.
— Douglas, eu te desafio a beijar sua irmã. Um minuto inteiro. Língua e tudo. Tá com medo, amor?
Larissa arregalou os olhos, mas sorriu, maliciosa. Eu olhei pra ela, sentindo o pau já latejar dentro da calça.
— Aceito — respondi, rouco.
Me inclinei por cima de Taiane e colei minha boca na de Larissa. No começo foi estranho, mas ela abriu os lábios e enfiou a língua quente na minha boca. Beijamos como dois animais, gemendo baixo, saliva escorrendo. Minhas mãos desceram pro pescoço dela, apertando de leve. O minuto virou dois, três. Quando nos separamos, Taiane estava com os olhos brilhando de tesão.
— Porra, que gostoso ver isso — murmurou ela.
Agora era minha vez.
— Larissa, eu te desafio a tirar a roupa da Taiane bem devagar, bem safada. Quero ver você tocando nela enquanto faz isso.
Larissa não pensou duas vezes. Ficou de joelhos na frente da minha mulher e começou a subir as mãos pelas coxas grossas de Taiane, puxando o vestido devagar. Beijava a pele que ia aparecendo, chupava o umbigo, lambeu os seios pesados quando eles saltaram livres. Taiane gemia, segurando a cabeça da minha irmã. O vestido caiu no chão e Larissa enfiou o rosto entre as pernas dela, cheirando a buceta por cima da calcinha molhada.
— Sua mulher tá encharcada, mano — disse Larissa, olhando pra mim com um sorriso sujo.
Chegou a vez dela.
— Agora você, Douglas. Eu te desafio a comer meu cu bem gostoso, bem na frente da Taiane. Quero que ela veja você lambendo o rabinho da sua irmã.
Meu pau quase rasgou a calça. Larissa tirou o shortinho e a calcinha, ficou de quatro no sofá, empinando aquela bunda redonda e branquinha bem na minha cara. Taiane se sentou ao lado, olhos fixos, mão já entre as próprias pernas.
Me ajoelhei, abri as bandas da minha irmã com as duas mãos e cuspi direto no cuzinho rosado. Lambi devagar primeiro, sentindo o gosto proibido, depois enfiei a língua fundo, fodendo o cu dela com a boca. Larissa gemia alto, rebolando na minha cara.
— Isso, irmão… come o cu da sua irmã… lambe bem gostoso… porra, que delícia!
Taiane se aproximou, segurou a cabeça dela e enfiou a língua na boca de Larissa enquanto eu devorava aquele cu apertado. Depois eu não aguentei mais. Levantei, baixei a calça e meti a rola dura direto na buceta encharcada de Larissa, socando forte enquanto ela gritava.
— Ai, caralho! Que pau grosso do meu irmão! Me fode, Douglas! Me fode bem forte!
Taiane se deitou debaixo dela, chupando os peitos da minha irmã enquanto eu metia. Depois trocamos: Larissa sentou na cara de Taiane, esfregando a buceta molhada na boca da minha mulher enquanto eu comia Taiane por trás. As duas gemiam juntas, chamando meu nome.
— Me enche de porra, amor… — pediu Taiane.
— Goza dentro da sua irmã primeiro — gemeu Larissa, rebolando no meu pau.
Eu não segurei. Dei umas estocadas brutas e gozei fundo no cu da minha irmã, enchendo ela de leite quente. Taiane veio logo depois, lambendo o que escorria.
Ficamos os três embolados no sofá, suados, gozados, rindo baixinho enquanto o vinho acabava.
Aquela noite na casa de Larissa foi só o começo.


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