Abril 5, 2026

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A Foto (Quase) Perfeita da Tia

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PONTO A: Esta é uma história semi-realista inspirada em eventos reais, com algumas mudanças.

PONTO B: Todos os NOMES e DADOS foram ALTERADOS para proteger os envolvidos.

PONTO C: Todas as conversas ao decorrer da história entre os personagens são meramente ilustrativas.

PONTO D: Provavelmente você vai ver algo como, (Simulação de Chamada TOTALMENTE Ilustrativa), sei que é chato, é isso só estará na PARTE 1, não terá isso nas próximas partes.

Já peço perdão por qualquer uso de abreviação que tenha no texto, a maioria deve ser o uso dos “porquês”, nunca me interessei por saber o significado de cada um no tempo da escola, só nou me dar o trabalho de saber agora.

Eu uso leves tons de humor, dá para perceber conforme for lendo, espero que não se importem, é minha forma de escrever.

ATO 1: Sendo Expulso de Casa.

Quando eu terminei o Ensino Médio, me vi diante de uma escolha difícil, elas eram, estudar para passar na faculdade ou trabalhar para conquistar meu próprio sustento e, assim, deixar de depender financeiramente dos meus pais.

Sinceramente, aquelas eram duas péssimas opções para um garoto de 18 anos que, na época, era o retrato vivo da preguiça.

Como eu precisava escolher uma das duas, optei pelo caminho que me parecia ter menos chances de fracasso.

Assim, consegui meu primeiro emprego, que por sorte durou três anos.

Durante três anos, trabalhei duro em uma empresa de jogos, com ajuda de um amigo, fui contratado como jovem aprendiz no primeiro ano, e nos dois anos seguintes virei um verdadeiro CLT (Cara Lotado de Trabalho), fiz o que tinha que fazer e aprendi o que tinha para aprender, no fim, infelizmente fiz parte do corte da empresa.

Foi bom enquanto durou…

Sem emprego, voltei pra casa normalmente, avisei aos meus pais e no mesmo dia eles decidiram que eu iria ter que me mudar.

O motivo dessa decisão nem tão repentina que eles tomaram foi em parte conta do meu irmão, que era 5 anos mais velho, que já estava com a vida feita, um trabalho incrível e uma família estável, o famoso “filho prefeito”. Não me entendam mal, ele conquistou tudo isso com o esforço dele, o problema é ser comparado a ele, isso seria algo como colocar um bicho preguiça pra lutar contra um leão que treinou karatê. (é uma ótima comparação)

Como eu não tive o mesmo desempenho que ele na vida, meus pais pensaram que eu deveria me virar por conta própria.

E diferente do que muitos devem achar, eu aceitei tranquilamente.

ATO 2: Mendigando Antes de Virar Mendigo.

Após a decisão dos meus pais, tive um mês para me preparar até ter que sair de casa.

Mesmo com uma boa quantia de dinheiro guardado, era claro que uma hora isso iria acabar, as coisas ficariam apertadas e pra sair disso seria bem difícil e eu logicamente não estaria muito apto virar um morador de rua que seria constantemente assediado pelo conselho dos mendigos, por não querer dividir o mesmo pedaço de lençol que na verdade é um papelão rasgado e mijado que eu conseguiria após participar de uma luta clandestina entre mendigos.

(extrapolei? um pouco.)

Bem…

A maioria dos dias daquele mês, eu me planejei bastante (assisti muitos vídeos de tkk sobre como morar sozinho), mas além disso, também tentei ligar para alguns amigos e conhecidos com a esperança de um “lar temporário”, o resultado foi que, uma metade ainda mora com os pais e a outra metade moram com as namoradas, logo eu estava impossibilidade de ter qualquer resquício de ajuda.

Por conta do meu orgulho, acabei não ligando pro meu irmão, ou qualquer outro familiar, pra mim já era vergonhoso demais não ter um emprego decente, e agora não ter uma casa, era pior ainda.

Minha mãe, por outro lado, na última semana que me restava no mês, vendo que eu não havia conseguido nada minimamente estável, ela pensou, “Meu filho tá fu****”, e foi aí que ela ligou para irmã mais nova dela, minha tia, uma mulher casada, 11 anos mais velha, que eu via todo natal.

(OBS: o único motivo dela ter me acolhido é pq eu sou o favorito dela.)

Eu não estava lá pra escutar a ligação no momento, mas baseado na minha esquizofrenia, foi algo mais ou menos assim.

{Simulação de Chamada TOTALMENTE Ilustrativa}

(Ligando)

Mãe: Tô com um peso morto aqui em casa, quer pra você?

Tia: Peso morto?

Mãe: Teu sobrinho, o miserável tá com 21 anos e não tá trabalhando, é como se eu tivesse um saco de lixo que nem os lixeiros querem levar embora.

Tia: O pobrezinho.

Mãe: Pobre mesmo, tá ruim aqui viu, você não faz ideia.

Tia: Eu tenho um lugar pra ele aqui, pode trazer viu, vou estar esperando.

Mãe: É pra gente levar ele? não é melhor tu vir buscar? gastar gasolina com ele não é bom não, tá caro né.

Tia: haha, deixa de besteira mulher, vem logo.

Mãe: aff… Tá bom, dia 1 a gente vai.

Tia: Tá certo, estarei esperando, beijos…

Mãe: Teu c*…

(Fim da Chamada)

Tenho quase certeza de que foi algo assim.

Dias depois, meu pai arrumou o carro, coloquei todas as minhas coisas e partimos de viagem.

E é agora que a história realmente começa…

ATO 3: Chegando de Viagem.

Depois de uma longa viagem de 6 horas até chegarmos no destino.

Entramos em um condomínio fechado, chique, papo de exclusividade de gente rica, algo totalmente fora da minha realidade.

Eu basicamente estava quase vivendo a mesma história daquela série de tv americana “Um Maluco no Pedaço”, onde as únicas diferenças, é que além de eu ser branco, o Will não tentou pegar a tia dele. Mas essa informação só fica relevante depois.

(Resumindo um pouco: o marido da minha tia é empresário, e ela é corretora de imóveis. Uma combinação que, na prática, significa que vivem num mundo onde o problema nunca é dinheiro,)

Chegamos, e ela já estava esperando por nós do lado de fora da casa,

(E aqui vai uma breve descrição da aparecia dela)

Uma mulher alta de 1.70+ de altura, branca de cabelos da cor castanho escuro, olhos marrons claro, um corpo extremamente atraente, peitos que fazem boing boing, e uma bunda que não tem como tirar o olhar. Uma mulher que qualquer um desejaria ter para si.

Você deve estar pensando “Que maníaco degenerado, pensaria na tia dessa forma?” A resposta mais fácil para a sua pergunta seria: Eu.

Até pq, é sobre isso que se trata essa história.

Voltando…

Me aproximei dela, nós nos abraçamos e eu confesso que tentei dar uma leve afundada com meu rosto nos peitos dela, mas infelizmente eu sou bem mais alto, então acabou sendo só um abraço normal. (Fiquei profundamente triste por ser alto)

(Simulação de Conversa TOTALMENTE Ilustrativa)

Tia: Meu Deus menino, tu não para de crescer não? Agora, só está um pouco mais magro, parou de treinar? – perguntou, enquanto segurava meus braços.

Eu: É o estresse, tia, ser expulso de casa emagrece, sábia não?

Tia: Hahaha, menino besta, vamo ter que melhorar isso depois então, só eu e você, na academia aqui do condomínio.

Eu: Aqui tem academia? De graça? Devo tá sonhando.. Calma, só eu e a senhora? E o tio?

Tia: Ele volta pra casa em dois dias, até lá a casa é só nossa, é bom que você já se acostume com o lugar durante esse tempo. Agora vai lar guardar suas coisas, que depois eu subo pra ajudar…

Eu: Só espero não estar te atrapalhando.

Tia: Ah, para bobo – ela respondeu, dando um tapinha no meu braço. – Você precisa de conforto agora. Vai ficar aqui até se ajeitar. Sem pressa.

Quando entrei em casa, já me vi em outro lugar. Aquilo era totalmente diferente de qualquer lugar que eu já estivesse. Procurei pelo meu quarto, arrumei as minhas coisas, desci e me despedi dos meus pais.

Entrei com a minha tia de volta para dentro de casa e ela falou que iria se trocar porque aquela roupa era do trabalho. Ela me pediu para eu esperar na sala, não tinha nada de especial naquele dia, que devia ser feito, eu deixaria pra arrumar as coisas apenas no próximo dia pois já estava cansado da viagem, então aproveitei para assistir alguma coisa na TV. (Incrivelmente minha curiosidade em explorar aquela casa de rico não foi tão forte quanto a de assistir alguma série ou filme)

Passaram-se alguns minutos.

Foi quando eu vi ela descer pela escada.

Usando um pijama rosa apertadinho.

Creio que ela nem sequer se importou de pensar no que eu poderia ou não pensar sobre aquilo, era a casa dela, e a nossa intimidade entre tia e sobrinho já era bem elevada, fresca anos sobre tudo, coisas sexuais e tudo mais, então acho que era algo normal pra ela, agir com tanta naturalidade, já eu, bem…

Eu tentei disfarçar o olhar. Juro que tentei. Desviei rápido, cocei a nuca, mudei de posição no sofá, fingi que o controle remoto era o objeto mais interessante do universo. Mas não deu, fiquei excitado, e o colega acordou, em minha defesa, eu não saí com uma mulher a bastante tempo.

Por um breve momento, eu tenho quase certeza que ela percebeu.

Ela não falou nada, só sorriu.

Ela se juntou comigo no sofá. Pegou um cobertor quente, cobriu nós dois, e eu fiquei ali, tentando lembrar como se respirava normalmente.

(Imagina o quão retardado você tem que ser pra ter tesão na sua tia e ficar que nem um energúmeno do lado dela)

Ficamos debaixo da coberta e assistimos a uma série The Ranch. A série favorita dela. É muito legal, até gostei bastante, só que é bastante difícil me concentrar na tela em vez de tentar descobrir a densidade daquele tecido rosa.

Em algum momento, enquanto estávamos assistindo, ela se aproximou de mim devagar e encostou a cabeça dela no meu ombro, passou o braço dela acima da minha cabeça e ficou com os dedos acariciando minha orelha. (Tava muito bom)

Enquanto aos poucos, foi apagando.

Sinceramente? Não sei como consegui me controlar. Com ela vestindo algo tão provocativo, com o cheiro do cabelo dela subindo pelo meu pescoço, com a respiração dela ficando mais leve contra o meu braço. Eu era um homem de 21 anos, recém-expulso de casa, morando com uma tia gostosa de pijama rosa. O universo claramente estava testando meus limites.

E eu passei no teste. Quase. Mais ou menos. Tecnicamente.

Depois que ela dormiu no meu ombro, esperei alguns minutos para ter certeza de que ela estava realmente apagada. Aí a cobri com cuidado, puxei o cobertor até o ombro dela, igual gente civilizada e fui fazer alguma coisa para comer na cozinha.

Fiz algo para ela também. Arroz, ovo, umas coisas que tinha na geladeira. Nada digno de MasterChef, mas também não era veneno.

Mais tarde, ela acordou com o cheiro da comida. Acho que foi o instinto de sobrevivência. Ou fome mesmo.

Comemos juntos na cozinha, já era tarde, e quando terminamos, fomos dormir. Ela me deu um beijo na bochecha – tchau, bom soninho – e falou “boa noite”. Subiu a escada primeiro.

E a visão que eu tive foi da bunda dela balançando de um lado para o outro.

E eu fiquei completamente hipnotizado.

Não vou mentir. Não vou pagar de santo. Não vou fingir que não olhei. Porque eu olhei. E olhei bem. Uma cena que deveria ser exibida em câmera lenta com trilha sonora dramática de fundo, que com todo respeito, mereceria até o Oscar de melhor bunda.

E foi aí que meu cérebro, na sua infinita sabedoria de primata em crise, tomou a pior decisão possível.

– Vai, pega o celular seu retardado – uma voz na minha cabeça sussurrou. – É pra posteridade, sabe como é né, o pré sono tem que sentir.

E por algum motivo de Caral*** voadores eu me escutei, e que decisão de merda.

Mais rápido que o Pinguim do tá tirando onda eu meti a mão no bolso, puxei o celular, destravei no susto, abri a câmera, mirei – tudo em menos de dois segundos. A bunda dela ainda estava ali, lá no alto, quase virando o corredor do andar de cima.

Cliquei.

Era pra ser só uma fotinha, só isso. Né? NÉ…?

FLASH

O flash estava ligado.

Claro que o flash estava ligado.

A PORRA DO FLASH TAVA LIGADO.

O universo não perde uma oportunidade dessas, pq se perder ele me mata.

Aí já sabem né.

Ela parou.

Meu coração também. Mas o dela parou por um motivo. O meu parou porque eu tive certeza de que ia morrer ali mesmo, naquela sala, com o celular na mão e a alma já saindo pelo cool.

Ela virou o rosto lentamente.

Tia: Meu Deus… você tirou uma foto? – ela perguntou, ainda de costas, meio virada.

Eu: Não! – eu respondi no automático. — Foi sem querer! Eu ia acender a luz pra poder apagar a daqui de baixo e subir as escadas.

Tia: Com o flash ligado?

Eu: … Apertei errado o botão…

Silêncio.

Ela me olhou por mais uns três segundos que pareceram três décadas. Depois soltou um riso baixo – aquele riso de quem entendeu tudo mas resolveu ter piedade do Betinha (sobrou nada)

Tia: Boa noite, sobrinho

Eu fiquei ali, parado, com o celular na mão, e a foto salva na galeria.

Não apaguei.

Olhei a foto, e tava quase perfeita, só um pouco borrada.

Não era uma bosta de foto seria muito bem usada.

(me tornei, oficialmente, o parente mais estranho da família.)

É isso, pensei, subindo as escadas cabisbaixo. Se eu for expulso daqui também, eu mereço.

Deitei na cama. Olhei pro celular. Bati no punhetasso. Fechei os olhos. E dormi.

(Continua…)

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