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Irmã resolve
Me chamo Renato e tenho 35 anos. Eu casei com a minha namorada do colégio. A minha primeira e única mulher. Nunca trai ela, mas depois de anos de relacionamento, ela se separa de mim. Diz que não estava satisfeita, queria nova experiências, e outra bobagens que ela lia nas revistas feministas.
Eu fico arrasado, não conseguia sair de casa por conta da depressão. Flávia, minha irmã vem me visitar. Assim que ela entra diz:
— Meu deus Renato, que cheiro aqui.
A minha irmã começa a recolher os pratos, copos, restos de comida. Lava a louça. Eu nem me movo. Depois ela chega em mim:
— Tem mais uma suja aqui.
E me puxa até o banheiro e tira as minhas roupas tinteiras. Depois tira o vestido e fica só de calcinha.
— Vou te dar um banho.
Minha irmã era a doidinha da família, fazia o que queria e não tinha nenhum pudor. Acho que era por que ela era gostosa para caralho, cintura fininha, peitos cheios em forma de gota, em boa forma, etc. Ela não tem o menor receio de tirar as minhas roupas e me colocar no chuveiro, depois ela tira o vestido justo que estava usando e entra comigo no chuveiro só de calcinha.
Não que eu não tivesse visto antes, quando a gente era mais novo eu a via frequentemente só de calcinha ou até pelada. A minha irmã me deixa com o pau duro, mas ela não fala nada sobre isso, só continua me esfregando. Depois me enxagua e me manda ir para o quarto. Eu só olho ela tirando a calcinha e terminando de tomar banho.
Eu vou no quarto e visto um moletom e uma camiseta e logo ela chega só de toalha e veste uma camiseta minha, sem nada por baixo.
— Pendurei a minha calcinha no seu box. To te avisando para você não achar que é da sua ex.
— Por que eu ia pensar isso? Ela levou todas as calcinha quando foi embora, e se tivesse deixado alguma, eu já teria feito macumba com ela.
— Vamos pedir pizza e assistir TV como a gente fazia quando éramos adolescentes.
Fazemos isso. Eu peço a pizza e sentamos os dois no sofá. Quando ela chega eu digo.
— Eu paguei, você pega.
Minha irmã vai até a porta e ai eu lembro que ela estava sem nada por baixo, quando ela se inclina para pegar a pizza, a camiseta sobe e eu vejo a curva da bundinha dela. Fico com o pau duro e o escondo com uma almofada.
Ela chega com a pizza e ao sentar no sofá, ela levanta uma das pernas, imagino que a bocetinha dela estava exposta. Eu já tinha visto, mas fico olhando pelo canto do olho e uma hora ela se estica para pegar mais cerveja e se expõe inteira para mim. Eu fico ainda mais duro.
Começa um novo filme e esse tem mais putaria. Minha irmã então deita no sofá e encosta a cabeça na almofada que eu tinha colocada em cima do meu pau. Eu estava lá me contendo e durante a cena de sexo do filme, a minha irmã pergunta:
— Faz quanto tempo?
— Quanto tempo o quê?
— Quanto tempo que você não fode?
— Já estava ruim comigo e com e Natália faz um tempo e claro que nada desde que a gente se separou…
— Quanto tempo?
— 6 meses.
Ela então tira a almofada e eu estava lá com o pau duríssimo, quase saindo para fora do moletom. Minha irmã então pega no meu pau e coloca ele para fora. Ela diz:
— Eu sei o que você precisa, irmãozinho.
Minha irmã então começa a bater uma punheta para mim. Ela sabia o que estava fazendo, me punhetava mas também dava umas lambidinhas para lubrificar.
Gozo na mão da minha irmã. Ela limpa a mão na minha camiseta e depois tira ela, ficando peladinha.
Eu fico louco de tensão de vê-la, por isso me coloco ajoelhado no chão, entre as pernas dela, lhe aeguro as coxas e começo a lamber a boceta raspada da minha irmã.
— Para Renato, você que estava precisando de uma gozadinha.
Nisso eu já estava com o pau duro de novo e falo:
— Provocou, agora vai ter que aguentar, irmã.
Eu então levanto e me coloco em pé na frente dela e meto o pau na boceta da minha irmã. Eu percebo que ela goza, então Flávia diz:
— Tira! Tira! Goza na minha cara!
Eu tiro o pau, e ela então se ajoelha no chão, se apoia no sofá com os cotovelos, fica com as pernas um pouco abertas e faz cara de ahegô. Eu então finalizo me masturbando na frente dela e depois derramando a porra na cara da minha irmã.
Depois de receber a minha porra, Flávia levanta e vai até o banheiro. Volta de lá limpa e vestida. Ela então diz:
— Só me promete não ficar mais trancado em casa, ok.
— ok.
Ela então vai embora.


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