O segredo de Inácio Publicado por anônimo em 23/12/2021 em Amor Filial

"Inácio tinha nos convidado para ir almoçar fora, no centro de Porto Alegre, mas sem a presença de Raquel, esposa dele. "

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Bom ambiente, na rua da Praia, local de almoço para executivos e tal. A cara dele.

Eu sou Bárbara, costumam me chamar de Baby, 21 anos de idade, tenho cerca de metro e setenta de altura, cabelos castanhos claros, pelo ombro. Meus olhos são cor de mel. Tenho um belo rosto segundo dizem, simétrico. Sou universitária. Sendo ratinha de academia, claro que meu corpinho é tudo de bom, tudo firme, certinho. Meus seios são médios, bunda durinha, redonda e bem desenhada. Junto comigo estava Lívia, que é filha de Inácio com Raquel, atualmente ela mora comigo. Ela tem o mesmo tipo físico que eu, ligeiramente mais baixa na altura e possui lindos olhos azuis. Dizem, muito semelhante a mim mesma, até no temperamento.

Já o Inácio, além de ser pai de Lívia, ele é gerente geral do “Banco da Colheita”, matriz de Porto Alegre. Classe média alta, tem 45 anos de idade, para a idade é bem apanhado. Moreno claro, um pouquinho careca, olhos castanhos e bem forte. Corpo de esportista, quase metro e oitenta de altura.
Inácio eu conheci na rede social, alguns amigos comuns, de repente ele pediu minha adição. Era o tipo de perfil que eu procurava para formar minha carteira de clientes. Sou putinha de luxo, assim atendo homens e mulheres, casais, tudo em número limitado. Quando se comportam mal, descarto. Apesar de pedir adição, a cantada dele não veio. Quem logo pediu adição foi Raquel, esposa dele. Conversa vai, conversa vem, logo ela estava me dando uma mesada, condição de fazer gostoso com ela e depois, com o próprio Inácio. A fantasia do casal era comer a filha, nisso a minha semelhança com ela era um aditivo.

Quando eu recebi o convite de Lívia para adição na rede social, meio por sacanagem com eles, resolvi que era tempo desse casal largar o fetiche com a filha, até na medida em que ela, poucos anos antes, provocava eles a isso. Estava na cara, ela também desejava transar com os pais. No dia marcado para fazer muito gostoso, mas agora com Inácio e Raquel, eu levei a Lívia junto. Bem, posso dizer que foi uma verdadeira “terapia familiar”. Lívia já tem conhecimento que os dois são meus “papai e mamãe com açúcar”, da história da mesada e de que Inácio é quem arrumou o apartamento para nós duas, mais a Suzy morarmos, mas ela não se importa.

Inácio explicava que estava um pouco incomodado com algo, que isso era do nosso interesse. Na verdade, segundo ele, “bem preocupado”. Depois da refeição ficamos no restaurante conversando, Ele deu o seguinte relato:
“Então. Peço a vocês para não contar isso para Raquel, pelo menos agora, posso contar com a palavra das duas?”. Eu e Lívia nos olhamos, assentimos sacudindo a cabeça. Ele continuou, “Olha, quando eu notei a semelhança de vocês, segui olhando o perfil de Baby, até que cheguei numa foto da mãe dela, jovem. Eu conheci ela, a Bruna. Isso foi em Ijuí, lá por 1999. Ela era funcionária do Banco, já eu, era assistente da gerencia, estava treinando para o cargo de gerente. O pai de Raquel sendo diretor do Banco, não gostava do meu namoro com ela, assim deu um jeito para me transferir para longe da capital. Foi na festa de fim daquele ano, era um negócio importante, virada de milênio. Terminou que fui levar ela e outra colega para a casa, mas todos bêbados, acabamos no apartamento que eu alugava lá, comi as duas...”. Respirou fundo e disse, “Pronto, falei. Mas conheci o pai de Baby também, depois disso, ele se chamava Roberto. Fiquei bem próximo deles, até morava perto, saia uma turma junto. Logo depois fui chamado para trabalhar em Porto Alegre. Nunca mais vi nenhum deles”.

Eu e Lívia começamos a xingar ele, sem levantar muito o tom de voz, Lívia por Inácio estar chifrando a mãe dela, Raquel. Já eu, na medida em que minha mãe já era casada com meu pai. Enquanto Lívia pedia explicações para ele, lembrei que meus pais tiveram diversas separações, que nas brigas, a primeira coisa que ela chamava ele, era de corno. Soube depois por flagras e por ela mesma, era verdade. Numa dessas, ocorreu nova separação e divórcio. Meus pais já tinham falecido no ano anterior, assim eu não teria como confrontar minha mãe. Para mim parecia claro onde Inácio queria chegar, como chegou.

Seguiu Inácio falando, que gostaria que fosse feito um teste de DNA, jurando que nem sabia da possibilidade de que eu fosse filha dele antes. Mas que aquilo “tinha acontecido na virada do milênio, o sentimento geral é de que o mundo podia acabar, assim, ninguém se segurava para nada”. De cara eu concordei com o exame. Lívia também, dizendo ao pai que se eu fosse filha, ele teria “muito a compensar por esses anos todos”. Ele assentiu.

Marcamos o dia do teste. Depois disso Inácio nos levou até o apartamento da Carlos Gomes, eu e Lívia deitamos. Ideia era tentar tirar uma soneca. Nenhuma conseguia dormir. Nuas, ela com cabeça no meu ombro, mão no meu seio. Pergunta como foi minha vida com meus pais. Diz que parecia ter sido algo difícil. Contei para ela dos problemas que eles tinham, que isso havia me levado a morar com meu pai, foi uma opção.

“É o seguinte. Minha mãe era uma força da natureza, nem era alta, estava mais para baixinha, não chegava a metro e sessenta. Tinha um rosto exótico, olhos e boca grandes. Seus olhos eram negros, cabelo escuro, tipo espanhola. Ela era de um temperamento forte. Bem magrinha, mas enérgica. Tinha um grande poder de atração, que ela abusava bem, com homens ou mulheres. Era comum ela levar essas parcerias lá para casa, quando eu estava na aula e meu pai no serviço. Mas acontecia também deles terem essa turma, pessoal ia em festas, bebia bastante, algumas vezes iam terminar a farra lá em casa. Dei vários flagras neles. Ela separou dele quatro ou cinco vezes, mas sempre voltava. Sei que trabalhou em banco, mas nos últimos anos em que a vi, era cuidadora de um lar de idosos. Um ano antes de eu vir para Porto Alegre estudar, ela deixou ele definitivamente.

Quando eles estavam sozinhos, ela para xingar ou para excitar, chamava ele de corno, corninho, essas coisas. Mas na minha frente chamava de Roberto. Assim, quando cheguei na adolescência parei aos poucos de chamar de pai, passou a ser para mim também, Roberto. Ele certamente desconfiava que eu não era filha biológica dele, na verdade isso era evidente.

Roberto era mestre de obras, um pouco rude, mas afetivo. Seu tipo físico era quase de índio, moreno, um pouco mais alto que teu pai. Forte, mãos calejadas. O que foi motivo de minha fixação nele muito tempo era o seu pau. Enorme.” Minha mãe não aguentava ele todo. Eu ouvia os dois as vezes transando, toda vez ela mandava ele não colocar tudo, as vezes xingava. Uma vez fui espiar, ela estava montada em cima dele, mas como era pequena não conseguia ser inteiramente penetrada. Aquela vara enorme e grossa não passava da metade, ainda assim ela reclamava.

Ela usava a mão para limitar a penetração. Mas quando gozava, ela gozava mesmo. Vai ver por isso, ela sempre voltava para ele...
Lívia riu, diz, “Como assim? Pau grande?”.
Eu sorrio e digo: “Sabe aquele sonho que a maior parte das mulheres tem? Eu já tive, tu certamente também. O sujeito sem face, sem cara, que entra no teu sonho. Aquele corpo se enrolando no teu, aquele falo enorme que tu queres pegar, colocar dentro de ti?...". Lívia diz rindo, "sei, eu chamo ele de descarado, pois não tem cara". Eu também dou uma risada. Sigo falando, "pois é, a partir de um certo momento na minha vida, esse sujeito tinha cara, era meu pai, era o “Roberto”. Até quando eu estava na escola, ficava manuseando uma régua e pensando, calcinha molhada... Afinal, que tamanho tinha o pau de meu pai?”...

Eu sorrio, sigo falando, "Pouco antes de vir para Porto Alegre, resolvi seduzir Roberto. Ele estava fazia meses sem comer uma mulher, pelo menos eu achava. Estava na sala vendo TV, eu fui para lá também, só de calcinha, bem cavada, atolada no rego. Me deitei sobre o tapete, bundinha para cima. Deitei minha cabeça sobre os braços cruzados e fiquei esperando sua reação. As vezes eu levantava um pouquinho uma perna, dobrava, para ele ver por cima minha bocetinha inchada. Ele pareceu zangado e nem demorou muito. Ele disse, que se eu fosse ficar na sala, era para vestir algo. Eu fiz que nem era comigo, ele insistiu. Eu disse, no tom que minha mãe usava com ele, “no intervalo Roberto”.

Depois de um tempo eu levantei, parei em frente dele e disse que o programa estava muito chato mesmo. Ele estava com o pau duro, duma maneira que o calção não conseguia disfarçar. Pegou uma almofada e colocou em seu colo. Mas o olhar dele era de desejo, a visão de meus seios com os bicos duros, da minha xoxota gordinha se insinuando por baixo da calcinha, isso estava quase ganhando a batalha. Alisei ela por cima da calcinha, deixando os dedos passarem entre os lábios da xoxota. Estava úmida. Eu lambi meus dedos, disse que estava molhadinha e gostosa. Disse para ele que vi seu pau duro, não precisava esconder. Perguntei se eu era bonita. Ele respondeu que eu era, mas também era putinha, como minha mãe. Eu ri.

Sentei ao lado dele no sofá, coloquei a mão sobre sua perna musculosa e cabeluda. Então disse, tu está sem mulher Roberto, então vou ser a tua putinha. Ia alisando sua coxa, tentando colocar a mão sob a almofada. Eu pedi, deixa eu tocar no teu pau Roberto? Ele disse para mim ir para cama, mas não fui. Pedi para ele, Roberto, eu te obedeço se tu deixar eu ver esse teu pau duro, como está...

Roberto levanta, suspira. Tira a camisa e o calção, fica nu na minha frente. Aquela coisa enorme na minha cara. O pau era grande mesmo, coisa que só vi em filme, devia ter mais de 25 cm. Muito grosso, fiquei imaginando se a minha mãe conseguiria abocanhar ele todo, pois estava louca para tentar isso. A cabeça do pau estava esticada, úmida. Minha vagina eu sentia, ia se abrindo, empapando minha calcinha.”.

Lívia pede para mim não parar, vai escorregando e se coloca entre minhas pernas, eu escancaro, fico exposta para ela. Lívia vai lambendo minha vagina úmida, como uma gatinha. Pede, “vai, conta mais...”

Eu dou uma gemidinha e sigo meu relato, voz alterada: "Então eu pergunto para ele, posso pegar? Ele diz que sim. Então eu peguei ele, uma mão na base, a outra perto da cabeça. Eu digo que era uma delícia, que nunca vi um assim. Anuncio que vou dar um beijinho, mas ele diz, “só um!”. Nossa, o prazer que isso me deu, delicadamente beijei a cabeça. Vendo que saia um pouco do seu licor, passei a língua rodeando a cabeça do pau dele. Depois abocanhei, assim mesmo, segurando com as duas mãos. Fui saboreando sua pica, salgadinha, deliciosa. Foi então que ele disse para mim parar, ir para o quarto. Eu levantei, fiz cara de safada e saí meio rebolando.

Claro que ele veio atrás de mim. Mandou eu ficar de quatro, com as mãos abrisse a bunda para ele. Obedeci. Sentindo sua respiração no meu cuzinho, eu estava pronta para tudo. Foi quando veio a língua dele, grossa, molhada, exigente. Sua língua vinha na minha vagina demoradamente, passando pelos lábios dela, logo chegando ao meu cuzinho, onde ele ficou lambendo muito tempo. Delicioso. A chupada dele fazia barulho com meu suco, ele ia sorvendo.”

Lívia passa a lamber meu cuzinho, pergunta, “Lambia teu cuzinho assim?”, eu gemi, confirmei, assim mesmo, chupa meu cuzinho maninha, gostoso, assim. Te amo...

Segui contando para Lívia, voz ainda mais alterada: “Eu então pedi para ele colocar o pau, mas chamava ele de paizinho, disse que não era virgem, isso fazia muito tempo.

Foi assim, quando ele parou por trás de mim, encaixou a cabeça do pau na minha xoxota, teve de ficar esfregando. A cabeça não entrava. Então ele me pegando pela bunda com as duas mãos, fez os lábios da vagina se esticarem, quando então conseguiu fazer a cabeça entrar. Eu dei um gemido, doía mas era gostoso. Quando ele foi colocando, me alargando toda, toda aquela expectativa que eu tinha, isso me fez chegar ao orgasmo imediatamente.

Durante todo meu orgasmo ele ia e vinha com aquele bruto pau, eu rebolava e berrava como uma perdida. No final meu corpo desabou, desengatando da sua penetração. Ele não tinha me penetrado nem até a metade do que poderia ter feito. Então me mandou chupar. Não me fiz de rogada.

Primeiro procurei sua boca para um beijo. Ele correspondeu, lingua grossa, exigente, deliciosa. Ele me pega pelos ombros e volta a mandar, para chupar seu pau. Fiquei mamando Roberto um longo tempo, mas não conseguia engolir todo seu pau. Dessa vez eu segurava com uma mão, a outra eu ia alisando suas bolas e seu saco grande, pesado. As vezes deixava a mão deslizar pela virilha dele, sentindo ela pulsar. Alisava também o cuzinho dele. Quando abocanhava a metade do pau, já estava me sufocando. Resultado, eu procurei me concentrar um pouco além da cabeça, segurando forte seu pau, chupava e tocava uma punheta para ele. Quando minha mão sentiu que o fluxo de esperma estava vindo, eu chupei com mais força. Minha mão na virilha dele sentiu começar a pulsar, estava vindo tudo agora. Fui ficando com a boca cheia do esperma dele. Tratei de engolir e fui fazendo aquela mangueira derramar toda a seiva na minha boca, sugando, engolindo direto, ordenhando o membro do Roberto. Ele me deu um beijo no rosto e saiu do quarto”.

Nessa altura eu estava gozando na boca de Lívia, chamava ela de maninha gostosa, ela foi tomando toda a minha calda, enquanto tocava uma siririca. Com um gritinho ela gozou logo depois. Me perguntou quanto tempo eu fui mulher para Roberto.

Eu disse que só aquela vez. Conclui dizendo, “no dia seguinte ele estava tomando café de pé na cozinha. Eu toda amorosa fui beijar ele na boca, mas ele não correspondeu. Disse: “Teu ano escolar já acabou, és maior de idade. Hoje arruma tuas malas, vais morar em Porto Alegre”. Nem um choro ou protesto fez ele mudar de ideia. Durante algum até me ajudou com a faculdade. Faz mais de ano meio, primeiro minha mãe morreu, depois ele. Tudo na primeira onda dessa gripe, que ainda está aí.”

Lívia estava abraçada em mim, com a notícia da morte dos dois, isso foi um balde de água fria. Deixou ela arrasada. Começou a chorar baixinho. Abracei ela, ficamos deitadas. Ela dormiu, eu não. Fiquei pensando, quanto tempo o Inácio já sabia que eu era filha dele? "Acaso, coincidência" assim, isso não existia.

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Autor anônimo
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