Junho 12, 2026

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Minha Prima

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Breve contextualização: Eu e Karen somos primos que brincavam desde mais novos, a gente sempre acabava por se ver uma no maximo duas vezes no ano, devido a distãncia. Ela morava no litoral na época, a quase 500 km da minha cidade, teve momentos, que passamos mais de 5 anos sem se ver, ficamos mais velhos e nossas vidas mudaram. Karen era morena, baixinha, sempre com marcas de biquíni, bunda gigante e coxas durinhas, ela treinava, fazia faculdade para trabalhar na área da estética, tinha um irmão personal que ajudava nos treinos e dietas. Eu, moreno, corpo magro, 1,84, saúdavel, corria todos os dias para manter a boa forma, mas nunca fui muito de malhar. Outra informação importante, Karen tinha acabado de terminar o namoro com seu primeiro e único namorado, que por sinal tinha o mesmo nome que o meu, além disso, ela tinha um piercing no umbigo que sempre foi algo que achei sexy em mulheres e que acabava comigo.

Tudo aconteceu em uma semana que ela e seus familiares vieram para minha formatura, dias intensos e surpreendentes. Os pais de Karen tinha amigos em comum com os meus e tinham ficado devendo uma visita a casa desses amigo, era quarta-feira a noite, e todos foram até lá, eu fiquei devido compromissos e coisas que precisava organizar para formatura, Karen acabou ficando também.

Karen, minha prima, estava sentada no sofá da sala, as pernas cruzadas, balançando o pé no ritmo de uma música que só existia na cabeça dela. Ela segurava o celular, os dedos brincando com a tela, não parava de usar as redes socias. A conversa tinha começado com assuntos seguros, sobre a faculdade e a cerimônia de formatura que se aproximava, mas o tópico derivou, traiçoeiro, para a vida amorosa dela. Karen suspirou, fundo, o peito erguendo-se sob a camiseta fina que colava no corpo.

— Terminou de vez — ela disse, a voz um pouco arrastada.

Eu fiz um som de confirmação, inclinando-me para pegar meu celular na mesa de centro. O nome dele era um velho fantasma que eu conhecia de histórias, mas que nunca tinha encontrado pessoalmente.

— Mas o que aconteceu? — comentei, tentando ser o primo solidário.

Karen riu, um som seco e sem graça, e virou o rosto para mim. Os olhos dela, escuros e amendoados, tinham uma tristeza que não estava lá há alguns minutos.

— A faculdade, as festas, os ciúmes, as situações que um casal normal venceria, e principalmente a rotina, acabou com nosso amor, como amava ele, tentei levar e suportar, mas não deu, disse ela como se estivesse fazendo um desabafo.

— Nesse momento, tentei animar ela, falando sobre a formatura, sobre a oportunidade de conhecer novos homens e se divertir.

— Primo, com meus pais no baile de formatura, eu jamais vou tentar fazer algo, e além disso eu nem conheço ninguém aqui.

Nesse instante fiquei com um certo dó dela, tentei entender que tipo de homem faria o seu estilo, para indiretamente ajudar ela a conhecer alguém na formatura que iria acontecer. Então Karen fala:

— Ele era loirinho, chega disso, gostaria de conhecer alguém com a mesma beleza que você, moreno, com a pele branca, alto, para curtir por um período.

Nesse instante eu ri, todo mundo sabe como é bom receber um elogio, eleva o ego, mas algo me deixou instigado, e tentei brincar com ela.

— Não pode ser eu?

Prontamente ela diz:

— Não bobo, somos primos, tá entendendo o tamanho do problema?

— Sim, somos primos, mas estamos aqui sozinhos….

O comentário ficou suspenso no ar entre nós. Eu olhei para ela, e o sorriso nos lábios dela não era mais de ironia, mas de algo mais perigoso. Ela desviou o olhar para minhas mãos, depois subiu lentamente pelos meus braços até encontrar o meu rosto. A tensão na sala, antes inexistente, repentinamente ficou densa, eletrizada. Não foi uma decisão consciente, mas meu corpo reagiu; o sangue começou a correr com mais força, e eu senti o aperto na garganta.

Ela se levantou, e o movimento foi fluido, predatório. Eu não me mexi. Karen estendeu a mão e pegou na minha, puxando-me para cima. A pele dela estava quente, levemente úmida. Sem dizer uma palavra, ela caminhou em direção ao corredor que levava aos quartos, e eu a segui, como se estivesse amarrado a ela por um fio invisível. O chão de madeira rangeu suavemente sob nossos pés descalços.

Entramos no meu quarto. A única luz vinha da rua, filtrada pelas cortinas, criando faixas de sombra e laranja no chão. Karen parou ao lado da cama e se virou para mim. Antes que eu pudesse processar, ela aproximou-se e seus lábios encontraram os meus. Não foi um beijo de primo; foi faminto, ávido, cheio de dentes e língua e uma urgência que me pegou de surpresa. Suas mãos subiram pelo meu peito, desabotoando minha camisa com dedos trêmulos.

— Eu queria isso há tanto tempo, sentir outro homem — ela respirou contra minha boca, as mãos descendo até o cós da minha calça jeans.

Eu retribuí o beijo, minhas mãos agarrando a cintura dela, puxando-a contra mim para que ela pudesse sentir o que já estava duro e pulsando dentro das calças. Ela deslizou a mão para a frente, esfregando a palma sobre a roupa jeans, fazendo eu arquear as costas e soltar um grunhido abafado. Com movimentos rápidos, ela desabotoou e desceu o zíper, libertando minha bunda da pressão. Meu pau estalou para fora, duro, a glande roxa e brilhante.

— Primo, que pau grande e maravilhoso, o do meu ex não era assim… (pessoal, isso não e mentira, foi algo que lembro inteiramente)

Karen não perdeu tempo. Ela empurrou-me de volta, fazendo eu cair sentado na borda da cama. Ela se ajoelhou no chão, entre minhas pernas abertas, e olhou para minha rola com um desejo explícito. Ela segurou a base, firme, e então levou a boca para baixo. O calor úmido da língua dela envolveu a cabeça do meu pau, e eu joguei a cabeça para trás, as mãos afundando nos cabelos dela.

Ela chupou com vontade, sem cerimônia, fazendo sons sujos e úmidos enquanto a cabeça dela subia e descia. Ela levou o máximo que conseguiu, sentindo o golpe no fundo da garganta, e usou a língua para espiralar em volta da glande. Eu olhei para baixo, vendo minha prima, aquela menina que cresceu comigo, de joelhos com minha rola enterrada na boca dela. A visão só me deixou mais duro, mais louco.

— Vem cá — eu falei, puxando-a pelos cabelos.

Ela se levantou, o rosto corado, os lábios inchados e brilhantes. Eu a puxei para perto e tirei a camiseta dela, revelando os seios pequenos e firmes, com os bicos duros e escuros. Eu curvei as costas para chupar um deles, sentindo o gosto salgado do suor da pele dela, enquanto minha mão descia para o short dela. Eu o puxei para baixo, junto com a calcinha, em um movimento só. Ela não usava nada por baixo. A xota dela estava completamente lisa, inchada e molhada, brilhando na penumbra do quarto.

Karen me empurrou de volta na cama e subiu em mim, mas não para sentar. Ela se deitou de bruços sobre o colchão, com a bunda levantada, oferecendo-se para mim na posição de frango assado. Eu me posicionei, alinhando meu pau na entrada daquela buceta molhada. Não houve discussão sobre preservativo; naquele momento, o instinto animal cegou qualquer raciocínio lógico. Eu empurrei.

A cabeça do meu pau rompeu a resistência do anel, deslizando para dentro do calor apertado e escorregadio dela. Karen gemeu alto, as mãos agarrando os lençóis. Eu entrei até o fim, sentindo as paredes da buceta dela se contraindo em volta de mim, sugando minha rola para dentro. Comecei a foder, puxando quase todo o caminho para fora e enfiando com força, fazendo a pele da minha bateda bater contra a dela com um som ritmado e obsceno.

— Que delícia primo, a gente sozinhos — ela gritou, abafando a voz no travesseiro. — Fode minha buceta. É tudo seu.

A visão da minha prima nessa posição, submissa e pedindo por minha rola, me levou ao limite rápido. Eu a agarrei pelos ombros, cravando os dedos na pele dela, e aumentei o ritmo. O suor escorria pelo meu rosto e caía nas costas dela. O quarto cheirava a sexo, a aquele odor forte de buceta molhada e transpiração.

Eu me retirei com um som úmido e puxei-a pelos quadris, virando-a. Ela entendeu o recado e se colocou de quatro, apoiando as mãos e os joelhos na cama. A bunda dela estava perfeita, arredondada, e a xota dela estava aberta, vermelha e gotejando. Eu me posicionei novamente e entrei de uma só vez, fundo.

Karen arqueou as costas, gritando de prazer. Eu a peguei pelo cabelo, puxando a cabeça dela para trás enquanto eu a penetrava de quatro. Minha outra mão deslizou para a frente dela, encontrando o clitóris duro e começando a esfregá-lo em círculos rápidos. Ela começou a tremer, as pernas falhando.

— Vou gozar, Lucca — ela gritou, usando o nome que nos unia. — Não para, por favor.

Eu não pretendia parar. O aperto dela aumentou, as paredes da buceta pulsando em volta da minha rola, me sugando, me milkando. O calor era insuportável, delicioso. Eu senti as bolotas subirem, o prazer subindo pela coluna. Então naquele contexto de putaria e sexo eu falei.

— Onde eu vou gozar? — o ritmo ficando descoordenado, bruto.

— Na minha boquinha — ela suplicou, olhando para trás, os olhos perdidos no êxtase.

Então eu com tesão nunca antes visto, falei: e dentro?

— Goza dentro de mim, eu me cuido, tenho DIU primo. Enche minha xota.

Aquilo foi o ponto de ruptura. Eu dei mais três golpes profundos, cravando-me até o fim, e explodi. Meu pau pulou dentro dela, disparando jatos grossos de porra quente diretamente no fundo da buceta dela. Karen gemeu, sentindo o calor do meu esperma inundando-a, e o corpo dela estremeceu em um orgasmo violento. Eu continuei empurrando, lentamente, milkando cada gota do meu caralho dentro dela, até que minhas pernas tremeram e eu colapsei sobre as costas dela, ofegante, coberto de suor, com minha prima ainda tremendo sob o peso do meu corpo. Ficamos um tempo na cama, rindo da loucura, beixando-se, mas nada acabou por aqui.

Se gostarem, conto a continuação, no carro, no after após o baile de formatura, foi um dos melhores dias de minha vida…

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