Por
A novinha do prédio pt 2
Depois daquele dia comecei a ficar obssecado para saber mais sobre ela, precisava descobrir pelo menos o nome dela. Passou uns 3 dias e meu interfone tocou as 11:30 da manhã, eu atendi e era o carteiro pra entregar um cartão pra mim, desci as escadas e quando chego na porta principal do prédio me deparo com ela ao lado da porta com uma mochila nas costas e uniforme colegial, abri a porta e ela toda sorridente me disse: – Bom dia vizinho!
Bom dia, o que está fazendo aí? Perguntei.
Estou esperando minha irmã descer abrir a porta pra mim, não tenho a tag pra subir e nosso interfone não está destravando a porta aqui de baixo.
Se você quiser eu abro pra você (tem mais uma porta corta-fogo antes da porta principal) só espera eu receber minha encomenda e já subimos.
Ah, que bom!! Não sei porque minha irmã está demorando tanto.
Recebi a encomenda com o carteiro, fechei a porta e seguimos entrando pelo corredor, minha mente já imaginava mil coisas, a blusa branca do colégio transparecia os peitos dela e o sutiã de rendinha, não hesitei e perguntei logo o nome, e ela respondeu: – é Yasmin, e o seu?
Henrique, respondi.
Quantos anos você tem? Perguntou ela
Que curiosa! Tenho 29 e você?
O suficiente.
O suficiente? Não entendi rsrs
É ué, não se faça de desentendido
E nisso a irmã dela veio descendo as escadas, estava vindo abrir a porta pra ela.
Vou subir na frente pra minha irmã não ver a gente conversando, tchaau
Ok.
Ela foi subindo as escadas na minha frente, com aquele rabão todo durinho e firme, com o fio dental marcando na calça de uniforme do colégio. Subi com minha encomenda e entrei pra dentro do AP. Agora eu já sabia o nome dela, que ela estudava de manhã e chegava antes do meio dia em casa, e que ela e a irmã ficavam sozinhas a tarde, pois eu já tinha visto os pais dela saindo para trabalhar em horário comercial. Fui ao banheiro, e logo escutei ela gritando pra irmã dela que ia tomar banho. Nisso descobri que o quarto das duas irmãs era o de cima do meu quarto, e o banheiro também pois é suíte, eu estava no banheiro e ouvi ela fazendo xixi no banheiro de cima, aqui é aqueles prédios simples com pouco isolamento acústico, meu pau endureceu na hora, tenho um leve fetiche em mulheres mijando, fiquei imaginando ela fazendo tal ato, depois ouvi que ela ligou o chuveiro e ligou uma música bem alto pra ouvir enquanto tomava banho. Fiquei imaginando aquele corpinho nu todo durinho e questionando se ela tinha a buceta rosinha, se era depilada ou peludinha, Eu precisava descobrir o número dela, mas isso era só questão de tempo. Eu comecei a ver ela pelas câmeras do prédio, estava sempre saindo bem arrumada e exalando fertilidade, é a mocinha do sítio que nunca tinha visto homem bonito na frente e agora estava pronta pra explorar o mundo na cidade. Eu modéstia a parte sempre fui um cara atraente, não sou musculoso, corpo atlético mais pra magro, cabelo castanho curto, 1,82m de altura e um pau considerado grande, olhos meio puxados, um rosto bonito e uma cara “meio de mal”, mas sempre senti das mulheres uma atração por mim pelo meu jeito misterioso/fechado, concentrado e visionário, inteligente/malandro pra vida, observador, me visto bem, não sigo modinhas/tendências, tenho personalidade e até um jeito de andar diferente, auto confiante vamos dizer assim, e isso pelos lugares que eu frequentei e passei sempre fez com que eu recebesse olhares de desejo, e eu adoro isso.


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.