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Sessenta pila no beco
Mais um dia saindo do trabalho cansado e estressado. Mais um dia de pressão, clientes reclamando, chefe cobrando meta. Já era início da noite quando decidi voltar a pé. Às vezes fazia isso. A caminhada de uns quarenta minutos ajudava a descarregar a cabeça. Era inicio da noite, o ar ainda estava quente, o asfalto soltando aquele cheiro de borracha e urina misturado com fumaça de carro do centro da cidade…
No meio do caminho, os becos começavam. Sempre tinha gente. Moradores de rua sentados em colchões velhos, embaixo de marquise, enrolados em cobertores sujos. Eu costumava passar reto, olhando para frente. Mas naquele dia, quase chegando em casa, passei por uma mulher.
Na luz fraca do poste não dava pra ver muita coisa, mas, era preta, cabelos curtos, crespos e sujo. Estava sentada no chão, encostada na parede úmida do beco. Camiseta velha de uma campanha política antiga, já desbotada e com um furo perto da axila. Short jeans surrado. Quando me viu, levantou o rosto e falou alto:
— Moço… me dá dez reais pra comer?
Eu parei. Não sei o que me deu, mas, acionou um gatilho, talvez pela maneira como ela me olhou, com um olhar meio submisso, . Fiquei em pé na frente dela e falei baixo, quase sem pensar:
— Se você chupar meu pau, eu te dou vinte.
Ela me encarou por um segundo, deu uma risadinha, mostrando os dentes um pouco amarelados.
— Eita safado, vamos ali. Eu chupo.
Quando ela se levantou, me impressionei, a mendiga era gostosa. Não era bonita de rosto, mas o corpo….. os peitinhos balançando embaixo da camiseta, a bunda era avantajada e balançava enquanto ela andava…o tesão veio mais forte….eu não iria querer só uma chupada, iria comer a mendiga…
Segui ela, meio inconsquente, facilmente poderia ser roubado ali, mas nem pensei na hora….ela levou mais para dentro do beco…. O cheiro era forte: mijo seco e lixo. O chão irregular, pedras soltas. Ela parou encostada na parede, se virou para mim e se ajoelhou direto no concreto sujo.
— Quero o dinheiro antes — falou, olhando para cima e desabotoando minha calça.
— Não. Primeiro mama gostoso. Depois eu te pago.
Abaixei a calça e a cueca de uma vez. O pau já estava duro, grosso, latejando, a cabeça inchada e brilhante de pré-gozo. Ela abriu a boca num “nossa…” baixo:
— Já tá duro…
Segurou na base com a mão áspera, deu uma punhetada lenta, sentindo o peso. Ficou olhando um pouco, como se admirasse. Olhou para os lados do beco, e caiu de boca.
Ela chupava gostoso, parecia experiente, quente, molhada, sem frescura…um boquete molhado e obsceno…. A mão livre massageava as bolas, os dedos calejados contrastando com a pele sensível. Eu segurei a cabeça dela, os cabelos curtos e ásperos entre os dedos, e enfiei mais fundo. Ela engasgou, mas não parou. Os olhos marejaram, a garganta se abriu, e ela continuou mamando com vontade, o nariz quase tocando minha barriga.
Eu estava quase gozando. A pressão subia rápido. Puxei o pau para fora, a saliva fazendo um fio grosso entre a boca dela e a cabeça do pau.
— Para. Eu quero comer você.
Ela limpou a boca com o dorso da mão e balançou a cabeça.
— Não. O trato era só o boquete.
— Te dou cinquenta.
Ela pensou dois segundos.
— Tem camisinha?
— Não….Sessenta. Sem camisinha.
Ela olhou para o pau de novo, depois para mim. Olhou em volta no beco…
— Tá. Mas você goza fora.
Mandei ela virar de costas. Ela virou, abaixou o short jeans encardido…. A bunda preta, redonda, firme, apareceu na penumbra. Um rabo bem feito, a pele lisa apesar da vida na rua, e um bucetão, que pareceu piscar esperando minha rola. Ela empinou, apoiando as mãos na parede…
Me aproximei. Segurei os quadris largos, e soquei. A buceta estava quente e molhada, ela soltou um gemido baixo e empinou ainda mais. Empurrei fundo. Buceta apertada, e com o cheiro forte de quem não se lavava há um tempo…..parece que só aumentou minha vontade
Cada estocada fazia a bunda dela bater nas minhas coxas….Ela gemia, baixinho e ficava olhando pros lados, preocupada, se chegaria alguém. acelerei as metidas, meu pau saía brilhando da buceta quente…Não aguentei muito….e gozei dentro….O leite jorrou enchendo a buceta dela…. Eu continuei metendo enquanto gozava, sentindo a porra escorrer pelas minhas bolas e pelas coxas dela.
Quando parei, ainda ofegante, ela ficou quieta por um segundo. Depois soltou uma risadinha…
— Seu safado… gozou dentro, né? Cachorrão. Nem deixou eu gozar, hein…
Na hora eu meio que me arrependi….já comecei a imaginar no monte de doenças que eu poderia ter pegado por causa daquela gozada…mas, já era…não podia fazer nada….. Peguei as notas e entreguei os sessenta reais. Me recompus e avisei
— Amanhã eu volto — Pra comer você de novo.
— Se vier, vou dar meu cuzinho! Ela disse rindo…
Eu virei e saí do beco, com o cheiro da mendiga impregnado….Continuei o caminho para casa com as pernas leves e a cabeça vazia pela primeira vez no dia.
O Stress tinha ído embora…


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