Maio 7, 2026

1 Visões

Maio 7, 2026

1 Visões

A crente que acordou pro pecado

0
(0)

Meu nome é Cris. Tenho 22 anos, cabelo cacheado bem escuro que vai quase até a cintura, olhos castanhos que minha mãe sempre diz que são “de quem olha pro céu”, e um corpo que, graças à academia que comecei há uns meses, está ficando mais firme e definido. Sempre fui crente, desde novinha. Igreja todo domingo, culto de jovens, louvor, oração… minha vida girava em torno disso. Beijei alguns meninos da igreja, mas nunca passou disso. Nem um toque mais ousado. Eu achava que era assim mesmo. Que o resto era coisa do mundo, coisa que eu não precisava conhecer.

Até o Lucas começar a frequentar a igreja.

No começo eu só achava ele bonito. Alto, sorriso fácil, jeito calmo. Viramos amigos rápido. Ele sentava do meu lado nos cultos, às vezes me chamava pra conversar depois do louvor. Os abraços de “oi” e “tchau” foram ficando mais demorados. No início eu ficava vermelha, mas depois comecei a gostar da sensação dos braços dele me apertando contra o peito. Era como se ele quisesse sentir meu cheiro, e eu… eu queria sentir o dele também. A gente brincava de “e se a gente namorasse?”, rindo, mas o coração batia mais forte. Nunca passou disso. Só brincadeira.

Um dia, no intervalo do trabalho, mostrei uma foto dele pras minhas colegas. Elas não são crentes. Quando viram a foto, começaram a falar coisas que me deixaram de boca aberta.

— Nossa, Cris, esse cara é gostoso pra caralho. Imagina ele te pegando de jeito…

— Aposto que ele tem uma rola grande. Você já sentiu quando ele te abraça?

— Se eu fosse você, já tinha sentado em cima dele e acabado com essa carência de crente.

Eu fiquei chocada. Fiquei vermelha até a raiz do cabelo e mudei de assunto rapidinho. Mas à noite, sozinha na cama, aquelas palavras não saíam da minha cabeça. “Sentado em cima dele.” “Rola grande.” Eu nunca tinha pensado nessas coisas. Nunca tinha imaginado o corpo de um homem daquele jeito.

Naquela mesma noite eu sonhei com ele pela primeira vez.

No sonho, a gente estava na sala da igreja depois do culto, só nós dois. Lucas me abraçou como sempre, mas dessa vez as mãos dele desceram devagar pelas minhas costas, parando na curva da minha cintura. Eu senti um calor estranho subir pela barriga. Ele me apertou mais forte e eu senti algo duro contra a minha barriga. No sonho eu sabia o que era, mesmo sem nunca ter visto. Meu corpo inteiro esquentou. Ele sussurrou no meu ouvido: “Cris, você sente isso? É por sua causa.” Eu acordei ofegante, com o coração disparado e uma sensação úmida entre as pernas que me deixou morrendo de vergonha. Eu orei pedindo perdão, mas o sonho voltou outras noites.

Depois disso, tudo mudou devagar.

Quando ele me abraçava na igreja, eu prestava atenção no jeito que meu corpo reagia. Meus seios apertados contra o peito dele. A barriga dele encostando na minha. Às vezes eu sentia um leve volume na calça dele e, em vez de me afastar, eu ficava mais um segundo, fingindo que era só o abraço normal. Meu rosto queimava de vergonha, mas lá embaixo… lá embaixo uma coisa quente e molhada acontecia que eu não conseguia explicar.

Comecei a imaginar coisas quando estava sozinha.

Deitada na cama, depois de orar, eu fechava os olhos e lembrava do sonho. Imaginava as mãos grandes dele subindo por baixo da minha blusa, tocando minha pele. Imaginava ele me beijando não só na boca, mas no pescoço, descendo… Eu apertava as coxas uma contra a outra sem entender direito por que aquilo dava tanto prazer. Uma vez, sem querer, minha mão desceu e encostou por cima da calcinha. Eu estava molhada. Muito molhada. Eu tirei a mão rapidinho, com vergonha, mas a sensação ficou latejando.

No outro sonho, foi pior (ou melhor?).

A gente estava na minha casa, no meu quarto. Lucas me olhava daquele jeito calmo, mas com os olhos mais escuros. Ele me puxou pra perto e me beijou devagar, língua entrando na minha boca de um jeito que eu nunca tinha beijado ninguém. Enquanto me beijava, a mão dele subiu pela minha perna, por baixo do vestido, até chegar na parte interna da coxa. Eu tremi inteira. No sonho eu não tinha força pra dizer não. Ele encostou os dedos por cima da minha calcinha e eu soltei um gemidinho baixinho que me assustou. Ele sorriu e sussurrou: “Você tá tão molhadinha, Cris… isso é pra mim?”

Acordei suando, com a calcinha encharcada e o clitóris pulsando. Dessa vez eu não orei pedindo perdão logo em seguida. Fiquei deitada, respirando fundo, sentindo aquela vontade nova, quente, quase dolorida. Eu queria mais. Queria saber como seria sentir os dedos dele de verdade. Queria saber como seria sentir ele… ali.

Hoje, quando ele me abraça na igreja, eu fecho os olhos e deixo o corpo colar mais. Sinto meus mamilos endurecendo contra o tecido do sutiã. Sinto o calor se acumulando entre as pernas. Eu sei que não é certo. Eu sei que sou crente, que sempre fui pura. Mas o corpo não obedece mais como antes. A mente, que antes só pensava em louvor e oração, agora também pensa no jeito que Lucas me olha, no volume que às vezes aparece na calça dele quando me aperta mais forte, no desejo que está crescendo devagar dentro de mim.

Continua….

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Transa totalmente inesperada

anônimo

27/11/2020

Transa totalmente inesperada

trabalho acadêmico

relatoseroticos.es

26/05/2011

trabalho acadêmico

agrada minha irmã 2

relatoseroticos.es

18/09/2013

agrada minha irmã 2
Scroll to Top