Novembro 8, 2025

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O Segredo da Minha Tia

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A minha mulher acha que eu sou um santo. Aos 47 anos, contador sénior, pai de um puto de 14 anos, marido exemplar que vai aos jantares de família e ajuda a lavar a louça aos domingos. O que ela não sabe é que a minha cabeça é um bordel a tempo inteiro. Passo o dia a pensar em rabos e tetas, a desnudar com os olhos cada mulher que cruza o meu caminho, desde a rapariga do café até à diretora financeira da empresa. E a minha tia Carla, a irmã da minha mãe, nunca tinha entrado nessa lista… até àquela noite de Halloween.

A festa foi na casa dela. A minha mulher levou o nosso filho para trick-or-treat com os amigos, e eu, o marido fiel, fiquei para “ajudar a tia com os preparativos”. A desculpa era perfeita. A casa estava cheia de gente, a música alta, o ar carregado de álcool e aquele cheiro doce de fantasia barata. E no meio daquilo tudo, estava a Carla. A minha tia. Vestida de enfermeira.

Meu Deus, que visão. O fato era daqueles de plástico, branco e justíssimo, que não deixava nada à imaginação. Os seios dela, que eu nunca tinha reparado que eram tão cheios e empinados, estavam quase a saltar do decote. E o rabo… caralho, o rabo. Aquele fato moldava-lhe um par de nádegas redondas, firmes, daquelas que pedem para serem agarradas com força. Ela deve ter andado na academia às escondidas, pensei eu, a olhar disfarçadamente enquanto ela se ria e dançava no meio da sala. Cada vez que ela se virava, o meu pau dava um pulo dentro das calças. Aquilo era doentio, era errado, e era por isso que me excitava ainda mais.

Aproximei-me, a cheirar o seu perfume misturado com suor e vodka com laranja. “Tia, a música está a ficar repetitiva. Podes passar-me a senha do teu telemóvel para pôr uma música minha?”, disse, com o meu sorriso mais inofensivo, aquele que uso com os clientes importantes.

Ela, já um pouco tocada, sorriu. “Claro, sobrinho. É o aniversário do teu primo, 2508.” O aniversário do meu primo. Clássico. Toda a gente usa datas óbvias.

Agarrei no telemóvel dela, um smartphone moderno, e desbloqueiei-o. A tela abriu diretamente na galeria de fotos. E foi como se o céu se abrisse. Lá estava ela, a minha tia Carla, em fundo branco, mas não era a fantasia de enfermeira. Era uma foto em lingerie preta, daquelas rendadas, que deixava os mamilos à vista. Os seios eram ainda mais impressionantes do que o fato sugeria. E o rabo, visto de lado, era uma obra de arte. O coração bateu-me com força contra o peito. Isto era ouro.

Olhei rapidamente à minha volta. Ninguém estava a prestar atenção. A festa continuava, um turbilhão de risos e música. A minha mão suava um pouco. Eu sabia que era errado, que era uma invasão do caralho, mas a tentação era maior do que eu. Toquei no ícone da pasta “Oculto” ou “Segredos”, o sítio onde toda a gente esconde as suas porcarias. E pediu a senha. Sem pensar duas vezes, inseri novamente 2508.

Entrou.

A minha respiração ficou presa. Era um tesouro de perversão. Dezenas de fotos. A Carla de quatro na cama, a olhar para a câmara por cima do ombro, o rabo empinado e a buceta depilada perfeitamente visível entre as suas nádegas. A Carla a usar um vibrador roxo nos mamilos, a cara num misto de prazer e dor. A Carla de pernas abertas no espelho da casa de banho, os dedos a afastarem os lábios da sua vagina cor-de-rosa e húmida. A Carla a mamar num dildo grande e preto, com maquilhagem corrida e um olhar de puta que eu nunca lhe tinha visto. Havia vídeos curtos. Um dela a gemer enquanto se masturbava, a chamar por um tal de “Miguel”. Outro em que ela levava umas palmadas fortes no rabo, que ficava marcado de vermelho.

O meu pau estava tão duro que doía. Aquela mulher, a minha tia, a irmã da minha mãe, era uma freira na rua e uma puta na intimidade. A dualidade era a coisa mais excitante que eu já tinha visto. Enchi-me de coragem. Tirei uma foto ao ecrã com o meu próprio telemóvel, uma das fotos dela de quatro. Era arriscado, mas eu precisava daquele material para mais tarde.

Fechei a pasta, abri a aplicação da música, escolhi uma música qualquer de funk e devolvi-lhe o telemóvel. As minhas mãos estavam a tremer ligeiramente.

“Obrigado, tia.”

“De nada, querido”, disse ela, sem suspeitar de nada, a pegar no telemóvel e a metê-lo no bolso do fato, que ficava justo na anca, realçando ainda mais a curva da sua bunda.

O resto da noite foi um inferno de tesão contido. Cada vez que a via dançar, eu imaginava-a nas fotos. Quando ela se ria, eu imaginava os gemidos dos vídeos. Quando ela se inclinava para a frente para pegar numa bebida, eu via mentalmente a sua buceta a olhar para mim. Estava possesso. Precisava de a ter.

A oportunidade surgiu quando ela foi à cozinha buscar mais gelo. Segui-a, garantindo que estávamos sozinhos.

“Precisas de ajuda com isso, tia?”, ofereci, a minha voz um pouco mais rouca do que o normal.

Ela virou-se, com o balde do gelo na mão. “Ah, obrigada, Diego. Está pesado.”

Quando ela me passou o balde, as nossas mãos tocaram-se. Foi um choque. Ela pareceu senti-lo também, porque hesitou por uma fracção de segundo. Os seus olhos encontraram os meus, e eu não desviei o olhar. Deixei-a ver um pouco do que estava a sentir, do que eu tinha visto. Não era o olhar de um sobrinho. Era o olhar de um homem a olhar para uma mulher.

“Sabes, tia”, disse eu, baixando a voz, “vestes-te muito bem para a tua idade. Essa fantasia… realça-te as curvas todas.”

Ela corou, mas não foi de vergonha. Foi de excitação. Eu conheço a diferença.

“Diego…”, disse ela, num aviso, mas a sua voz falhou.

“É um elogio”, insisti, aproximando-me mais um passo. O cheiro dela era intoxicante. “Só estou a dizer que há aqui um corpo que merece ser… apreciado.”

A boca dela abriu-se ligeiramente. Ela olhou para a porta da cozinha, para certificar-se de que estávamos sozinhos. O som da festa era abafado.

“O que é que queres dizer com isso?”, sussurrou ela.

Em vez de responder, puxei discretamente o meu telemóvel do bolso e mostrei-lhe rapidamente a foto que eu tinha tirado. A foto dela de quatro, do seu telemóvel.

Os olhos dela arregalaram-se de puro pânico, seguido de uma fúria instantânea. “Onde é que arranjaste isso?!”

“Está no teu telemóvel, tia. Na pasta secreta. A senha é muito óbvia, sabias?”

Ela tentou agarrar o meu telemóvel, mas eu guardei-o. “Vais apagar isso! Isto é… é doentio!”

“É doentio?”, ri-me baixinho. “Eu acho que é a coisa mais sexy que já vi. E tu também achas. Admito, fiquei surpreendido. Não sabia que a minha tia era tão… safada.”

Ela estava a tremer, mas não se afastou. A raiva nos seus olhos começava a misturar-se com outra coisa. Com o mesmo reconhecimento de culpa e desejo que eu sentia.

“O que é que vais fazer com essa foto?”, perguntou, a voz trémula.

“Depende de ti”, disse eu, encostando-me ao balcão da cozinha, a bloquear-lhe a saída. “Podemos esquecer que isto aconteceu. Ou… podemos explorar este teu lado mais a fundo. Sempre quis saber como é que é uma mulher da tua… experiência.”

O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de tensão sexual. Ela olhou para os meus lábios, depois para o meu peito, e depois, descaradamente, para a zona da minha calça, onde o meu pau fazia uma tenda óbvia.

“O Miguel, o das fotos… já não o vejo há meses”, disse ela, de repente, a sua confissão sainco num sussurro. Era tudo o que eu precisava de ouvir.

“Então deixa-me ser o teu Miguel por uma noite”, propus, fechando a distância final.

Desta vez, não houve protestos. Quando a beijei, os seus lábios abriram-se de imediato, a sua língua a encontrar a minha com uma fome que me surpreendeu. O seu corpo colou-se ao meu, e eu agarrei-lhe o rabo através do fato de plástico, apertando aquelas nádegas que me tinham tirado o sono a noite toda. Ela gemeu na minha boca, as suas mãos a enterrarem-se no meu cabelo.

“O quarto… é no fundo do corredor”, ofegou ela, quando nos separámos para respirar.

Peguei-lhe na mão e puxei-a para fora da cozinha, ignorando os olhares curiosos de um par de primos. Ela seguiu-me, sem hesitar. Mal entrámos no quarto e trancámos a porta, foi um frenesim de mãos a arrancar roupas. O fato de enfermeira rasgou-se um pouco quando o puxei para baixo, mas ela não se importou. Deitou-se na cama, completamente nua, exactamente como nas fotos, mas mil vezes melhor.

“Fode-me, Diego. Fode a tua tia como ela precisa de ser fodida”, disse ela, com uma voz que não era a da tia Carla que eu conhecia. Era a voz da puta das fotografias.

E eu fi-lo. Enterrei a minha cara entre as suas pernas, lambendo e chupando a sua buceta até ela gritar e se contorcer. Depois, virei-a de quatro, exactamente como na foto, e agarrei-lhe as ancas. Quando entrei nela, ela era incrivelmente apertada e quente. Fodi-a com uma força brutal, as minhas palmadas a ecoarem no quarto, marcando a sua pele branca. Ela gritava, a pedir mais, a chamar-me de “sobrinho safado” e “pica dura”, uma mistura de palavras que me levou ao êxtase.

Gozei dentro dela, um jorro longo e poderoso, a minha porra a juntar-se à que já devia ter do tal Miguel. Ela veio-se novamente, o seu corpo a tremer violentamente.

Deitámo-nos ofegantes, o som da festa ainda um murmúrio distante. Eu sabia que tinha cruzado uma linha da qual não havia volta. Mas, olhando para a minha tia, completamente satisfeita e com um sorriso safado nos lábios, percebi que valera cada segundo de risco. A minha mulher estava em casa, provavelmente a dormir, a pensar que o seu marido era um santo. E eu, o contador exemplar, tinha acabado de foder a minha tia depois de a chantagear com nudes. A vida é mesmo uma puta de morbo. E eu adoro cada minuto.

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