Goza na bunda da mamãe Publicado por anônimo em 17/07/2019 em Amor Filial

"Primeira coisa que vocês devem saber, eu sou a puta do meu filho. Isso mesmo. Me chamo Vanessa e tenho 34 anos, bem novinha né. Tive o Luan muito cedo, aos 18 anos já estava grávida dele."

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Quando engravidei, o pai como um bom covardão, não quis assumir e sumiu do mapa, tive a ajuda dos meus pais para criar meu filho, com a ajuda deles também, consegui terminar a faculdade sem nenhum problema, foi difícil, mas consegui. Hoje sou formada e trabalho na área, moro numa casinha junto com meu filho.

O Luan atualmente tem 16 anos, e desde os 13 ele se mostrava muito interessado em sexo, perdi a conta das vezes que peguei ele se masturbando vendo filme pornô. Eu não ligava muito, meninos são assim mesmo, quando entram na puberdade, ficam com o tesão a flor da pele. Mais tarde com 15 anos, percebi que ele me espiava durante o banho e quando trocava de roupa no meu quarto. Os olhares dele me incomodava no começo, mas aos poucos fui me acostumando, e até me excitando com isso, fazia tempo que não sentia um belo de um tesão, a buceta molhada querendo devorar urgentemente um pau grosso e cheio de veias.

Sentia falta de me sentir mulher e comecei a me masturbar no banho, e claro, com meu filho me espionando. Gozava inúmeras vezes sabendo que ele estava lá, provavelmente com o pau na mão. 

Mas a coisa começou a apimentar quando comecei a andar com roupas mais relaxadas em casa, sem calcinha e nem sutiã, blusinhas leves e um pouco transparentes, e shorts que não cobriam nem metade da minha bunda. E sinceramente, acho que estava judiando dele um pouco hahaha.

Sentia os olhares dele me comendo, o volume em sua bermuda denunciava totalmente o tesão, e automaticamente me veio uma idéia de ouro, queria saber se ele estava disposto a ir além de olhares. Numa certa noite, cheguei do trabalho, tomei banho e coloquei as roupas de costume, deitei no sofá enquanto ele estava sentado na poltrona assistindo TV, e comecei a fingir que estava dormindo. Detalhe que fiz questão de arreganhar bem as pernas, mostrando os lábios grossos da minha buceta.

Não deu 15 minutos, tive a sensação que ele se aproximava de mim, fiquei ansiosa e aflita pra saber o que ele estava fazendo. Ouvi leves gemidos e sua respiração ofegante, ali na hora já imaginei ele com seu pau em mãos. Mas só ficou naquilo, esperei alguns minutos esperando o toque dele no meu corpo, tive que ficar na seca mesmo, ele se masturbou, provavelmente gozou, enquanto eu fiquei na extrema vontade.

A coisa que eu mais queria no mundo era o pau do meu filho enterrado em mim, então todos os dias passei a fingir que estava dormindo no sofá, com roupas ainda mais provocantes. Ficou nisso por alguns dias, eu fingia, ele batia uma, e antes de ir pra cama, eu esfregava minha buceta melada contra o chuveirinho, precisava ter um orgasmo daqueles pra conseguir dormir.

Num sábado, Luan tinha saído com alguns amigos, e já tarde da noite ele voltou pra casa, estava deitada no sofá quando ouvi a porta batendo com a sua chegada. Prontamente já fingia que dormia, com a bunda arrebitada mostrando mais da metade da minha bunda.

Ouvi seus passos entrando na sala, a única iluminação na casa era a da TV, ouvi ele se ajoelhando em frente ao sofá e sua pegada forte foi de encontro com a minha bunda. Nem consigo dizer o tempo que não sentia mãos quentes, grandes e forte no meu corpo.

Ele apertava minha bunda e puxava pra cima, onde minha buceta e meu cuzinho ficavam expostos, meu minúsculo short foi brutalmente arrancado de mim, e já não podia mais fingir quando senti sua língua molhando meu cuzinho e sugando o mel da minha buceta.

Ele apertava meu grelo inchado com a língua, e tentava invadir meu buraquinho, eu gemia feito uma louca, e mesmo assim ele continuou, até eu apertar seu cabelo e gozar em sua boca. Meus caros leitores, uma chupada dessa era um milhão de vezes melhor do que se masturbar com o chuveirinho.

Me levantei e joguei ele no sofá, abaixei sua calça e um caralho grosso e pulsante bateu em meu rosto, que saudades de sentir um cacete quente desses, tratei de encher a boca de cuspe, peguei o pau pela base e comecei a engolir a cabecinha, e as memórias de como chupar um pau retornavam a minha mente. Babei, engoli, esgasguei, cuspi e punhetei, fiz isso repetidas vezes, a baba escorria do meu queixo e ele passou a foder minha boca, meus olhos lacrimejaram.

Ele me levantou e me jogou no sofá, fiquei de barriga para baixo e com a bunda empinada, senti seu corpo colando ao meu e seu pau esfregando na minha bunda. No calor do momento, ele enfiou tudo de uma vez, foi uma delicia sentir aqueles mastro de invadir de uma só vez.

Ele metia forte, sem dó, puxava meu cabelo e minha bunda ardia com seus fprtes tapas. Meu gritos tomavam conta da casa toda, a cada metida era uma sensação de prazer diferente, e de tanto gozar em seu pau, quase desmaiei de tanto prazer.

E finalmente senti a porra quente do meu próprio filho cobrindo minha bunda e minhas costas, era muita porra, aquele pau não parava de jorrar. Não sei descrever o que houve depois, acho que acabei dormindo de tão exausta. Mas esse foi só o comecinho da nossa relação.

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