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Beijo na mesa capenga
Olá, gostaria de contar uma história que se passa há dois anos atrás, que rolou comigo H26 e a minha antiga estagiária M22, que vou chamar de Beatriz.
Era março do ano anterior ao fato e fui solicitado pra trocar de turno do trabalho, trocaria com um colega de equipe, e ficaria no período da tarde e também da noite. No período da noite, trabalhavam somente os dois: Meu colega de setor, um cara extremamente correto, até chato no trabalho e a Beatriz.
Antes de iniciar no turno da noite, já tinha tido alguns contados com a estagiária, mas sempre muito cordiais, bom dia, boa tarde e às vezes um papo sobre a vida e nada mudou muito quando mudei para o setor. Chegávamos a ficar horas sem trocar nenhuma palavra. Até que pra tentar tirar aquele clima pesado, puxava alguns papos pra poder quebrar o gelo e ela sempre respondeu muito bem à isso. Até que começamos a nos enturmar mesmo, ter conversas mais longas, falar sobre o dia a dia, contar novidades, até mesmo trocar conversas de coisas mais íntimas (mas não tanto). Nessas conversas soltamos um para o outro que somos bissexuais, ela namorava e eu solteiro.
Bom, para contextualizar, a Beatriz nunca foi uma mulher no qual meu olhar se fixasse, de verdade. Eu sempre gostei mais de outros tipos de garotas, bem diferentes fisicamente e em personalidade. Ela sempre foi muito expansiva, até meio inconsequente às vezes. E fisicamente ela é magrinha, com seios bem pequenos, uma bunda pequena mais redondinha, e com um rosto muito bonito, lábios relativamente carnudos, olhos castanhos e cabelos morenos ondulados. O que quero dizer com isso é que, até então, ambas as partes considerava um ao outro, bons amigos.
Nossa amizade foi ficando cada vez mais forte e próxima, eu contava tudo da minha vida, ela da dela (inclusive os detalhes do término dela). Ela já me arrumou uma amiga dela, eu já arrumei um colega pra ela também e assim fomos. Em geral nos divertíamos muito no trabalho até, o turno passava voando. Até o dia do aniversário dela.
No dia do aniversário dela, no ano seguinte a minha troca de turno, resolvi fazer uma surpresa. Comprei um bolo, escrevi uma carta à mão (apesar de parecer, não tinha nenhum conteúdo romântico ou algo do tipo) e um presente daora. Eu pedi pra ler a carta pra ela e vi os olhos dela enchendo de lágrimas ao terminar de ler. Nos abraçamos e naquela hora ela me deu um beijo no canto da boca. Aquilo virou uma chave em mim – Será que foi sem querer? – Mas logo percebi que não. O clima da sala mudou, os silencios longos de quando nos conhecemos voltou, os olhares mudavam de lugar, o semblante era sério com um “q” de dúvida. Mas seguimos assim até uns 30 minutos antes do fim do turno. Como tinhamos comido o bolo, fui lavar os talheres numa cozinha geral, e voltei para o setor, numa sala separada pra guardar eles. Quando olho para trás está Beatriz apoiada no batente da porta me olhando com uma cara extremamente séria.
Resolvi fazer uma piada, pra tentar aliviar a tensão, mas ela olhou pra cima e continuou muito séria. Com o histórico do que tinha acontecido, resolvi caminhar até ela pra ver o que poderia acontecer e para minha surpresa ela nem titubeou. Cheguei bem próximo ao rosto dela, peguei por trás do pescoço dela e a beijei.
Até hoje sinto que no nosso sub consciente aquilo já estava por um fio de acontecer, nosso beijo encaixou muito, tanto que nos primeiros segundos já estava com o pau duro. Coloquei ela contra o batente da porta e nos beijávamos loucamente. Agarrei ela pela cintura, por dentro do moletom dela, ela suspirou forte. E continuávamos nos beijando até que escutamos um barulho na porta. Fui verificar e não era nada. Como naquele momento faltavam só 15 minutos pro fim do expediente, ela deu a ideia de trancar a porta e apagar a luz pra ninguém flagrar a gente ali. Ao mesmo tempo que pensava que ela tinha razão, minha mente já sabia que aquela ideia não era de uma pessoa que só queria ficar nos beijos. Mas mais que depressa, tranquei e apaguei as luzes.
Não houve conversa, não houve sussurro, mal-mal uma troca de olhares, levei ela até uma mesa meio capenga (com as pernas todas tortas) e estava pra levantar e colocar ela sentada lá, até que quase caímos juntos nela kkk pra não perder a ideia, tirei o teclado da minha mesa e coloquei ela sentada lá. Ficamos nos beijos ali. Eu tirei o moletom dela e ela estava com um top de crochê e aproveitei para tirar junto. Ela tirou a minha camiseta também e ficamos ali sentindo a pele um do outro, até eu me abaixar um pouco pra poder chupar aqueles seios pequenos, mas lindos dela. Os bicos estavam extremamente acesos e assim que encostei a minha língua ela soltou um suspiro de tesão alto e segurou a minha cabeça mais forte.


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