Uma bebida pós faculdade Publicado por anônimo em 26/09/2018 em Bissexual

"E quando falavam comigo eram meio derretidos, talvez gostassem de alguém grande como eu."

Conto adicionado a favoritos
Autor adicionado a favoritos
Conto já adicionado a favoritos
Autor já adicionado a favoritos
Conto salvo para leitura posterior
O conto já estava em sua lista para leitura posterior

No semestre passado, fiz uma matéria com uma outra turma diferente da minha. Era uma turma de química, enquanto eu era de civil, e, por termos algumas matérias obrigatórias em comum, resolvi fazer com eles. A turma era tranquila. Logo no começo das aulas percebi a grande quantidade de mulheres lindas, que não me dariam bola alguma. Então passava mais tempo pensando nelas do que na aula.

Então percebi, que um casal de amigos viviam me olhando. E quando falavam comigo eram meio derretidos, talvez gostassem de alguém grande como eu. Eles eram baixinhos. Ambos na faixa de 1,50m, não muito mais. Ele era mais magro que ela, e tinha trejeitos bem soltos. Supus que eram melhores amigos, e que um dos dois estava afim de mim. Só não sabia qual dos dois. Conforme as aulas foram passando, eu fui sentando mais próximo deles, fui puxando assunto às vezes, fui atiçando para ver aonde chegariam. Consegui perceber que ele estava afim de mim, e ela era uma boa amiga hehe. Logo eles tentaram marcar uma saída. Fosse um bar, ou beber na casa de alguém, ela só lançou a ideia vendo se eu pegava.

Eu nunca fui inocente, sempre aprontei muito, mas sempre fui discreto, ao ponto de parecer bobo hehe. Então provavelmente eles estavam supondo em me dar um bote... Mas o bote seria meu, e logo aceitei, na casa dela.

Marcamos uma sexta a noite, após a aula. Como eu estava de carro, ofereci uma carona e fomos os três batendo um papo. Até chegarmos lá a conversa foi bem leve, o plano deles era tentar me fazer beber para ele me curtir bastante. Ela devia ter um pouco de vouyerismo para aceitar tal plano. Eu, já tendo notado o plano, arquitetei o meu. Chegando lá, começamos a beber. Sentamos na sala e pegamos algumas cervejas, depois uns vinhos... Eu sentava entre os dois e ele sempre insistia para eu beber mais, devia estar morrendo de vontade de dar o bote. Enquanto ela tentava beber pouco, mas eu não deixava ela ficar de fora, ela sóbria não ajudava meus planos. A conversa já estava mais pesada. Ela perguntando coisas como:

- Ah, você já beijou um cara?

- Eu? - tomava um gole. - Só uma vez, mas faz muito tempo. Para matar a curiosidade. - Menti para cair na conversa deles.

O papo foi ficando cada vez mais interessante até que ela derramou um pouco de vinho na própria camisa por acidente, e foi no quarto trocar a blusa. Eu percebi que ela só passou pela porta da sala, mas ficou próxima, tentado ouvir a situação. Ela já estava meio alterada, digamos que não era a mais discreta possível. E ele foi se aproximando de mim. Ele fingiu interesse na conversa para aproximar os rostos. E chegou a tentar me roubar um beijo. Era a aposta dele, mas eu o afastei com uma mão em seu peito. Ele era leve para eu levar na mão. Agora era a minha vez de jogar:

- Desculpa, eu achei que... - Ele ficou envergonhado. Deu um pouco de pena, não nego, maaass...

- Não achei uma camisa bacana então vou ficar com essa mesma. Ou até tirar, não manchou a outra. - Clara veio falando, tentando salvar o amigo da enrascada. E as peças estavam postas. Ele já estava tentando disfarçar.

- Tira e senta aqui. Baguncei. - Léo tentou se afastar de mim, mas o segurei pelo braço. - Aonde vai? Agora que entendi sua intenção comigo hoje...

Ele corou. Ela sentou foi se aproximando.

- Mas acho que todos viemos aqui com segundas intenções - Falei enquanto virava para ela - Só que a minha era outra.

Ele tentou falar algo, mas eu continuei:

- Então, que tal um jogo?

Ela já tinha sentado do meu lado.

- Tudo o que ela fizer comigo... Você fará igual.

- Tudo? - Finalmente ele falou

- Tudo. - Eu precisava de ambos meio alterados para dar certo...

- Então que tal...? - Clara começou a frase, mas na metade já tinha colado os lábios nos meus. Ela me beijava, e me apertava. Seu beijo era mais suave, seus lábios pequenos davam espaço a sua língua, e muitas mordidas em meus lábios. Um braço meu estava em sua cintura, enquanto o outro ainda segurava Léo. Quando ela se afastou, ele não deu tempo de respirar, e prosseguiu com o jogo. Seus lábios eram maiores, mais carnudos. Seu beijo era mais molhado. Ele usava mais a língua, e provava cada sabor de minha boca com ela. Clara já tirava minha camisa, e beijava minha nuca, enquanto Léo beijava meu rosto. Eu alisava o corpo deles, sentindo cada parte, passando pelos contornos, apertando e puxando a cada beijo. Foi quando a mão de Clara chegou em minha calça. Léo beijava meu peito e já estava abaixando cada vez mais, para ambos tirarem. Eles alisavam por fora da calça, abocanhavam com vontade. Léo estava de quatro no sofá, enquanto clara tinha descido e ajoelhado em minha frente. Ao tirarem o zíper, eu coloquei minhas mãos atrás da cabeça e relaxei. Deixei ambos me levarem ao paraíso. Fechei os olhos e senti um prazer inigualável. Uma sensação de êxtase profunda. Abri os olhos e vi ambos me provando. Ele ia da base até o topo, onde ela estava. Em um baile divino. Quando ela veio me beijar, eu a apertava, beijava sua nuca, seus seios. Abocanhava os bicos, enquanto Léo ainda permanecia de quatro com a cabeça em meu colo. Eu quis retribuir um pouco do prazer, e brincar com ele. Então puxei sua cabeça, e segurando-a, o fiz girar no sofá. Ele obedeceu com prazer, e ficou de costas para mim.

- Sabe Clara - Disse enquanto a soltava e começava a abraçar Léo. - Tem gente que acha que onde mais atiça o homem - Minha mão desceu em sua calça, e apertou seu volume - É aqui. - Ao apertar ele gemeu. Seus braços estavam tentando segurar minha cabeça, me puxar, me beijar - Mas é aí que erram. Sabia que dá muito mais prazer quando se brinca? - Então tirei a mão, puxei e tirei sua camisa, beijei sua nuca, e fui beijando as costas. Fui apertando-o. Minhas mãos já grandes, pareciam imensas em seu corpo pequeno. Apertava sua coxa, e sentia ela ouriçar conforme meus beijos, e chupões, chegavam na metade de sua costa. Ele gemia com cada novo lugar beijado, e se estremecia, inspirando ar e tufando seus pulmões. Quando eu já não conseguia mais abaixar, voltei, apertei ele contra mim, virei seu rosto e o beijei. O fiz inclinar, e virei de volta a Clara, que assistia tudo com muito tesão, e já estava apenas de calcinha.

- Viu, bem mais que só apertar lá. - Então, a chamei com o dedo, e comecei a tirar a calça dele. Ele estava anestesiado pelos beijos. A mera sugestão de algo por mim já era o suficiente para ele fazer. Ao ficar nu, não saiu da posição de quatro no sofá. Eu de joelhos, o abri, e comecei a tentar entrar. Clara me abraçava por trás. Ela estava quase em pé no sofá, e me beijava e olhava seu amigo de quatro, e apertava meu peito, beijava minha orelha. Como já estava bem úmido pelo prazer anterior, consegui entrar. Mas não tive pressa, fui devagar, o fazendo gemer com cada parte dentro. Léo, que antes se apoiava em suas mãos, abaixou o tronco e apoiou em seus cotovelos, e gemia muito. Não eram gritos, lhe faltava ar de tanto prazer. O ritmo foi ficando acelerado. Enquanto Clara beijava-me, e mordia minhas costas, e dava tapas em Léo. Eu o segurei pelo ombro e forcei mais ainda. Ele se resumia a gemer. Depois de um tempo, eu saí de dentro dele, e sentei no sofá. Clara, sentou em meu colo, e continuou. Então aproveitei seu tamanho, e levantei. Suspendendo-a em meu colo, e entrei nela. Ambos estavam molhados demais para lentidão, ela gemeu com a estocada, e gritou cravando as unhas em minhas costas. Eu fechei os olhos pela dor, e comecei a fazê-la quicar em cima de mim. Léo, que estava deitado de bruços, apenas virou o corpo, mostrando que já tinha se melado todo. Eu não notei pois a cada vez que ia mais fundo nela, ela apertava mais as unhas, e arranhava as costas, e me fazia perder a respiração. Continuei pelo máximo de tempo que consegui, mudava de posição toda vez que o cansaço batia. Até que não aguentei mais. Disse que estava próximo a terminar e eles se ajoelharam em minha frente. Léo já melado, e clara brilhante de suor foram minha última visão antes de fechar os olhos e deixar o prazer fluir. Eles brigavam pelo líquido. Ela conseguiu em sua boca, e ele a beijou com tudo. Eu, caí de volta no sofá, e eles me puxaram para o chão, e me beijaram, me fazendo sentir meu próprio gosto. Eu, já exausto, lembro apenas de seus beijos. E sentindo os corpos deles apertando contra o meu, me abraçando. A próxima coisa que eu lembro é uma ressaca, um torcicolor pelo chão duro, e por acordar com a visão de ambos dormindo, um em cada braço meu, e voltar a dormir.

Avaliações

Só usuários podem votar 0 de Avaliações

Comentários 1

Sobre este conto

Autor anônimo
Categoria Bissexual
Visualizações 1185
Avaliação 0 ( votos )
Comentários1
Favorito de1 Membros
Contador de palavras: 1852
Tempo estimado de leitura: 9 minutos

Afiliados