Por
A Descoberta
Minha esposa Camila é de uma família tradicional, quatrocentona, mas eu a vejo usando uniforme de empregada de sex-shop e uma coleira. Claro que a patricinha da minha esposa faz tudo errado e é constantemente humilhada pela nossa empregada, que só assiste segurando um chicotinho, acertando a minha esposa de tempos em tempos para fazer ela trabalhar melhor.
Eu só assisto com tesão a minha mulher se submeter a deusa morena que era nossa empregada. No final, Renata levava a minha mulher para o quarto, deitava na nossa cama com as pernas abertas a fazia a minha esposa chupa-la. Eu ai até a porta e assistia, colocava o meu pau para fora e começava a me masturbar, Renata então fala:
— Vem aqui e enfia o pau no cu da sua esposa. Acho que assim ela vai pelo menos sentir alguma coisa.
Eu vou até lá. Toco no sexo da minha esposa e sinto ela escorrendo de tesão, algo que eu nunca tinha conseguido fazer com ela. Lubrifico o cu de Camila usando o mel da boceta dela e então, com autorização da empregada, faço algo que eu nunca pensei que ia fazer com a minha esposa certinha, enfio o pau no cu dela.
Camila tenta gemer, mas Renata enfia a cara dela na boceta dela. E então eu simplesmente gozo. Renata me humilha, fala que eu não tinha como satisfazer nenhuma mulher.
Depois disso elas mudam de posição, Renata faz uma tesoura com Camila, eu assisto as duas transando e a empregada dando prazer para a minha esposa, o prazer que eu não conseguia dar para ela.
Na dia seguinte a empregada ordena que a minha esposa me masturbasse 3 vezes por dia e coletasse toda a porra em um copo. No final do dia, ela avaliava a minha produção de porra e depois fazia a minha esposa beber toda a porra fria. As vezes ela não conseguia me fazer gozar 3 vezes com a mão, por isso Renata mandava ela usar a boca. Quando isso falava, a minha esposa enfia um dedo no meu cu até eu gozar.
Com o tempo eu passo a durar mais e Renata passa a permitir que eu coma o cu da minha esposa, ao mesmo tempo que ela vinha com um cinta-caralho e lhe fodia a boceta.
Mas quando a gente recebia visitas, tudo voltava ao normal, Renata voltava a ser a nossa criada, Camila voltava ser a patricinha mimada e eu voltava a ser o anfitrião, a não ser que a minha esposa recebia os nossos amigos com um vibrador enfiado na boceta e um plug no cu e eu com uma gaiola prendendo o meu pau.
Agimos como perfeitos anfitriões, só eu noto as diferenças de atitude da minha esposa por estar o tempo todo com o vibrador le estimulando, mas sem deixa-la chegar no orgasmo.
Quando os hóspedes saíam, Renata fazia nós dois tirarmos as roupas chic e ficarmos nus na frente dela. Camila tira o uniforme de empregada, por baixo ela estava com um arreio de couro, similar ao que ela havia comprado para a minha esposa, mas na empregada o couro mal consegue conter os peitos dela e também emoldura a boceta carnuda lá em baixo.
— Olha para vocês dois! A esposa não tem peitos, corpo de garoto e o marido tem uma pica ridícula que não consegue ficar dura o tempo suficiente para satisfazer uma mulher!
Renata me algema em uma cadeira e solta a gaiola que prendia o meu pau. Ele imediatamente vai para cima. Renata então tira o vibrador de dentro da boceta da minha esposa. Eu olho para a boceta dela, agora sempre raspada, toda arreganhada por ter sido preenchida pelo objeto por todo aquele tempo.
— Vamos ver se você agora consegue satisfazer uma mulher.
Minha esposa então senta no meu colo e enfia o meu pau na boceta e pela primeira vez a gente consegue transar. Eu não gozo imediatamente, Camila se fode no meu pau como uma puta e pela primeira vez goza com o meu pau.
Camila me beija de uma maneira apaixonada, como nunca havia feito.
Renata me solta e diz:
— Agora você dois tem que me agradecer, eu quero a putinha chupando a minha boceta e o corninho mamando as minhas tetas como uma garotinho.
Fim.


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