Cunhadinha - Parte II Publicado por anônimo em 30/11/2022 em Confissões

"Fim de ano e a família se reúne para alugar um apartamento na praia e curtir as festas, junta todo mundo divide a grana e fica em um apto só. "

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Esse ano em específico, foi eu minha mulher, Beatriz, sua mãe, outra irmã com o seu marido e uma filha, as demais pessoas estavam trabalhando ou não quiseram ir. Primeiro dia aquela alegria, chega, tira tudo do carro, dá uma olhada no apto vê onde cada um vai dormir mais ou menos e segue para a praia curtir o sol e mar.

Chegamos cedo à praia, e já pegamos uma área onde os prédios faziam sombra, porque eu odeio me queimar no sol. Colocamos tudo lá e fiquei sentado de óculos escuros só vendo as mulheres em suas poucas roupas desfilando na praia. O resto da família já se preparava para entrar na água. Eu tinha acordado cedo e estava cansado e não estava a fim de ir nadar. Fiquei ali olhando os pertences enquanto o povo já se despia para entrar na água.

Beatriz colocou seu chileno no meio da roda que fizemos de cadeira e tirou sua blusinha mostrando seu biquíni preto com um peito já bem grandinho desde a última vez que o vi. Ela estava com um short jeans e virando a bunda para mim, começou a descer empinando-a para o meu lado. A calcinha enfiada no rabo moldava sua buceta naquela posição. Por sorte estava de óculos e deu para disfarçar falando qualquer coisa aleatória para qualquer pessoa que quisesse ouvir, mas os olhos não desgrudaram daquela raba. Ela tirou do rego ajeitando e olhou para mim com cara de safada já sabendo a provocação que tinha feito.

Mais tarde todo mundo voltou para onde eu estava, pelo cansaço já cochilando. Todos se sentaram e perguntaram se não queria entrar na água, eu disse que não, que queria mesmo era dormir. Perguntei onde estava Beatriz e ela tinha ainda ficado na água mais um pouco, mas não demorou a surgir jogando água em mim balançando o cabelo molhado. A repreendi e ela pediu desculpas.

- Foi mal cunhadinho, é só para você acordar. a água está tão boa, não quer mesmo entrar?

- Agora não, talvez mais tarde.

Ela me puxando:

- Vamos, quero entrar de novo, mas todo mundo saiu já.

Com isso todos que estavam ao redor ficaram me empurrando e dizendo que eu ia entrar e me animar e coisas desse tipo. No fim me rendi, levantei-me, tirei a camisa e joguei na cadeira enquanto ela me puxava pela mão quase que correndo para a água. Ao entrar na água, ela já começou jogando água em meu rosto, me empurrando para que eu caísse. Fiz o mesmo e ela tomou um leve caldo. Rimos e fomos mais para o fundo onde a onda não quebrasse tanto.

Os parentes ficaram ao longe, várias barracas e tendas e guarda-sóis na frente deles. Nós não podíamos vê-los. Fim de ano e praia lotada é quase um pleonasmo. Beatriz chegou perto de mim passou a mão no meu pau:

- Não quer ficar perto de mim não safado?

- Você devia ter cuidado, está cada dia mais ousada.

- Ainda não fiz nada demais.

Ficamos ali de papo, e a água balançando a gente ela de todo jeito tentando encostar em mim e eu como sempre medroso tentando me esquivar antes que algum familiar desconfiasse da movimentação. de repente Beatriz aparece com a parte de cima do biquíni boiando na sua mão. nós não estávamos tão longe de outras pessoas, mas ninguém conseguiria ver pelo mar agitado, ainda assim já suei frio e o pau subiu. Nunca vou entender a cabeça de baixo.

- Toma de presente.

- Você é doida né Beatriz?

- Sou não, ninguém está vendo. depois coloco de novo. Só quero sentir a sensação

- Tá, mas não demora a colocar de novo, vai se alguém chega aí.

- Calma cunhadinho, está tudo sobre controle.

Falei que ia sair e ela me puxou para perto dela colocando minha mão na sua buceta.

- Não está com saudade dela não?

- To, mas não é hora nem lugar.

- Sente ela um pouco só, estou com tesão.

Passei a mão em sua buceta e brinquei com seu grelinho. Ela estava toda depilada, bem lisinha, brinquei um pouco com ela e sua sobrinha vem correndo pela praia gritando

- Titia, quer comer alguma coisa?

Rapidamente Beatriz se vestiu e fomos ao encontro da criança

- Quero nada não.

Segurou sua sobrinha pela mão e fomos em direção às cadeiras onde o resto do pessoal estava.

Sentei e coloquei meus óculos de novo e Beatriz ficou exatamente na minha frente, se jogando na cadeira com as pernas entreabertas, ajeitando o biquíni na melhor posição para que sua marquinha ficasse perfeita. Papo vai, papo vem pessoal já estava comendo umas porções que pediram e resolveram voltar para água. Ficou somente sua mãe, eu e ela ali sentados e os demais seguiram para o mar. A mãe de Beatriz disse que estava cansada e ia para casa arrumar as coisas do almoço mais que a gente ficasse ali para esperar o resto das pessoas. Pegou as chaves do apartamento umas bolsas e seguiu. Falei que iria com ela porque estava cansado do trajeto e Beatriz:

- Vai me deixar aqui sozinha com as coisas?

- Logo mais o pessoal já vem.

- Ah não, não quero ficar sozinha.

Sua mãe então disse que eu podia ficar até o pessoal voltar que ela iria sozinha. E Beatriz com cara de sapeca, com os braços cruzados sorriu. Sentei-me novamente e olhando para o mar e Beatriz ficava chamando minha atenção, até que peguei no sono de novo.

Algum tempo se passou e todos chegaram, ficamos mais um pouco até acabar com toda comida e bebida que tinham pedido, pegamos nossas coisas e seguimos para o apartamento.

O dia passou tomo mundo de banho tomado, mas ainda com muita energia, brincando com jogos de tabuleiro, TV e falar mal dos outros enquanto bebiam, chega à noite. A fome começava a aparecer em alguns dos familiares. Discutiram o que comeriam e resolveram ir a uma pizzaria perto. Era por volta das 8 e eu não queria sair de casa. Só queria aproveitar aquele tempo para descansar. Todos foram menos eu, não dá 10 minutos para Beatriz voltar.

- Oxe! o que aconteceu?

- Inventei uma desculpa, não queria ir.

Entrou, trancou a porta, sentou-se ao meu lado e começou a mexer no celular. Eu estava vendo TV e mais um pouco ali estaria dormindo de cansado.

- Tudo bem com você?

- Tudo sim e com você?

- To bem! É que você está com uma cara péssima.

- To cansado, não é fácil pegar estrada tão cedo.

Ela se levantou, foi ao quarto e voltou com um pijaminha bem fofo de pandas. era uma blusinha curtinha e um shortinho mais curto ainda quase mostrando a polpa da bunda de um tecido mole parecendo seda. Foi ao banheiro, saiu, foi até a cozinha e eu só olhando o desfile dela.

- Tá procurando alguma coisa?

- Fonte do carregador.

- Tem um aqui ao meu lado.

Ela então veio em minha direção, se debruçou em minha perna e puxou o carregador da tomada. Como da última vez pude sentir seu cheiro e isso foi aguçando as partes baixas. Puxei uma almofada que estava perto e coloquei no colo

- Tá escondendo algo aí? Não esquece que eu já vi o que você tem

- Escondendo nada não!

Ela puxou dizendo:

- Então não precisa disso.

- Não preciso mesmo.

Estava com um short jeans e cueca dessa vez, o volume estava contido e ela continua.

- Não sei como está aguentando esse short jeans nesse calor. Vai colocar um pijama.

- Daqui a pouco eu coloco, to com preguiça

- Eu pego para você. onde está?

- Alguma mala no quarto do meio. Mas não precisa quando for dormir eu visto.

- Que nada, já pego para você

Ela então foi ao quarto e trouxe um short bem molinho, que embora não fosse um pijama serviria por ser confortável.

- Está aí, agora é só trocar.

- Depois eu troco

Ela então veio em minha direção, se abaixou com as mãos em direção ao zíper do short e começou a desabotoar.

- Está me dando agonia você com isso

- Vai me trocar agora é mamãe?

- Deixa de graça, já vi tudo que tem aí.

- Pelo visto quer ver de novo né.

- Ora, ora, temos um Sherlock.

Continuou tirando todo meu short e eu só olhando aquela safadinha querendo pau. Como sempre o medo de alguém chegar pairava em minha cabeça, mas achava que não seria naquele momento.

- Já está de pau duro e fica fazendo cu doce.

- É medo Beatriz.

- Não ficou com medo quando me fez gozar na sua casa.

- Fiquei sim, mas a vontade era maior

Ela então começou a tirar a cueca e fiquei ali quase nu só de camisa. Peguei o short que estava jogado no sofá para vestir, mas ela segurou:

- Faz tempo que não vejo ele, calma

Sentou-se do meu lado e pegou no meu pau. Começou a punheta-lo e eu me rendi me jogando para trás com a cabeça. Ela então fez algo que eu não esperava. Começou a chupá-lo.

- Onde aprendeu isso?

- Na internet

Continuou a chupar gostoso, punhetando devagar e engolindo e lambendo a cabeça. Comecei a segurar seu cabelo pois queria ver meu pau fodendo sua boca. Ela continuou e aumentando o ritmo da punheta e da chupada até que falei que ia gozar. Ela então tirou o pau da boca e continuou a punhetar até que gozei em sua mão.

- Pronto, estamos quites. Me fez gozar, te fiz gozar também.

Ela foi ao banheiro e eu fui atrás para me limpar. depois de tudo limpo vesti meu short e voltei para o sofá e ela veio junto.

- Gostou?

- Claro! está cada dia mais safada.

Fui para cima dela para beijá-la e ela me abraçou aceitando o beijo. Comecei a passar a mão pelo seu corpo, subindo minha mão por suas coxas até seu bumbum, apertei com força e puxei ela para cima de mim. Ficamos ali nos beijando, ela se esfregando em mim, descia pelo pescoço, subia pela orelha e ela ia segurando meu rosto me beijando ainda mais. Levantei-me com ela ainda no meu colo e a sentei em cima de uma mesa que estava próximo a sala, sentei-me na cadeira e puxei seu micro short junto de sua calcinha deixando sua buceta na minha cara.

- Abre as pernas!

- O que vai fazer?

- Retribuir a chupada

Ela se ajeitou na mesa com os braços para trás e com as pernas no encosto da cadeira e ficou ali aberta para mim. Cai de boca naquela buceta gostosa, encharcada de tesão. Lambia seu grelinho e apertava seus peitos ao mesmo tempo. Beatriz gemia baixinho e mexia suas pernas a cada linguada. Comecei a chupar seu grelo e enfiar minha língua dentro da sua buceta. Levantei a cabeça e vi seu cuzinho piscando, então dei uma linguadinha nele também, ela estranhou, apertou minha cabeça com as pernas sem saber o que dizer.

- Não gostou?

- Foi inesperado, mas bom

Continuei enfiando minha língua na sua buceta virgem e subia de novo para seu grelo. hora ou outra lambendo seu cuzinho. Quando comecei a chupar seu grelinho com mais força ela não resistiu e gozou, continuei lambendo de cima a baixo até ela segurar minha cabeça pedindo para parar que estava sensível. Me recompus e peguei ela no colo e coloquei no chão. Ela novamente foi até o banheiro e voltamos para o sofá. Ficamos abraçados nos beijando até que ouvimos passos. Beatriz correu para a cama dela, fingindo que estava dormindo e eu fui abrir a porta com cheiro de buceta na boca.

- Finalmente posso dormir

- Cadê Beatriz?

- Chegou, trocou de roupa e foi se deitar pra ver alguma coisa no youtube.

Fui até o banheiro escovar os dentes e fui direto para a cama dormir, porque uma gozada é melhor que calmante.

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Autor anônimo
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