Abril 17, 2026

6 Visões

Abril 17, 2026

6 Visões

Depósito de porra

0
(0)

Eu tenho um fetiche bem específico: amo ser um depósito de porra.

Não é só gostar de gozar dentro. É mais profundo que isso. Eu adoro a ideia de ser usada exatamente para isso, um buraco quente, molhado e disponível só para receber porra. Quanto mais, melhor. Quanto mais fundo, quanto mais vezes, quanto mais homens, mais eu me excito.

Ontem à noite eu realizei isso de um jeito que me deixou tremendo de tesão só de lembrar.

Combinamos tudo antes. Eu disse pra ele: “Hoje eu não quero ser sua namorada. Quero ser só um depósito. Me usa até encher.”

Começou me fodendo na sala mesmo. Eu estava de quatro no sofá, sem calcinha, saia levantada. Ele metia enquanto segurava minha cabeça e enfiava os dedos na minha boca. Ele não era gentil. Entrava fundo, batia forte, gemia alto. Eu sentia cada centímetro esticando minha buceta, batendo no fundo do meu útero.

Ele gozou dentro de mim depois de uns dez minutos. Eu senti o jorro quente, grosso, pulsando contra as paredes internas. Ele não saiu logo. Ficou lá, empurrando devagar, como se quisesse empurrar tudo para o fundo. Quando saiu, não passou dois minutos pro pau dele ficar duro novamente e começa a me comer de novo , fodendo a porra que já estava lá dentro. O barulho molhado era obsceno. Eu gemia como uma vadia, empinando mais a bunda, pedindo:

— Goza de novo… enche meu depósito…

Ele não ficou muito tempo para gozar novamente. Senti o segundo jorro, misturando com o primeiro, quente, escorrendo um pouco quando ele tirou. Mas eles não tinham acabado.

Me viraram de costas, pernas abertas e para cima. Voltou a me foder, usando a porra como lubrificante. Ele metia fundo, olhando para baixo, vendo a mistura branca escorrendo toda vez que ele saía um pouco. Eu estava enlouquecida. Meu clitóris latejava, minha buceta pulsava, e eu gozei duas vezes só sentindo eles me usando assim.

Depois da segunda rodada, eu já estava cheia. Sentia o peso, o calor, a viscosidade dentro de mim. Quando gozarou pela segunda vez, um atrás do outro, eu quase chorei de tanto prazer. Minha barriga parecia inchada de tanto sêmen. Porra escorrendo pelas minhas coxas, pingando no sofá, mas a maior parte ficava lá dentro, bem fundo, exatamente onde eu queria.

Quando ele saiu, eu fiquei deitada na cama, pernas abertas, sem me limpar. Passei os dedos na entrada, sentindo a mistura grossa e branca saindo devagar. Levei os dedos à boca e provei. O gosto salgado e quente me fez gemer baixinho.

Eu amo isso. Amo ser reduzida a isso: um buraco feito para receber porra. Um depósito vivo, quente e guloso. Não importa se é um, dois ou mais. Eu quero sentir enchendo, transbordando, marcando por dentro.

Hoje de manhã acordei ainda sentindo os resquícios escorrendo. Me toquei pensando nisso e gozei de novo, só imaginando quantas cargas eu ainda vou receber essa semana.

Porque é isso que eu sou agora.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

tímido mas goloza

relatoseroticos.es

15/04/2011

tímido mas goloza

Mulher Também Gosta de Anal

anônimo

18/05/2021

Mulher Também Gosta de Anal

Ex mulher do meu melhor amigo

anônimo

31/01/2025

Ex mulher do meu melhor amigo
Scroll to Top