Abril 25, 2026

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A gordinha gostosa da faculdade

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A aula era uma tortura infernal. Cada palavra do professor era um ruído branco, um som sem sentido que se perdia no único foco da minha existência naquele momento: ela. Sentada à minha frente, era a personificação de todos os meus desejos mais sórdidos. Cabelos negros como a noite, usava uma longa trança que caía pelos ombros, de pele branquinha como porcelana, um contraste que me deixava tonto. O rosto dela era perfeito, com covinhas no queixo que apareciam toda vez que ela sorria discretamente para si mesma, provavelmente lendo alguma besteira no celular. Mas era o corpo que me matava de tesão. Ela era gordinha no jeito certo, com uma generosidade de formas que parecia ter sido esculpida por um deus do prazer: coxas grossas e macias que eu queria morder, cintura fina que pedia para ser agarrada. E o rabo… aquele rabo era gigante, uma obra-prima, o tipo de bunda que só se vê em milfs experientes, mas nela, jovem, era uma promessa de delícias proibidas.

Minha mente suja, por mais que eu quisesse, não parava. Eu via a calça jeans esticada e apertada sobre aquelas coxas grossas e só conseguia imaginar como ela seria sem roupa. Às vezes, podia ver o contorno da calcinha e seu cofrinho à mostra, eu não parava de fantasiar. Imaginava a calcinha devorada pelo volume da bunda, o tecido afundando no sulco, repartindo aquelas carnes perfeitas. Eu imaginava a calcinha molhada, colada à buceta gordinha, os lábios grandes aparecendo de cada lado. Eu a via de quatro, o rabo empinado, a buceta rosada e inchada pulsando, esperando por mim. Ela era perfeita, eu só pensava que deveria engravidá-la, era um pensamento que nunca tinha tido até então com nenhuma outra mulher.

E então ela olhou. Virou a cabeça lentamente e me fitou. Não era um olhar qualquer, e não era a primeira vez. Nunca trocamos uma só palavra, tínhamos acabado de começar no primeiro semestre. Mas os olhares… era um olhar de súcubo, escuro, profundo, cheio de uma promessa suja e tentadora. Era um convite, era o que eu imaginava, e eu sorri de volta, aceitando. A tensão no ar ficou densa. Ela sorria discretamente. Até que ela empinou seu rabo na cadeira e puxou a sua calcinha pra cima, para que só eu vesse. Aquilo quase me fez gozar ali mesmo. Então se levantou e saiu da sala, em direção ao banheiro. Meu coração bateu forte. Esperei alguns minutos até que o meu pau pudesse amolecer um pouco, como levantaria dali com aquele volume nas calças? minutos que pareceram uma eternidade. Quando ele estava meia-bomba, me levantei da cadeira e abri a porta.

Saí da sala, o coração na boca. O corredor estava vazio. Procurei em todos os lugares, nada. Desesperado, empurrei a porta que dava para o pátio dos fundos. E lá estava ela. Encostada na parede, perto da porta do banheiro, como se estivesse me esperando. Ela me viu e um sorriso lento e malicioso se espalhou por seu rosto. Eu me aproximei, e o cheiro dela me atingiu como um soco. Um perfume adocicado de morango, misturado com o cheiro inconfundível de mulher excitada, um aroma que me deixou ainda mais duro. Me aproximei, ela não disse uma única palavra. Apenas me empurrou contra a parede com uma força que não imaginava. E me beijou. Foi um beijo doentio, desesperado, de dentes e línguas. Enquanto me devorava, sua mão desceu e apertou meu pau já duro novamente por cima da calça, fazendo-me soltar um gemido em sua boca. Parecia um sonho, uma situação absurda.

O instinto tomou conta de mim. Minha mão voou para a calça dela, desabotoando-a e mergulhando sem cerimônia por dentro. Encontrei a calcinha molhada, e empurrei o pano para o lado. Meus dedos deslizaram para dentro da sua buceta. Era uma caverna escaldante, encharcada, macia e apertada. Ela gemeu no meu ouvido enquanto eu a estimulava, movendo os dedos para dentro e para fora. Tirei os dedos, brilhantes com a lubrificação dela, e os levei à minha boca, olhando fixamente nos olhos dela enquanto eu chupava seu gosto. Ela pareceu perder o controle, me beijando com mais fome, mais força. Depois, pegou na minha mão, ainda molhada, e me puxou em direção ao banheiro.

Estava completamente deserto. O silêncio só era quebrado pelo eco de nossa respiração ofegante. Entramos no box maior, no fundo. Ela trancou a porta com um clique metálico e, sem perder um segundo, ajoelhou-se no chão frio. Jogou os cabelos para trás, tirou os óculos e começou a lutar com meu cinto. Eu ajudei, com os dedos trêmulos de tanto tesão. Consequentemente, ela puxou minha calça com força. Seus olhos pararam na minha cueca, onde uma mancha escura de pré-sêmen já se formando. Ela mordeu meu pau por cima do tecido, uma mordida leve e provocante, e depois molhou a cueca toda com a baba, só pra me torturar. Com um movimento lento, tirou minha cueca. Meu pau, livre e ereto, saltou como uma mola, quase batendo no rosto dela. Ela me olhou fixamente, deu algumas lambidinhas na parte inferior da minha rola, e logo depois começou a me engolir com uma fome assustadora.

Em poucos segundos, ouvi o som de sua glote sendo aberta. Ela ia e vinha com a cabeça, sem piedade, sentindo o fundo da sua garganta contrair ao redor da minha cabeça a cada mergulho. Ela finalmente se separou da minha pica, quase sem fôlego, e eu pude ver um fio de baba nos ligar, ela respirava de forma pesada. Depois daquele boquete brutal, ela se levantou e tirou a camisa. Eu, ansioso, tirei seu sutiã. Seus seios eram pequenos, mas perfeitos, com mamilos rosados e duros. Me abaixei e dei uma chupada rápida em cada um. Ela deu outro sorriso, dessa vez de satisfação. Ela começou a tirar suas calças, e eu fiquei maluco, ajudando-a a tirar o resto do tecido. Ela sentou naquele trocador de metal, na altura exata da minha pica. Então, começou a arrancar a calcinha. Fiquei com água na boca. Sua bucetinha era raspada, rosada, gordinha como eu imaginava, já brilhando de tanto tesão. Antes de começar, dei uma chupadinha nela. Ela já estava tão molhada que não precisava de mais nada. Depois a beijei de língua, trocando saliva, misturando meu gosto com o dela.

Então comecei a esfregar meu pau no clitóris dela. Ela gemeu de um jeito delicioso, a boquinha se abrindo, as sobrancelhas franzidas numa cara de coitada que só me deixou mais louco. Não aguentando mais, enfiei meu pau até as bolas de uma só vez. Ela gemeu alto, um som de dor e prazer que ecoou no banheiro. Senti a buceta dela me engolir, extremamente quente e apertada, como se fosse feita sob medida para mim. Comecei a fodê-la, devagar, apreciando cada segundo, cada centímetro daquele calor. Eu merecia algo tão divino? Só agradecia a Deus na minha cabeça, ela a criou para que pudesse me satisfazer. Era o destino. Até que comecei a aumentar a velocidade. Ela estava deitada, em posição de missionário. Suas coxas grossas estavam abertas, e eu as segurava com força, sentindo a maciez da pele dela sob meus dedos. Seus pés se aproximaram da minha boca, e eu chupei seus dedinhos angelicais enquanto a fodia com toda a minha força. Comecei a esfregar o grelo dela enquanto meu pau ia e vinha. A cada estocada que eu dava, os peitinhos pequenos dela pulavam, dançavam no ar, balançando livremente. Era um espetáculo obsceno, aqueles seios perfeitos e firmes quicando com o ritmo da minha foda. A visão profana me deixou ainda mais louco.

O tesão ficou insuportável. Ela começou a gritar, mas eu tampei a boca dela com a minha mão. “Eu e você vamos gozar”, grunhi. Ela pediu com os olhos, com o corpo, para ser gozada dentro. Senti que não ia aguentar mais. Era uma sensação de erupção: explodi. Senti meu pau se contrair e relaxar de forma violenta. O líquido branco e quente começou a jorrar dentro dela, e, para minha surpresa, ela também gozava no meu pau. Começou a gritar desesperadamente por causa dos orgasmos, seus gemidos me enlouqueciam completamente. Meu gozo e o dela se misturaram num oceano quente de porra. Nossas almas estavam unidas. Contemplava a sua carinha inocente com brilhos nos olhos, enquanto o líquido se alastrava por suas coxas e pelas minhas, não parava de jorrar. Tirei meu pau da buceta dela e jorrei o resto na sua barriga, ela me ajudava me punhetando. Gozei tanto que já estava vazio, completamente satisfeito, leve como uma pena. Ela, então, juntou seus dedos no gozo acumulado em seu umbigo, e se deliciou. Sua vagina parecia uma piscina de porra, gotejando nosso gozo, eu nunca mais esqueceria daquela imagem. Sabia que aquela tarde seria apenas a primeira de muitas aventuras sujas e proibidas entre nós.

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