Meu sobrinho de pau grande
Já faria muito tempo desde que tive meu último orgasmo, sinceramente, já nem consigo me lembrar da sensação de um pênis em minha vagina. Luis mau tinha tempo em casa, sempre ocupado com o trabalho, como um marido não tem tempo para sua mulher?
Nem mesmo quando comecei a usar roupas mais chamativas ele nem se importou. O que aconteceu mesmo foi os olhos para mim, meu chefe e meus colegas de trabalho no escritório, eu até que comecei a gostar disso, eu não me importava de deixar meu decote bem visível, e usar uma saia bem justa.
Gabriel era o estagiário que se alocou no computador da minha frente, ele era bonitinho, eu mesmo não consigo resistir a um novinho, infelizmente não tinha tanta atitude, sempre que olhava para ele, ele estava secando meu decote, meus seios estavam quase abrindo o botão e saltando do sutiã. O bobinho já até se acidentou na mesa, quando deixou sua caneta cair, eu percebi ela olhando minha calcinha, bom, ao menos ele sabe que adoro vermelho.
Meu chefe sempre que podia me chamava para seu escritório, ficava com conversa mole, sempre falando da sua coleção de charutos e vinhos, e se gabando do dinheiro que gastava, acho que sua intenção era me impressionar, para que eu me ajoelha se e chupasse ele. Não seria um problema, se ele não fosse um chato e pão duro, e um pouco mais novo, talvez eu o chuparia bem gostoso. No escritório o único pénis que realmente valia o esforço era do novinho do RH, hnn, eu consigo sentir o seu pênis latejando na minha boca ainda, jamais irei me esquecer do seu gemido manhoso e da bela jatada grossa que ele dava. Infelizmente sua namorada ciumenta e insegura fez sua cabeça e o tirou da empresa. Uma pena realmente, obviamente ele queria mais de mim, quando eu faço um boquete eu faço questão de fazer bem gostoso. Mas o garoto morava do outro lado da cidade e nem tinha um lugar decente para nós. Enfim, eu já estava ficando louca de tédio, mas me lembrei de uma coisa, meu sobrinho estava para se mudar para minha casa e ficar um tempo por lá, e eu adorava sua companhia.
No final do meu expediente, iria diretamente para casa. O rapaz da limpeza era um fofo, sempre me dava carona sem pedir nada em troca, é claro, que só estava esperando o momento que eu fosse “agradecer” a ele, já que passava de propósito nas lombadas sem desacelerar para ver meus seios saltando.
Em casa, pegava o elevador e subia até meu andar, eu já me deparava com meu sobrinho, Caio, esperando na frente da porta do meu apartamento.
— Meu querido… esqueci completamente de deixar a cópia na planta. Com está? Da um abraço na tia.
Eu me esqueci completamente, deixei a mensagem para ele que deixaria a cópia da chave na planta ao lado da porta, mas não deixei a bendita chave. Fui até ele e deu um abraço apertado, confesso que nem me toquei que meu decote prensou seu rosto, ele já estava batendo na altura do meu peito, tão jovem, com seus 18 anos, a última vez tinha 16 e era tão pequeno, e agora já estava parecendo um homem.
— Tudo bem tia, não fiquei muito tempo aqui.
— ainda sim é imperdoável, vamos entre e pode deixar sua mala no meu quarto.
A minha tia era maravilhosa, quando vi ela saindo do elevador com aquela saía e aquela decote, nossa, devo ter soltado um “gostosa do caraio” bem baixinho e inaudível, e como se não bastasse ela me abraçou e esfregou um pouco daqueles seios enormes no meu rosto, acho que nem se ligou, só imaginei por um segundo abocanhar eles.
Eu havia terminado meu último ano no colégio, e fui para o centro da cidade ficar um tempinho no apartamento da minha tia para poder encontrar um emprego por lá, ela é tão legal, me deixou ficar lá sem pensa duas vezes, eu fiquei louco, ela era cheirosa, gentil e muito, muito gostosa, é impossível não pensar nela desse jeito, principalmente por causa das roupas, jeito e trejeitos que deixavam ela muito atraente. Meu desejo era ter uma cavala com ela na minha cama.
Após o jantar, eu fui para o quarto de hóspedes, e lá eu puxei da gaveta o que havia pegado mais cedo, uma calcinha rosa, uma caixinha fio dental. Cheirei e já comecei a me masturbar segurando ela, imaginando cada coisa. Eu peguei mais cedo quando ela pediu para deixar minha mala no quarto dela. Eu não resisti em vascular rapidinha suas gavetas, na gaveta das calcinhas, era um uma mais sexy que a outra, apenas fio dental, e um dildo enorme no fundo, minha tia era bem safada nesse sentido, uma mulher que usa roupas sensuais e fio dental quer ser vista e desejada. Se era esse o caso, eu iria fazer uma homenagem bem generosa para ela, segurando aquela calcinha.
— Ahnw… tia… sua safada… hnn… Gostosa…
Quando terminei de lavar a louça, estava exausta. Nem havia conseguido tomar um banho direito. Ia até meu quarto para me preparar para o banho, antes disso fui perguntar para meu sobrinho se iria usar o banheiro, pouco antes de bater na porta, ouvi gemidos, na hora imaginei o que seria, decidi não incomodar o jovem em seu momento íntimo, porém, senti um formigamento em minha vagina, ele gemia de forma sensual, parecia uma punheta bem gostosa… acabei passando dos limites e espiei pela fechadura. Consegui ver ele se masturbando, seu pênis ereto era bem dotado, meu menino estava muito bem crescido, olhei direito, e ele estava segurando algo, era minha calcinha…
Não sabia o que pensar, e ainda por cima estava gemendo meu nome. Era tão errado pensar nisso, porém, só de imaginar o que estava acontecendo na cabeça dele, minha buceta já estava úmida naquele momento, será que valeria esse risco? Meu tesão só cresceu, estava tanto tempo sem aquilo… ignorei tudo e abri aquela porta.
Caio tomou um susto, talvez por ter pensado ter trancado a porta. Ele guardou a calcinha atrás de si, enquanto tentava esconder com uma mão aquele dote moreno de 19cm, um dote cavalar e bonito.
— T-tia… desculpa, eu não… desculpa que falta de noção a minha…
— porque está se desculpando? É completamente normal garotos da sua idade fazerem isso, mas não é por isso que está nervoso né Caio?
Ele engolia em seco, sabia que eu estava ciente da calcinha.
— Tia… me perdoe… não sei o que deu em mim.
— não sabe? Estava usando minha calcinha para se masturbar… não sou atraente o suficiente então?
— Tia?…
— roubou ela porque então?
— eu…bem… porque, a senhora, é muito gostosa…
Era o que ele queria dizer, falou um pouco inseguro, mas logo se deu conta, estava com o pau duro sem cobrir, comigo olhando para ele. O silêncio tomou conta, ele segurou a base do seu pênis enquanto olhava para mim, mordi os lábios imaginando aquele pedaço de carne dentro de mim. Eu precisava daquilo, com toda certeza, principalmente vindo de alguém que eu sabia que não iria me decepcionar. Puxei minha saia e minha camisa social, tirei toda minha roupa para ele. Os olhos arregalados, sem acreditar. Quando soltei meu sutiã, meus seios fartos saltaram livre, era tão relaxante. Fui até ele, bem pertinho e já comecei a apertar seu pênis, sentindo o latejo entre meus dedos.
— Tia… não sabe como eu queria muito isso… a senhora é muito, muito gostosa, esses peitos… puta merda…
— se eu soubesse que meu sobrinho era um pretinho do pau grande, pode ter certeza, você estava morando aqui comigo…
— ahh… você aperta meu pau de um jeito tão gostoso… que delícia
Ele levou suas mãos até meus seios, os apertando e puxando de forma divertida e sensual, aquilo me excitava tanto, me deixou tesuda.
Estava masturbando meu sobrinho, sem arrependimento, eu queria mamar e sentar nele, e ele queria muito, me fuder.
Quando menos percebi, já estava sentando no seu pau. Havia só tempo de ter pego a camisinha e vestido no seu pau, em seguida, comecei cavalgar gostoso nele, sentando e sentindo ele até o final. A cada sentada parecia que seu pau afundava mais na minha buceta. Estava amando aquilo, seu pau era tão grande, grosso e viril, eu tinha escolhido bem meu sobrinho, aquela cama iria aguentar? Ela rangia bastante, iria quebrar comigo cavalgando gostoso para meu menino, eu faria questão, rebolar e sentar bem gostoso para ele.
— Ahnw… tia… que bucetão gostoso… Ahnw…
— tá gostando querido? A titia vai sentar bem gostoso pra você.
Fazia questão de fazer todo o trabalho pra ele, era adorável e sensual vê-lo embaixo de mim com aquela expressão de tesão e os gemidos abafados. Porém não demorou para que ele mudasse, acho que percebeu minhas sentadas perder impacto, estava ficando cansada, foi então que ele me pôs de quatro e voltou a encaixar seu pênis em minha buceta. Adorei sua atitude, ele estava indo muito bem e fazendo tudo direitinho.
Pude sentir seus dedos firmes segurando com gosto minha cintura, puxando para si enquanto socava com vontade, era tão intenso, a energia e tesão de um jovem era outra coisa realmente. Meus seios balançando enquanto ele socava atrás, era maravilhoso. O som dos tapas em minha bunda, os gemidos e da cama rangendo.
— Ahnw… caralho tia… eu vou gozar… vou gozar…
— faça querido, goze bem gostoso pra titia vamos ~
Eu tinha a impressão que iria encher a camisinha, com certeza, ele tem o jeito de gozar grosso. Queria muito que gozasse dentro, porém devemos estabelecer um limite, é claro que, se for no meu cu, ele poderá gozar a vontade.
Sua voz ficou trêmula, e uma última socada foi dada, Caio gozou, e gozou bastante, caindo por cima de mim exausto e com um belo sorriso no rosto.
Ele tirou o pênis com a camisinha cheia, como uma bexiga de leite. O resto da noite foi deitado na cama o beijando e agarrando ele, meu marido nunca chegava a noite, e se chegasse, eu não ligaria, ele iria ver seu sobrinho agarrado com sua esposa, nada mais justo para um homem froxo.
Os dias seguintes foram maravilhosos, ter um homem com aquela energia jovem, os hormônios a flor da pele. Perdi as contas de quantas vezes fizemos ao longo dos dias. Enquanto meu marido não voltava do trabalho, ele dormia na minha cama e lá transamos pelas tardes e noites. Na cozinha, no banho e na sala. Era maravilhoso sentir seu pênis, ele começou a preferir meter no meu cuzinho, porque era onde eu deixava gozar, e que gozada, ele gozava bastante. Não sei por quanto tempo manteremos com isso, mas por mim, meu sobrinho querido pode ficar o tempo que quiser.


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