Maio 27, 2026

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Gozei ao lado dos meus pais

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Sou bem discretinha no dia a dia, mas o tesão por fazer safadeza onde não devo tá cada vez mais forte. Era uma sexta-feira à noite. Meus pais resolveram assistir um filme de terror novo na sala de TV. A luz estava bem baixa, só o brilho da televisão iluminando a sala. Meu pai sentou na poltrona do lado esquerdo e minha mãe no sofá de três lugares. Eu, como sempre, me joguei no meio do sofá, bem no espaço entre os dois. O filme começou. Uns 20 minutos se passaram e eu já tava inquieta. A cena era tensa, escura, com som alto. Foi aí que veio aquela vontade… aquela que eu não consigo controlar. Minha buceta grande e carnuda começou a latejar dentro do shortinho de algodão fino que eu usava sem calcinha (eu já tinha tirado no banheiro antes, só por precaução).

Olhei de canto pro meu pai, concentrado no filme. Minha mãe tava do meu outro lado, com uma manta por cima das pernas. Eu puxei minha própria mantinha até a cintura, fingindo que tava com frio. O coração já batia forte. Devagarinho, desci a mão por baixo da manta. Meu shortinho era folgado. Puxei o tecido pro lado e abri as pernas só o suficiente. Meu dedo médio deslizou fácil entre os lábios grossos da minha buceta. Eu já tava encharcada. O mel escorria quente, molhando minha coxa interna. Comecei a fazer movimentos bem lentos e circulares no clitóris, mordendo o lábio por dentro pra não fazer barulho. O filme tinha um som alto de chuva e trovões, o que ajudava a disfarçar minha respiração ficando mais pesada. Enfiei um dedo, depois dois. Minha buceta tava quente, apertada e absurdamente molhada. O barulhinho molhado ficava abafado pela manta e pelo filme.

Eu olhava fixo pra TV, mas minha cabeça tava em outro lugar. Dedava cada vez mais fundo, sentindo meus lábios grandes se abrindo e se fechando nos meus dedos. O risco de meus pais estarem ali do lado me deixava louca. Meu pai tossiu do nada e eu congelei com dois dedos bem enterrados. Meu coração quase saiu pela boca. Ele nem olhou pra mim. Quando a tensão passou, voltei ainda mais safada. Tirei os dedos e espalhei o mel todo no clitóris, fazendo movimentos mais rápidos. Eu tava tão excitada que minha buceta tava latejando forte. Sentia que ia gozar logo.

Aproximei meus pés um do outro, apertando as coxas pra aumentar a pressão, e enfiei dois dedos bem fundo de novo, curvando eles pra acertar aquele ponto que me deixa louca. O tesão tava insuportável. Eu queria gemer, queria rebolar, mas só conseguia ficar paradinha, com a cara séria olhando pro filme. Quando o orgasmo veio, foi forte pra caralho. Minha buceta apertou meus dedos com força e eu senti um jato quente saindo, molhando minha mão inteira e o shortinho. Tive que prender a respiração pra não fazer barulho. Meu corpo inteiro tremeu levemente. Minha mãe perguntou baixinho se eu tava com frio porque viu meu tremor. Eu só respondi “um pouco” com a voz rouca. Não parei. Continuei dedando devagarinho durante uns minutos, sentindo os espasmos do pós-gozo. Gozei mais uma vez, mais fraco, mas ainda delicioso, com o risco pulsando na minha cabeça o tempo todo.

Quando o filme acabou, eu me levantei com cuidado, a mantinha enrolada na cintura pra esconder a mancha molhada no short. Fui pro banheiro, me limpei, e voltei pro sofá como se nada tivesse acontecido. Meus pais nunca imaginaram que a filha quietinha deles tinha acabado de gozar duas vezes do lado deles. Foi uma das experiências mais intensas que eu já vivi. O medo misturado com o prazer… não tem nada igual.

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