Adoro me ver dando
No começo foi sem querer. Ele gravou um vídeo sem eu saber e quando me mostrou, em vez de ficar com raiva, senti uma coisa estranha no estômago. Ver a minha cara quando eu gemo, me ver de fora, como eu me mexo, como me agarram… foi como se eu me conhecesse de verdade. Daquele dia em diante pedi diretamente: «me grava, mas direito, com luz, sem cortes».
Agora tenho uma pasta escondida no celular com uns quinze vídeos e um monte de fotos. Vejo quando ele não está, me deito de bruços na cama, deixo tudo no mudo mesmo estando sozinha, e me toco me vendo ser toda puta. Me dá vergonha de dizer, mas fico mais molhada me vendo do que vendo pornô normal.
O mais gostoso é quando encontro um ângulo que mostra a minha cara e também mostra a pica dele entrando. Aí não aguento. Começo a me esfregar devagar, vendo como abre a minha boceta, como meu corpo se contorce. Às vezes gozo só olhando pra tela, sem me tocar tanto, só com as pernas apertadas e vendo como eu dei naquele dia.
Uma vez quase fui descoberta pela minha cunhada. Deixei o celular na sala com um vídeo pausado — ainda bem que na hora não tava com som. Desde então botei senha na pasta. Sei que talvez não seja «normal», mas me excita demais. Me faz sentir desejável, como se eu fosse minha própria atriz pornô. E acho que enquanto não fizer mal a ninguém, não tem nada de errado, né? Mesmo assim me dá um pouco de vergonha de confessar abertamente. Por isso estou escrevendo aqui.


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