Abril 25, 2026

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Me apaixonei pelo coroa do trampo

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Ela é loira, na época com 25 anos, magra, bunda pequena, seios siliconados, cabelo grande e liso, pele branca, gulosa em todos os buracos, aproximadamente 1,70 de altura.

Eu também sou branco, cabelos grisalhos, com 28 anos, 1,73 de altura e louco de tesão nessa mulher.

Já praticávamos muito exibicionismo nessa época, inclusive ela já tinha transado com um amigo pauzudo e com o irmão dela, e essa história é de uma das vezes em que ela foi usada como depósito de porra do irmão, na época ele tinha 18 anos, na cozinha da casa dos pais dela.

Ela tinha ido pra casa dos pais passar um final de semana, se exibir para o pai e transar com o irmão, ou seja, nada muito diferente do que já fazíamos. Então, no sábado à noite ela me diz:

– Quero você usando sua gaiolinha hoje. Vou sair com uma amiga e quero dar muito!

E eu perguntei:

– E seu irmão?

Ela respondeu:

– Mas é pra ele mesmo que eu vou dar. Acabei de mamar ele, ele gozou na minha boca, e eu tô no carro e minha amiga nem imagina que tô sem calcinha, encharcada de tesão e vontade de ser preenchida de porra pelo meu próprio irmão de novo.

Meu pau estava extremamente duro na hora e eu quase não consegui vestir a gaiolinha, mas assim que consegui, mandei uma foto e ela então disse:

– Muito bem, corninho! Por isso vou te recompensar.

E então recebi dois vídeos. O primeiro ela estava ajoelhada com a boca cheia de porra, usava uma blusa decotada com estampa de onça e uma saia preta, e depois de mostrar a porra ela engolia e eu ouvi ao fundo:

– Mostra pro corno como você obedece seu macho.

O segundo ela estava no banheiro, mostrando a buceta melada e inchada de tesão.

Na hora eu quase gozei, mas consegui me segurar e aguardar o momento que ela liberasse, se eu soubesse o quanto iria demorar, talvez tivesse gozado naquela hora mesmo.

Quando foi por cerca da 1:30 da manhã ela me ligou, com a voz claramente sob efeito de álcool, e disse:

– Cheguei em casa, tô indo no quarto dele.

E eu pude ouvir ela caminhando até o quarto. Quando entrou ele perguntou:

– Veio terminar a noite com seu macho?

E eu ouvi ela respondendo:

– Sim! Eu preciso do seu pau e da sua porra na minha buceta.

E ele então disse:

– Quero te comer na cozinha.

Ela desligou o telefone e eu tentei ligar de volta mas ela desligava. Então ela me mandou 1 áudio, gemendo e falando:

– Ai corninho, ele não quer deixar eu atender. Disse que você só vai poder ouvir e assistir pessoalmente.

Então um segundo áudio com ele dizendo:

– Diz o que eu sou seu? E fala pro seu corno o que eu tô fazendo?

E ela respondeu:

– Você é meu macho e tá gozando dentro da minha buceta em cima da mesa da cozinha na casa dos nossos pais.

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