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Brotheragem de buceta
Eu sou a Bia.
Olha… eu e a Lu a gente não namora, não se declara, não fica de “eu te amo”. A gente só se fode. E se fode gostoso pra caralho.
Quando eu enfio a cara entre as pernas dela e sinto aquele cheiro forte de buceta molhada de amiga, meu cérebro desliga. Eu chupo ela como se fosse a última coisa que eu fosse fazer na vida. Língua no clitóris, dois dedos fundo, ouvindo ela morder a mão pra não gritar. Eu sinto ela tremer, a buceta apertando meus dedos, o gosto dela escorrendo na minha boca… e eu gozo só de estar chupando. Sem ninguém tocando em mim. Só de ter a melhor amiga gozando na minha cara.
A tesourinha é pior ainda. A gente se esfrega até ficar escorregadia, clitóris batendo em clitóris, coxa apertando coxa, gemendo baixo pra ninguém ouvir. Eu seguro a bunda dela com força, esfrego mais rápido, sinto ela gozar primeiro e a buceta dela pulsando contra a minha… aí eu perco o controle e gozo em cima dela, molhando tudo. Depois a gente fica ofegante, rindo, limpando o que dá com a camiseta e fingindo que nada aconteceu.
Peito dela eu chupo até ficar vermelho. Mamilo duro na minha língua, ela arquejando, mão no meu cabelo. Eu mordo de leve, sugo forte, e ela já começa a se mexer como se quisesse que eu descesse. Mas às vezes eu fico só nisso mesmo, chupando peito de amiga até quase gozar sem tocar na buceta.
A gente trai os namorados com a maior cara de pau. “Vou dormir na casa da Bia.” Mentira. A gente vai se chupar até a madrugada. Eu gosto de sentir o gosto dela ainda na boca quando eu beijo o meu namorado no dia seguinte. Gosto de usar a calcinha dela por baixo da roupa. Gosto de saber que ninguém desconfia que a melhor amiga dela mama a buceta dela até ela tremer.
Não é romance. Não é paixão. É brotheragem de buceta. Duas amigas que descobriram que gozar juntas é mais fácil, mais sujo e mais gostoso do que com qualquer homem. A gente se usa. Se chupa. Se esfrega. Se fode com a mão, com a boca, com a coxa. E depois dorme abraçada como se fosse só amizade.
A gente toma banho juntas quase sempre que dorme uma na casa da outra. Água quente, vapor, o banheiro fechado. Eu passo o sabonete no corpo dela sem pressa, esfrego as costas, desço pro cu, enfio o dedo de leve só pra provocar. Ela faz o mesmo em mim. Às vezes a gente fica se olhando e uma mija na outra de brincadeira. Eu abro as pernas e deixo o xixi escorrendo pelas coxas dela e depois ela revida, mija em mim.
Depilação também. Eu sento na beira do vaso, pernas abertas, e ela passa a lâmina em mim com todo cuidado. Arranca cada pelinho, soprando, passando o dedo pra ver se ficou lisinha. A gente fica pelada, lisa, cheirosa de sabonete, e quase sempre acaba gozando uma na boca da outra antes de sair do banheiro.
E quando uma transa com o namorado… a gente conta tudo. Detalhe por detalhe.
Outro dia eu liguei pra ela de madrugada, ainda com o gosto do pau dele na boca. Falei:
— Ele me comeu de quatro, me deu tapa na bunda, gozou dentro. Tô escorrendo até agora.
Do outro lado da linha eu ouvi o barulho molhado da mão dela na buceta. Ela gemendo baixinho, se tocando enquanto eu descrevia. Eu continuei, mais sujo:
— Ele chupou meu cu também. Enfiou a língua. Eu gozei duas vezes.
Ela gozou na chamada, ofegante, e depois me contou que tinha enfiado três dedos nela mesma ouvindo. No dia seguinte foi a vez dela. Me mandou áudio descrevendo como o namorado dela a comeu no sofá, como ela gozou forte, e eu fiquei no banheiro do trabalho com a mão dentro da calcinha, me tocando até gozar ouvindo a voz dela.
A gente se usa assim. Conta, escuta, se toca. Depois se encontra e faz pior. Chupa o que sobrou, se esfrega, se fode até cansar. Sem ciúme. Sem sentimento. Só duas amigas que sabem exatamente como fazer a outra gozar mais forte do que qualquer homem consegue.


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