O resgate Publicado por anônimo em 07/09/2018 em Dominação

"Porém eu estava ali pra me divertir e portanto beijei apaixonadamente o meu namorado, respirei fundo e preparei-me para sair do avião e para começar umas férias de arrombaâ?¦ Inesquecíveisâ?¦"

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Há muito que ansiava por férias...

Tinha tido uns últimos meses deveras desgastantes e precisava mesmo de ir de férias com o meu namorado, até para podermos reacender o fogo do nosso relacionamento que com o tempo tinha esmorecido.

Precisava mesmo, mesmo de relaxar, de me mimar, de me bronzear até!

Ora, procurei por destinos na net e, um pouco a contragosto, decidi-me por uma viagem de 15 dias à Tunísia, pois tinha Sol e calor e praia e preços muitíssimo convidativos, condizentes com o meu magro plafond.

Tinham-me avisado para ter alguns cuidados, pois na prática era um país de terceiro mundo e, pior ainda, era maioritariamente muçulmano onde as mulheres eram vistas como seres inferiores, que tinham que se subjugar à vontade dos pais, irmãos e maridos, sendo mesmo por vezes consideradas um bem transaccionável e inclusivamente alvo de maus-tratos e castigos corporais, quase medievais, com alguma regularidade, sendo inclusivamente exploradas sexualmente. Tudo isto agravado pela recente revolução no Egipto que tinha provocado uma agitação fora do comum por aqueles lados.

E portanto as turistas tinham que ter bastantes precauções e algum recato.

Porém esses meus receios foram-se desvanecendo da minha mente com o tempo ao ver fotos das praias paradisíacas que por lá existem, bem como dos monumentos e restante vertente cultural que o país possui.E por isso quando chegou a data marcada eu estava empolgada e preparei-me pra embarcar com o meu namorado para a nossa escapadela romântica…

Íamos felizes e despreocupados.Há muito que realmente ansiávamos por este merecido descanso.

No dia em questão, eu aproveitei para fazer as malas com calma, para ir o mais fresca e descontraída possível, visto o voo ser ao final da tarde.

Portanto depilei-me de forma extremamente cuidada, começando pelas axilas e buço, passando pelas pernas e dando especial atenção à linha do bikini, onde arranquei todos os meus pêlos púbicos, deixando a minha cona e o meu rabo completamente visíveis, lisos e bem macios, prontos pra serem explorados pelo meu amante. De seguida exfoliei-me e hidratei a minha pele.

Gostei de me ver ao espelho!... Toquei-me ao de leve.

Passei as mãos pelos seios macios e inseri um dedo molhado no interior da minha cona já extremamente húmida e de seguida nas bordas do meu rabo. Estava de facto uma tentação.

Contudo e para não me atrasar acabei por resistir à tentação de me masturbar.

Vesti umas cuequinhas fio-dental brancas bem pequeninas e soutien de renda a condizer.

Por cima um vestido branco, curto, bem justo, de malha fina, um pouco transparente e decotado, admito que bastante ousado, pois permitia de facto adivinhar de forma demasiadamente generosa o meu peito… Aliás possibilitava vislumbrar um pouco todo o meu corpo firme e hidratado, evidenciando ainda o meu rabo empinado.

Porém, apanhei o cabelo e senti-me muito sexy, muito quente, húmida, pronta pra me divertir em grande e relaxar.

Estas actividades deixaram-me tão excitada que nem hesitei ao meter na minha mala de viagem alguns extras… conjuntos de lingerie atrevidos, bikinis reduzidos e diversos acessórios eróticos, como vibradores, plugs anais e mordaças e algemas e vendas e chicotes e óleos de massagens e lubrificantes,… tudo para tornar as férias ainda mais interessantes, sensuais, picantes, inesquecíveis…

Por outro lado, o meu namorado também ia bem informal e bem descontraído e bem sensual. Tinha o cabelo cortado, a barba desfeita, tinha-se lavado e perfumado e vestia um bonito e colorido pólo e uns calções... um pouco justos na frente, porventura por estar a gostar em demasia da roupa que eu vestia, provocando nele uma inegável excitação, que ele procurava disfarçar da melhor forma que podia, tendo mesmo chegado a atar uma camisola de algodão à cinta, deixando as mangas ocultar em parte o tesão que claramente sentia.

Neste espírito, a viagem correu bem animada, comigo sempre a pegar com ele…

A mostrar-lhe as minhas pernas, o meu decote, a desafiá-lo pra uma sessão escaldante de sexo na casa de banho juntamente com uma das hospedeiras de bordo de ar lascivo, a sussurrar-lhe provocações ao ouvido e a tocar-lhe na pila por cima do tecido… deveras excitante portanto.

Contudo ao aterrarmos os meus receios foram voltando ao de cima, pois mesmo já sendo de noite eu conseguia vislumbrar pela janela do avião todo o aeroporto e esta visão provocou-me recordações de cenários de conflitos armados que normalmente vemos na tv, como por exemplo nos à data recentes tumultos no Cairo.

O aeroporto estava situado numa zona remota e isolada da cidade e era ladeado por muros altos com arame farpado. Viam-se imensos soldados de ar agressivo e armados até aos dentes com bastões e metralhadoras.

Porém eu estava ali pra me divertir e portanto beijei apaixonadamente o meu namorado, respirei fundo e preparei-me para sair do avião e para começar umas férias de arromba… Inesquecíveis…

Mal sai do avião, abraçada ao meu namorado, o ar quente e muito húmido invadiu-me os pulmões e colou-me o vestido completamente à pele já algo suada.Foi uma sensação indescritível, inesquecível. Tropical. Selvagem. Premonitória… E assustadora, até porque tivemos de andar pela pista de aterragem deserta e mal iluminada até à zona das chegadas onde tínhamos que pegar nas nossas malas e passar pela segurança.

As malas foram saindo com o auxílio das passadeiras rolantes, o meu namorado vislumbrou a dele e colocou-a prontamente num carrinho de mão, todavia a minha tardava em aparecer.

Eu fui-me distraindo com as filmagens que o meu namorado fazia com a máquina de filmar, contudo os restantes passageiros foram desaparecendo e às tantas ouvimos nos altifalantes o que nos pareceu ser o meu nome e o dele, dando nos instruções pra nos dirigirmos prontamente a uma zona de acesso reservado.

Dirigimo-nos calmamente, pensando que a minha mala ter-se-ia extraviado e que nos iriam pedir imensa desculpa e encaminhar pra o hotel.Quando chegamos à zona em questão o meu namorado por falar melhor francês, língua mais adequada aquele país, dirigiu-se a um dos polícias que se encontravam junto à entrada, dizendo que tínhamos ouvido o nosso nome a ser chamado e perguntando do que se tratava.O polícia abriu a porta atrás dele, berrou qualquer coisa em árabe e mandou-nos entrar de imediato, de forma algo brusca.

Estranho, dei por mim a pensar ao entrar na divisão…

Mal atravessamos a porta deparámo-nos com um corredor e imediatamente sinto uma mão forte a apertar-me o braço e a puxar-me vigorosamente fazendo-me separar do meu namorado. Uma dor aguda inunda os meus sentidos e eu solto grito abafado. Viro-me e vejo um polícia alto e forte, de cara amarrada e com um bastão na outra mão. Confusa procuro aflitivamente pelo meu namorado com o olhar e constato que ele está a ser imobilizado e algemado de forma muito violenta por outros dois polícias bem maiores que ele e que o agridem inusitada.

Instintivamente procuro libertar-me e ajudá-lo, mas sou prontamente agredida com uma bastonada nas costas, que me retira o ar dos pulmões, sendo de seguida algemada vigorosamente e forçada a sentar num banco corrido que se encontrava numa parede lateral.

Encolho-me com dores procurando acalmar-me e aliviar as dores que sinto. Tento recuperar o controlo da situação dirigindo educadamente ao polícia que se mantinha junto a mim, enquanto pelo canto do olho vejo o meu namorado desmaiado e a ser arrastado pelo corredor fora pelos outros dois polícias.

Falo-lhe calmamente, tentando disfarçar o pânico que sinto, e explico-lhe que estão a cometer um erro terrível, que somos turistas portugueses e que somos pessoas de bem que estamos na Tunísia de férias para conhecer melhor as maravilhas do país deles.

O polícia interrompe-me e ordena que me cale imediatamente.

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Autor anônimo
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