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Outubro 12, 2026

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Minha primeira vez sendo corno

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Sempre me achei um cara legal, romântico e gente boa, durante muito tempo isso fez algum sucesso com as mulheres, foi basicamente isso que fez minha esposa aceitar casar comigo, mas eu sempre fui insatisfeito com o tamanho do meu pinto, que tem cerca de 12 cm duro e para piorar é fino, qualquer moleque de 16 pra 17 anos já tem um pau várias vezes maior e mais grosso que o meu, isso sempre foi minha maior insegurança.

Depois que tivemos nossa primeira filha, percebia vez ou outra minha esposa frustrada, ela começou a fazer comentários sobre sua insatisfação sexual e isso foi mexendo comigo, até que um dia, cansado dessa situação e desejando que minha mulher voltasse a sentir prazer, de maneira impulsiva toquei no assunto: e se eu deixasse que você transasse com outro homem? Com meu coração quase saindo pela boca, vi os olhos da minha esposa brilharem! Ela não desconversou, e mostrou interesse no assunto, mas ainda não decidimos nada imediatamente, decidi deixar ela esquecer essa conversa, mas ela não esqueceu e sempre puxava o assunto.

Notando seu interesse, fui em frente, conversamos outras vezes, decidimos diversas regras e passamos a planejar ativamente como seria. Ela mesma que escolheu o comedor, chegou para me dizer que gostaria de transar com o Ramon.

O Ramon era o gerente da minha esposa no banco que ela trabalhava, eu só conhecia ele de vista e já fiquei chocado por repentinamente descobrir que ela olhava para o Ramon com pensamentos sexuais, e agora escuto da boca dela, que ela queria dar pra ele.

Ele tinha mais ou menos 1,80m cabelos castanhos, era musculoso o Ramon, ele era praticante de triatlo e tinha um corpo muito imponente, deveria ter na casa dos 32 anos, mesma idade da minha esposa e 3 anos mais novo que eu. Eu sabia que o Ramon também era dotado, pois certa vez o encontramos com a namorada dele na praia e ele estava de sunga, deu pra perceber o tamanho do instrumento que ele tinha entre as pernas, e relembrando disso, pude entender melhor o interesse da minha esposa nele.

Combinamos que seria na nossa casa, pois era um ambiente controlado, nossa filha ia passar o final de semana na casa dos meus pais, e combinamos que o sábado a noite seria o dia.

No sábado, por volta das 20h o interfone toca, digo ao porteiro que deixasse o Ramon subir e vou abrir a porta. Eu havia separado um vinho e preparado uns petiscos para que a gente conversasse um pouco, havia posto a mesa e minha esposa estava se arrumando.

Quando a campainha tocou, abri a porta e lá estava diante de mim, o gerente da minha esposa, com quem havia trocado uma ou duas palavras em alguma confraternização do banco, o cara era enorme perto dos meus 1,68m tinha uma cara fechada, feições sérias, não sorriu, não deu boa noite e só falou: vim ver a Isabela (nome da minha esposa), eu o convidei para entrar, ele usava uma calça justa que deixava seu volume marcando, uma camisa Ralph Lauren ajustada aos seus musculos e cheirava a Bleu de Channel.

Ele entrou ficou em pé na sala, quase ignorando minha presença, quando fui oferecer um vinho, a Isabela saiu do quarto, e eles já meteram um beijo de língua demorado na minha frente, a primeira regra já havia sido descumprida, combinamos que não haveria trocas de carícias, mas o que eu vi foi os braços da minha esposa em volta do pescoço dele, a língua dele dentro da boca dela e uma de suas mãos apertando o seio esquerdo dela com força.

Tentei falar para interromper, voltei a sugerir o vinho, mas os dois me ignoraram e foram direto para o quarto, eu incrédulo fui atrás, quando de repente senti a mão enorme do Ramon espalmada no meu peito: você fica aqui fora! Eu tentei protestar, mas logo minha mulher interveio, disse que havíamos combinado, que eu estava sendo inconveniente e que deveria cumprir minha parte do combinado, fiquei atônito no corredor e eles seguiram pro quarto.

Quando minha esposa foi fechar a porta, ele impediu e disse a ela que deixasse aberta, porque eu merecia ouvir o que ia acontecer naquele quarto, e minha esposa obedeceu. Do corredor eu ouvia os barulhos dos beijos e esse início me deixou um pouco duro, mas estava agitado e ansioso, então fui sentar no sofá da sala.

Após alguns minutos passo a ouvir aquele barulho de boquete, minha esposa engasgava, respirava fundo, como se tivesse sufocando, vez ou outra ouvia o barulho como se ela fosse vomitar, e minha cabeça a mil pensava: “ele está socando a pica na garganta da minha mulher.” Ouvi o barulho dos corpos deles batendo um no outro, ouvi quando ele disse: “vira o cuzinho que eu quero arrombar ele”, escutava minha mulher gemendo, gritando e implorando pela pica dele.

Em um momento de desespero, eu levante do sofá determinado a acabar com aquilo, mas me detive no começo do corredor imediatamente quando ouvi minha esposa praticamente implorar pra ele gozar na garganta dela, nesse momento ele mandou ela abrir a boca, escutei o barulho dela engasgando com a pica e segundo depois ele começar a gemer e a dizer, “engole sua puta!”

Minha mulher, a mãe da minha filha estava naquele momento com uma pica entalada na garganta, recebendo jatos de esperma de outro homem e engolindo, enquanto ele chamava ela de puta. Eu voltei pro sofá e comecei a chorar, eu chorava desesperado, sem saber o que fazer. Minha barriga dóia, meu coração e minha respiração estavam acelerados, eu ainda estava chorando quando vi o Ramon saindo do quarto pelado, um fio de porra espesso ainda ligava a cabeça da pica dele à sua coxa, o pau dele deveria ter uns 23cm fácil, era grosso, tinha uma cabeçona coberta por um capuz de pele e suas bolas pareciam as bolas de um touro, de tão grandes, ele passou por mim, me viu com os olhos vermelhos de chorar e só deu uma risada e seguiu para a cozinha. O homem que havia acabado de arregaçar a garganta, o cu e a buceta da minha esposa estava agora andando pelado pela minha casa, abrindo minha geladeira e comendo minha comida.

Tirei os olhos daquela cena e corri pro quarto, encontrei minha mulher deitada de bruços a cabeça dependurada na cama, os braços abertos, descabelada, ofegante, as pernas ainda abertas me fizeram ver o túnel que havia se transformado sua bucetinha tão delicada, mas ela trazia um sorriso nos lábios inexplicável.

Corri e ajoelhei ao seu lado, segurei sua mão e comecei a conversar com ela, perguntei se ela estava bem, se precisava que eu fizesse algo, e novamente comecei a chorar, quando senti a mão delicada dela enxugando minhas lágrimas e falar baixinho, “não fica assim, amor”. Foi quando o Ramon apareceu na porta do quarto, se colocou de pé e ordenou: “sai daqui”. Eu estava paralisado pela sensação de medo e impotência, fiquei ajoelhado sem saber o que fazer, quando ele ordenou novamente: “sai daqui, porra! Tá surdo? Além de corno e frouxo, não escuta!”

Eu levantei, dei uma última olhada na minha esposa, que já estava se recompondo na cama, e passei de olhos baixos pelo Ramon, não tive coragem sequer de olhar pra ele. Dessa vez ele bateu a porta, na hora que passei por ela, ouvi o barulho da chave girando na fechadura e um estouro de gargalhadas dentro do quarto. Em uma única noite ele tomou para si a minha esposa, minha casa e a minha dignidade.

Passei parte da noite deitado no chao do corredor, ouvi ainda eles transando algumas vezes, ouvi conversas amenas, risadinhas, ouvi beijos e ouvi os roncos dele. Ela nunca suportou o fato de que eu roncava, muitas vezes me obrigou a trocar de quarto por causa dos roncos. Terminei a noite no sofá da sala, e acordei por volta das 6h30, quando ouvi a porta da sala se abrindo e minha esposa se despedindo do comedor dela com uma série de beijos na boca.

Depois que ela fechou a porta, passou direto para o nosso quarto e se trancou lá, sozinha. A mesa com os vinhos e os petiscos que eu havia preparado estava intacta, a cozinha com restos do lanche que o Ramon fez na madrugada, eu então levantei e fui arrumar a casa e faze o almoço, para quando minha esposa acordar ela não se preocupar com nada dessas coisas.

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