Maio 21, 2026

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Primeira vez sem fimose

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Eu tinha uma questão de sensibilidade no meu pau por conta da fimose, que não deixava expô-lo completamente. Faz uns meses que eu operei, mas ainda estou ,pois removeu completamente e, no começo, só o tecido da cueca era um incômodo enorme; andar, nem se falar. Enfim, demorou um pouco, mas fui me acostumando.

Bem o relato que tenho foi de uma semana atrás. Então , eu estava sozinho em casa. Enfim, procedimento padrão, e lá estava eu procurando alguma coisa para me entreter. Demorou muito para achar algo que me chamasse atenção. Pra quem viu meu último post, eu já consigo bater uma “normalmente” e, pra ser sincero, estava em dúvida se eu batia uma ou deixava meus dedos tirarem minha paz interior novamente, se é que me entendem rsrs (não virou hábito, mas ainda assim é muito bom só ter essa opção). Enfim, demorou, mas achei um vídeo de uma mulher fazendo um oral perfeito, e comecei o trabalho normalmente, acompanhando o ritmo dela. Estava indo tudo muito bem, mas aí ela começou a bater uma pro cara e começou a ficar bem mais intenso, e eu fui acompanhar, só que eu estava batendo uma da forma que eu fazia antes da cirurgia, apenas do meio pra baixo, por conta da sensibilidade alta e tal, que estava muito mais, sem a fimose, e eu ainda encostava sem querer as vezes. Mas eu via mulher fazendo tão bem, indo da base até a ponta tão rápido, o tesão falou mais alto, eu precisava fazer aquilo a qualquer custo. Peguei um lubre que sobrou das minhas aventuras passadas, espalhei na mão e comecei.

Lentamente e suavemente tentando perder o medo, parecia que era a primeira vez, embora meu pau estivesse mais duro e pulsando mais que nunca. Finalmente tive coragem de passar pela parte sensível, toda a glande, mas em especial o entalhe da base dela era a pior parte… Era… Continuei junto com o vídeo tentando seguir o ritmo e evitar as partes sensíveis, mas, por conta do tesão, acabava esquecendo e passando sem querer. Contorcia-me pelo incômodo, mas, quando eu não passava de novo, ficava decepcionado. Fiquei preso nessa dualidade constante e, em momentos, passava na área mais sensível, e isso me enlouquecia, mas evitava essa parte logo depois parecia pior Eu já havia perdido o foco do vídeo; meu celular nem sabia onde havia parado.

O som molhado por causa do lubrificante ficava cada vez mais alto e frequente Percebe, isso só me dava mais vontade. Meu quarto estava muito quente, decidi terminar no banheiro. Minhas pernas já estavam fraquejando, o incômodo da sensibilidade só fazia-me contorcer de prazer. Pela primeira vez entendi o que é a mente ficar em branco e gozar que era bom nada. É como se o incômodo que eu sentia antes resetasse tudo. A parede gelada do banheiro era o único conforto. Se eu tentasse parar, minha mão, meu corpo/quadril iriam em busca de mais. (… Só de lembrar, bem, eventualmente acabei gozando. Tava tão bom que não conseguia parar e meu pau aí estava duro, não tanto quanto antes, mas não que isso importasse muito. Depois de gozar 1 ou 2 vezes, fui tomar um banho pra me acalmar. O pior mesmo foi chegar no curso e ter que arrumar uma desculpa pra um sorriso sutil estampado no meu rosto. Enfim, foi assustador, mas eu não posso dizer que não gostei.

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