Abril 21, 2026

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A volta da irmã

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Renan, 32 anos, advogado, acordava todos os dias às 6:45 no silêncio perfeito do seu apartamento em Campinas. Morava sozinho havia anos e valorizava profundamente essa liberdade: o controle total sobre seu espaço, sua rotina impecável, seu tempo. O trabalho no escritório, a academia três vezes por semana, os jantares tranquilos e o namoro estável com Janaína formavam uma vida que ele construíra com cuidado.

Sua irmã mais nova, Gabriela, de 22 anos, havia passado os últimos cinco anos estudando na Espanha. Desde a adolescência, os dois brigavam por tudo. O afastamento trouxe alívio para Renan. Agora ela estava de volta ao Brasil e não tinha onde ficar. A mãe, viúva, morava com o namorado num apertado apartamento de um quarto e implorou insistentemente. Depois de semanas de pressão e culpa, Renan cedeu.

Naquela segunda-feira à tarde, ao voltar do trabalho, ele enviou a mensagem com os dedos pesados:

“Gabriela, tudo bem. Pode ficar aqui por um tempo. Eu te pego no aeroporto amanhã.”

No dia seguinte, Renan esperava no desembarque de Viracopos. Quando Gabriela apareceu, ele sentiu o chão faltar. Não era mais a garota magra e desengonçada de 17 anos. Aos 22 anos, ela estava atlética e bem proporcionada: cintura fina, pernas longas e torneadas, quadril arredondado e firme, seios pequenos marcando discretamente a blusa branca. O cabelo castanho-mel caía em ondas suaves até os ombros, e o sorriso largo iluminava o rosto oval. Seus olhos castanhos-esverdeados encontraram os dele com brilho.

— Oi, irmãozinho — disse ela, sorrindo. — Obrigada por vir me buscar.

A viagem de volta foi silenciosa e tensa. No meio do caminho, Gabriela não conseguia acessar nada no celular. Renan, contrariado, ativou o hotspot e deixou que ela usasse temporariamente a conta dele. O perfume dela enchia o carro. As pernas torneadas estavam cruzadas ao lado dele. Ele se forçou a não notar.

Ao chegar no apartamento, Renan mostrou o quarto de hóspedes — antigo escritório dele.

— Pode usar — disse seco.

Gabriela tomou posse do espaço rapidamente, espalhando suas coisas. Depois tomou banho e saiu para ver a mãe. Sozinho, Renan foi verificar o quarto. A mala ainda estava aberta. Dentro, várias calcinhas minúsculas, rendadas e quase transparentes, espalhadas entre as roupas. Ele fechou a mala com raiva.

— Que porra é essa… — murmurou, puto da vida.

No sábado à noite, Gabriela insistiu até convencê-lo a ir a uma festa eletrônica com ela e a amiga Lívia. Contrariado, Renan se arrumou e foram.

Na festa, Lívia ofereceu uma bala de MD. Os dois aceitaram. Quarenta minutos depois, o mundo mudou. As luzes, a música, os corpos — tudo ficou mais intenso. Gabriela puxou Renan para a pista. A princípio dançavam separados, mas logo estavam colados. Quando a batida mudou para funk misturado com eletrônica, Gabriela virou de costas e começou a sarrar. A saia de couro preta curta marcava as curvas. Renan segurou a cintura dela, acompanhando os movimentos. Logo estava completamente duro, o pau roçando insistentemente na bunda firme dela por baixo do couro. Gabriela sentiu, hesitou por um segundo e continuou, pressionando ainda mais para trás, rebolando com mais intensidade.

Lívia os interrompeu brevemente para avisar que ia “dar uma volta” com um cara. Gabriela então passou mal e pediu para sair. Renan a levou para o carro.

Dentro do veículo, com o ar-condicionado ligado, a ansiedade dela aumentou. Ela respirava rápido, inquieta.

— Renan… eu preciso sentar — murmurou.

— Você já está sentada.

— Eu preciso sentar em você.

Ele tentou negar, mas Gabriela já estava agindo. Abriu a calça dele, puxou o pau duro para fora e o tomou na boca, chupando com fome, descendo fundo, saliva escorrendo. Renan gemeu, tentando resistir, mas o prazer era avassalador.

Ela parou, subiu no colo dele, tapou sua boca com uma mão e, com a outra, tirou a calcinha. Ergueu a saia de couro, posicionou o pau na entrada melada da boceta e desceu devagar, engolindo tudo. Começou a rebolar, depois a quicar, olhando fixamente nos olhos dele com um sorriso safado.

No caminho de volta para casa, depois de deixar Lívia, Gabriela não parava de falar o quanto estava chapada. No elevador do prédio, as luzes brancas intensas explodiram a onda novamente. Eles se olharam e se agarraram. Beijaram-se loucamente pelo corredor até entrarem no apartamento.

Gabriela empurrou Renan no sofá, tirou toda a roupa na frente dele e ficou completamente nua. Agachou-se, abriu a calça dele e murmurou:

— Com licença, tato…

Então virou de costas, empinou a bunda e agachou até o pau escorregar para dentro da boceta quente. As pernas fortes de nadadora não cansavam. Todo o esforço era dela: quicava com força, subindo e descendo ritmadamente.

Renan relaxava, apreciando a vista. Gabriela parou por um momento, agarrou as próprias nádegas e abriu a bunda. O cu era grande, rosado e cheio de pregas macias, brilhando de suor. Renan esticou o dedo e ele escorregou fácil pelas pregas úmidas e macias. O cheiro forte de suor e cu invadiu o ar.

Gabriela voltou a quicar mais rápido. Aumentou demais o ritmo. Num movimento brusco, o pau escorregou da boceta e, na descida seguinte, a cabeça grossa entrou alguns centímetros no cu rosado e apertado.

Ela soltou um gemido longo, apertou as coxas dele com força e gozou intensamente, o corpo tremendo, o cu contraindo ao redor do pau.

Mesmo gozando, não parou de quicar. Continuou descendo com força sobre ele. Renan não aguentou mais. Com um gemido rouco, gozou fundo dentro do cu dela, enchendo-o de porra quente.

Quando o orgasmo diminuiu, o pau escorregou para fora com um “poc” molhado e sujo. Um filete grosso e escuro escorreu — mistura viscosa de sêmen com fezes —, pingando da cabeça do pau dele e caindo no sofá.

Gabriela ficou agachada sobre ele por alguns segundos, respirando pesado, o corpo ainda tremendo. O cheiro forte do cu suado e da mistura escorrendo preenchia o ar.

Nenhum dos dois disse nada.

O silêncio do apartamento voltou, agora carregado, pesado e definitivo. A paz que Renan tanto protegia havia sido completamente destruída.

E nada mais seria como antes.

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