Por

Abril 25, 2026

77 Visões

Abril 25, 2026

77 Visões

Minha namoradinha de peitos pequenos

0
(0)

A minha namorada não tem peitos e ela fica com tesão de ser humilhada por isso.

A gente está na praia e eu fiz ela ficar de topless com um sunga como se ela fosse um garoto, mas o negócio estava ficando muito gay. Por isso eu decido humilha-la de uma maneira diferente.

Depois da praia a gente toma um banho no hotel, transa de novo e tira um cochilo antes de sair para almoçar. Vamos para o centro da cidade, paramos em um restaurante que eu queria experimentar.

Joana estava com um top tomara que caia, só uma faixa de pano por cima dos peitos quase inexistentes dela. Em baixo ela estava com um shorts jeans muito pequeno e antes da gente sair, eu abro o botão de forma que ela sai mostrando o todo da calcinha branca.

Depois que comemos, saímos para andar pelas lojas e eu vejo uma biquini de criança que era do tamanha certo para Joana. Ele era rosa, obviamente bem comportado e com top de baixa muito parecido com o que ela estava usando agora, a não ser pelos babados em cima do top e da calcinha do biquini.

Eu olho para Joana e olho para o biquini, ela faz cara de puta ao entender a minha intenção. Eu compro o biquini, nós passeamos mais um pouco e eu vejo uma outra loja com roupas de adolescentes. Dessa vez eu vejo um vestidinho também rosa com estampas de flores. Era um vestido tubinho de alcinhas. Dessa vez eu falo com ela como se estivesse falando com uma criança e digo:

— Joaninha, você pode experimentar esse vestido?

Me sinto um pedófilo. Mas ela faz cara de puta de novo e responde:

— Sim papai.

Meu deus, a gente estava sendo muito pervertido.

Ela vai se trocar e quando volta eu vejo que o vestido, apesar de estar de acordo com altura, não se ajusta bem ao corpo adulto dela. Fica muito justo nos quadris e realça os peitos minúsculos dela. Joana chega perto e fala no meu ouvido:

— Esse vestido é tão justo que eu tive que tirar a calcinha.

Eu vejo os olhares desconfortáveis das pessoas, que deviam estar olhando com tesão para uma garota que elas pensavam ser menor de idade. Eu rio disso e mando ela se trocar de volta e compro o vestido.

A gente vai andar mais, para tomar um sorvete. A gente pega as casquinhas e só então, com ela de frente para mim, com o sorvete na mão, eu vejo que ela não havia colocado a calcinha de volta!!! Olhando de cima para baixo, dava para ver a ponta a rachinha da boceta raspada da minha namorada.

Ela nota que eu percebi a faz a cara mais de puta possível. Mas a gente estava em um lugar muito movimentado, por isso eu pego na mão dela e a levo até o final da rua, que era uma subida, por isso no final era bem vazio e dava para ver o centrinho da cidade.

A gente larga os sorvetes e imediatamente começamos a nos pegar contra um muro. Meu pau já estava duro, por isso eu baixo o shorts até os joelhos dela e como por trás, em uma rua pública. Ela fala:

— Não papai, aqui em público não!

Vadia, estava me deixando com mais tesão com esse role playing! Acabo gozando bem rápido, o que é ótimo, pois quando eu coloco o pau de volta para dentro da bermuda, aparece um casal subindo a rua. Joana corre para subir o shorts, mas quando eles chegam ela ainda estava semi-exposta. A garota puxa o rosto do rapaz para ele não ficar olhando para a boceta da minha namorada.

Voltamos para o hotel, depois do banho dormimos nus até a de noite. Quando eu acordo, Joana já esta vestida com o vestidinho de criança qua a gente havia comprado.

Saímos para a orla da praia e ela incorpora o personagem de garotinha, pulando na rua, se movendo de maneira exagerada e falando alto como uma criança e nesses movimentos, ela não se esforçava nem um pouco para manter a modéstia e se expõe várias vazes para mim e para algumas pessoas que estavam na rua.

Paramos em uma barraquinha e pegamos espetinhos. Sentamos em um dos bancos na praia para comer e Joana senta de lado, com uma perna de cada lado do banco, a boceta dela fica toda exposta e arreganhada. Dois tios param atrás de nós e olham direto para a boceta da minha namorada. Para resolver o problema eu digo:

— Joaninha, você já é uma mocinha, senta direito.

— Sim papai — Ela responde e cruza as pernas, mas ainda assim dava para ver a boceta dela.

Os tios ficam sem graça e vão embora, ela só olha para mim com mais cara de puta enquanto a gente termina de comer.

Joana então abre as pernas inteiras e gira elas até estar do outro lado do banco e então sai correndo pela praia, eu vou atrás só para ver a minha namorada tirando o vestido por cima da cabeça, jogando ele na areia e correndo para o mar.

Eu espero na areia e logo ela volta correndo tremendo:

— Está muito frio! Me esquenta.

Eu a jogo na areia e subo em cima dela. Joana tira o meu pau para fora da minha bermuda.

— Papai está todo duro, acho que gostou da filha putinha!

Eu a fodo ali na praia, no escuro da noite.

Por sorte o vestido ainda estava no mesmo lugar, mas ela volta com o vestido todo sujo de areia.

No dia seguinte ela me acorda já de biquini. Era uma visão fantástica. O biquini obviamente ficava muito justo, as alças rolando para baixo pois os quadris de Joana eram muito mais largos que de uma garotinha, a parte de cima dele quase chegando na rachinha dela e um pouco do cofrinho aparecendo. Os peitinhos minúsculos dela pareciam que iam furar a parte de cima. Ela diz:

— Vamos para a praia, papai, eu vou querer um baldinho!

Fim.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Por engano, eu comecei a minha esposa na prostituc (9)

relatoseroticos.es

25/09/2013

Por engano, eu comecei a minha esposa na prostituc (9)

sexting .......

relatoseroticos.es

09/03/2015

sexting .......

Minha Colega Pelada

annatavares

01/03/2026

Minha Colega Pelada
Scroll to Top