Cristina Pérez

Janeiro 12, 2026

288 Visões

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Todos personagens desta história são reais, mas a história (infelizmente) não

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Em um sábado, fui visitar um amigo de longa data. Para contextualizar, ele foi criado em uma família meio natureba, sendo composta por ele, a mãe e uma irmã. Desde sempre foram  cabeça aberta e liberais com relação a corpos e relacionamentos, coisa que sempre achei estranho. As namoradas dele que conheci também compartilham este mesmo estilo. Sua irmã também, e era uma morena linda, cabelos curtos, que se veste de maneira alternativa e nunca teve papas na língua pra conversar comigo sobre tudo, principalmente sexo. Apesar de tudo, nunca rolou nada entre nós, mas minha esposa sente muito ciúmes desta menina. Já a atual esposa dele é uma bailarina branquinha, com um rosto angelical, cabelos cacheados e com um corpo magrinho que a dança exigia.

Havia combinado de ir um dia a casa deste amigo para tomar uma cerveja, porém quando cheguei lá, estavam também a irmã e a esposa dele. Pensei que teria que omitir este fato da minha esposa e como era a casa dele, nada eu podia fazer.

Busquei uma cerveja na geladeira para mim e outra para meu amigo, enquanto as meninas tomavam vinho. após algumas cervejas, não recordo ao certo como chegamos no papo sobre fetiches, quando fui perguntado quais eram os meus. Fiquei muito envergonhado e falei a todos que eu somente falaria após todos falarem os seus. O casal falou que curtiam BDSM leve, como amarrações. A irmã do meu amigo, falou que curtia também dominação e filmar o sexo. Na minha vez, relatei que gostava de CFNM, pézinhos e exibicionismo.

Quando falei, todos ficaram curiosos querendo saber o que eu fazia com relação ao exibicionismo (pois sabiam que sou MUITO tímido). Contei algumas experiências que tive no início do meu namoro, como masturbação no carro enquanto eu dirigia ou paramos em estradas menores, principalmente na entrada de sítios para transar ao ar livre, mas nunca fizemos nada na intenção de sermos vistos. Mas com o tempo e rotina, nossa vida sexual tinha esfriado bastante.

Neste momento fui surpreendido por uma frase dita pela irmã do meu amigo:

  • Mostra pra gente alguma coisa então

E foi seguida pelo pedido do casal. Falei que tinha muita vergonha e que meu pau não era lá essas coisas. Meu amigo então abriu as alças do vestido que a esposa usava sem sutiã  e exibiu os seios pequenos dela, em seguida apertando um contra o outro com as mãos rodeando eles para aumentar volume:

  • “Mostra esse pau ai. Não temos problema com isso” – Enquanto mostrava um sorrisinho sacana no rosto

Confesso que senti meu pau começando endurecer na cueca, mas ainda estava relutante, quando a irmã do meu amigo falou:

  •  “Deixa que te dou uma ajuda”

Com os pés, massageou meu pau por cima da bermuda, o que foi o suficiente para deixá-lo como pedra. Neste momento cedi, escorreguei minha bermuda e cueca para baixo, fazendo meu pau pular. Nisso já ficou pendurado nele um pré gozo, mostrando quanto tesão aquela situação estava me deixando.

Voltei a sentir os pés da irmã fazendo leves movimentos suspendendo minhas bolas.

Após isso, ela agarrou meu pau firmemente pela base e exclamando “Que pau babão” enquanto ele pingava de tanto tesão e me bateu uma punheta por alguns segundos. 

Depois ela soltou, segurei meu pau e comecei a me masturbar. Neste momento já estava seminu, então nem me preocupei mais com vergonha de nada

Enquanto eu me masturbava, eles me observavam com misto de atenção, vergonha e incredulidade da situação

Quando senti que iria gozar, pedi para que a irmã dele posicionasse seus pés sobre a mesa. Ela curvou seu pezinho como se estivesse de salto alto, o que me deixou ainda com mais tesão. Me abaixei levemente e neste momento jorrou um Jato grosso de esperma, seguido por outros quatro ou cinco, que caíram em sua maioria sobre os pézinhos dela..

Quando terminei, meu pau foi pulsando e baixando, enquanto a sala do apartamento estava silenciosa e eles se entreolhavam digerindo a situação.

Me ofereci para carregar a irmã do meu amigo para o banheiro e quando retornei a sala o assunto era outro e como se nada do que haviam acabado de ver tivesse acontecido.

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